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Cisto ovariano, resistência à insulina, diabetes mellitus.
é verdade que ter cisto no ovário pode causar resistência a insulina causando assim a diabetes
olá a sua avaliação clínica através da história clínica suas queixas exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretosa avaliação completa das características do cisto ao ultrassom é importante tamanho capsula septos vascularização ao doppler presença de papilas etcos marcadores tumorais podem ser imp...
3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. Esteatose hepática e outras condições clínicas associadas à resistência insulínica (p. ex., acantose nigricans)IMC: índice de massa corporal; PA: pressão arterial; TOTG: teste oral de tolerância à glicose. Adaptado de American DiabetesAssociation,...
3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. Esteatose hepática e outras condições clínicas associadas à resistência insulínica (p. ex., acantose nigricans)IMC: índice de massa corporal; PA: pressão arterial; TOTG: teste oral de tolerância à glicose. Adaptado de American DiabetesAssociation,...
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A resistência insulínica foi associada a aumento de vários distúrbios, incluindo diabetes melito (DM) tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia e doença cardiovascular (DCV). Portan-to, a SOP não é simplesmente um distúrbio com consequên-cias em curto prazo, como menstruações irregulares ou hirsu-tismo, mas também com...
A resistência insulínica foi associada a aumento de vários distúrbios, incluindo diabetes melito (DM) tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia e doença cardiovascular (DCV). Portan-to, a SOP não é simplesmente um distúrbio com consequên-cias em curto prazo, como menstruações irregulares ou hirsu-tismo, mas também com...
A resistência insulínica foi associada a aumento de vários distúrbios, incluindo diabetes melito (DM) tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia e doença cardiovascular (DCV). Portan-to, a SOP não é simplesmente um distúrbio com consequên-cias em curto prazo, como menstruações irregulares ou hirsu-tismo, mas também com...
A resistência insulínica foi associada a aumento de vários distúrbios, incluindo diabetes melito (DM) tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia e doença cardiovascular (DCV). Portan-to, a SOP não é simplesmente um distúrbio com consequên-cias em curto prazo, como menstruações irregulares ou hirsu-tismo, mas também com...
A resistência insulínica foi associada a aumento de vários distúrbios, incluindo diabetes melito (DM) tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia e doença cardiovascular (DCV). Portan-to, a SOP não é simplesmente um distúrbio com consequên-cias em curto prazo, como menstruações irregulares ou hirsu-tismo, mas também com...
A resistência insulínica foi associada a aumento de vários distúrbios, incluindo diabetes melito (DM) tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia e doença cardiovascular (DCV). Portan-to, a SOP não é simplesmente um distúrbio com consequên-cias em curto prazo, como menstruações irregulares ou hirsu-tismo, mas também com...
A resistência insulínica foi associada a aumento de vários distúrbios, incluindo diabetes melito (DM) tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia e doença cardiovascular (DCV). Portan-to, a SOP não é simplesmente um distúrbio com consequên-cias em curto prazo, como menstruações irregulares ou hirsu-tismo, mas também com...
{"justificativa": "O contexto menciona a resistência insulínica e sua associação com diabetes tipo 2, mas não faz uma conexão direta entre cistos ovarianos e resistência à insulina. Fala-se principalmente da SOP e suas consequências, deixando a questão de cistos no ovário menos clara. Portanto, fornece informações útei...
19,697
beta-hCG positivo, sangramento, borra de café, orientação médica, uso de utrogestan, monitoramento de hormônios, ultrassonografia precoce, saco gestacional não visível, gravidez, complicações na gestação.
olá eu fiz o beta deu positivo só que veio uma bora de café na minha calcinha fiquei assustada fui ao médico ele mim orientou a tomar utragestam estou tomando parou de sai bora de café o médico mandou eu repetir novamente o beta pra ver se os hormônios estão evoluindo estou um pouco apreensiva pq eu fiz uma ultra com s...
boa tarde em gestações iniciais dependendo do valor do beta hcg é esperado não ser visualizado saco gestacional por esse motivo realizamos acompanhamento com os níveis do bhcg a cada horas para ter uma idéia se a gestação está evoluindo de forma satisfatória ou não
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteGestação em cursoHá diversas medidas preventivas para evitar que se proceda à esterilização de mulheres em fase inicial de gestação não identificada. Uso de métodos contraceptivos bem antes da cirurgia, marcação do procedimento para a fase folicular do ciclo menstrual e dosagem pré...
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteGestação em cursoHá diversas medidas preventivas para evitar que se proceda à esterilização de mulheres em fase inicial de gestação não identificada. Uso de métodos contraceptivos bem antes da cirurgia, marcação do procedimento para a fase folicular do ciclo menstrual e dosagem pré...
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteGestação em cursoHá diversas medidas preventivas para evitar que se proceda à esterilização de mulheres em fase inicial de gestação não identificada. Uso de métodos contraceptivos bem antes da cirurgia, marcação do procedimento para a fase folicular do ciclo menstrual e dosagem pré...
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteGestação em cursoHá diversas medidas preventivas para evitar que se proceda à esterilização de mulheres em fase inicial de gestação não identificada. Uso de métodos contraceptivos bem antes da cirurgia, marcação do procedimento para a fase folicular do ciclo menstrual e dosagem pré...
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteGestação em cursoHá diversas medidas preventivas para evitar que se proceda à esterilização de mulheres em fase inicial de gestação não identificada. Uso de métodos contraceptivos bem antes da cirurgia, marcação do procedimento para a fase folicular do ciclo menstrual e dosagem pré...
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteGestação em cursoHá diversas medidas preventivas para evitar que se proceda à esterilização de mulheres em fase inicial de gestação não identificada. Uso de métodos contraceptivos bem antes da cirurgia, marcação do procedimento para a fase folicular do ciclo menstrual e dosagem pré...
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteGestação em cursoHá diversas medidas preventivas para evitar que se proceda à esterilização de mulheres em fase inicial de gestação não identificada. Uso de métodos contraceptivos bem antes da cirurgia, marcação do procedimento para a fase folicular do ciclo menstrual e dosagem pré...
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é r...
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é r...
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é r...
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é r...
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é r...
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é r...
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteAntes da conização, as pacientes já terão pas-sado por exame colposcópico e por avaliação histológica da biópsia. O teste para β-hCG está indicado antes da conização em caso de suspeita de gravidez. Caso haja confirmação de gravidez e não haja suspeita de invasão à colposcopia, é r...
{"justificativa":"O contexto fornece informações sobre a interpretação de resultados de exames beta-hCG e condutas em casos de gestação e risco de abortamento. Isso pode ser útil para entender a situação descrita pelo usuário, mas não aborda especificamente as preocupações sobre a ultra-sonografia, a presença da 'bora ...
3,177
tratamento neoplasia invasiva de alto grau, exame, NIC de alto grau, extensão glandular, significado diagnóstico
estou em tratamento para niv de alto grau e ao repetir meus exames agora estou com nic de alto grau com extensão glandular o que significa
olá o niv é uma alteração da vulva provocada pelo hpv que se não cuidada pode levar a câncer de vulvao nic é uma alteração de alto grau do colo uterino provocada pelo hpv e que se não cuidada pode levar a câncer de colo uterinoesse possivelmente é um resultado da biópsia do colo uterino guiada por colposcopia desta for...
■ TratamentoAssim como a NIC de alto grau, acredita-se que a NIVa de alto grau seja uma lesão pré-cancerosa que geralmente necessite ser erradicada (Punnonen, 1989; Rome, 2000). Como a neopla-sia vaginal é incomum, a maioria das estratégias de conduta é baseada em ensaios de pequeno porte, não randomizados, re-trospect...
■ TratamentoAssim como a NIC de alto grau, acredita-se que a NIVa de alto grau seja uma lesão pré-cancerosa que geralmente necessite ser erradicada (Punnonen, 1989; Rome, 2000). Como a neopla-sia vaginal é incomum, a maioria das estratégias de conduta é baseada em ensaios de pequeno porte, não randomizados, re-trospect...
■ TratamentoAssim como a NIC de alto grau, acredita-se que a NIVa de alto grau seja uma lesão pré-cancerosa que geralmente necessite ser erradicada (Punnonen, 1989; Rome, 2000). Como a neopla-sia vaginal é incomum, a maioria das estratégias de conduta é baseada em ensaios de pequeno porte, não randomizados, re-trospect...
■ TratamentoAssim como a NIC de alto grau, acredita-se que a NIVa de alto grau seja uma lesão pré-cancerosa que geralmente necessite ser erradicada (Punnonen, 1989; Rome, 2000). Como a neopla-sia vaginal é incomum, a maioria das estratégias de conduta é baseada em ensaios de pequeno porte, não randomizados, re-trospect...
■ TratamentoAssim como a NIC de alto grau, acredita-se que a NIVa de alto grau seja uma lesão pré-cancerosa que geralmente necessite ser erradicada (Punnonen, 1989; Rome, 2000). Como a neopla-sia vaginal é incomum, a maioria das estratégias de conduta é baseada em ensaios de pequeno porte, não randomizados, re-trospect...
■ TratamentoAssim como a NIC de alto grau, acredita-se que a NIVa de alto grau seja uma lesão pré-cancerosa que geralmente necessite ser erradicada (Punnonen, 1989; Rome, 2000). Como a neopla-sia vaginal é incomum, a maioria das estratégias de conduta é baseada em ensaios de pequeno porte, não randomizados, re-trospect...
■ TratamentoAssim como a NIC de alto grau, acredita-se que a NIVa de alto grau seja uma lesão pré-cancerosa que geralmente necessite ser erradicada (Punnonen, 1989; Rome, 2000). Como a neopla-sia vaginal é incomum, a maioria das estratégias de conduta é baseada em ensaios de pequeno porte, não randomizados, re-trospect...
Neoplasia intraepitelial vaginal de alto grauA escolha do tratamento de pacientes com NIVa de alto grau (NIVa 2 a 3) é influenciada por vários fatores. Entre esses fa-tores estão localização e número de lesões, atividade sexual da paciente, comprimento vaginal, radioterapia prévia, modalida-des de tratamento prévio em ...
Neoplasia intraepitelial vaginal de alto grauA escolha do tratamento de pacientes com NIVa de alto grau (NIVa 2 a 3) é influenciada por vários fatores. Entre esses fa-tores estão localização e número de lesões, atividade sexual da paciente, comprimento vaginal, radioterapia prévia, modalida-des de tratamento prévio em ...
Neoplasia intraepitelial vaginal de alto grauA escolha do tratamento de pacientes com NIVa de alto grau (NIVa 2 a 3) é influenciada por vários fatores. Entre esses fa-tores estão localização e número de lesões, atividade sexual da paciente, comprimento vaginal, radioterapia prévia, modalida-des de tratamento prévio em ...
Neoplasia intraepitelial vaginal de alto grauA escolha do tratamento de pacientes com NIVa de alto grau (NIVa 2 a 3) é influenciada por vários fatores. Entre esses fa-tores estão localização e número de lesões, atividade sexual da paciente, comprimento vaginal, radioterapia prévia, modalida-des de tratamento prévio em ...
Neoplasia intraepitelial vaginal de alto grauA escolha do tratamento de pacientes com NIVa de alto grau (NIVa 2 a 3) é influenciada por vários fatores. Entre esses fa-tores estão localização e número de lesões, atividade sexual da paciente, comprimento vaginal, radioterapia prévia, modalida-des de tratamento prévio em ...
Neoplasia intraepitelial vaginal de alto grauA escolha do tratamento de pacientes com NIVa de alto grau (NIVa 2 a 3) é influenciada por vários fatores. Entre esses fa-tores estão localização e número de lesões, atividade sexual da paciente, comprimento vaginal, radioterapia prévia, modalida-des de tratamento prévio em ...
Neoplasia intraepitelial vaginal de alto grauA escolha do tratamento de pacientes com NIVa de alto grau (NIVa 2 a 3) é influenciada por vários fatores. Entre esses fa-tores estão localização e número de lesões, atividade sexual da paciente, comprimento vaginal, radioterapia prévia, modalida-des de tratamento prévio em ...
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre neoplasias intraepiteliais de alto grau e suas implicações no tratamento, mas não aborda diretamente o que significa NIC de alto grau com extensão glandular, que é crucial para responder à pergunta do usuário.", "nota": 2}
1,310
endometriose, tratamento, especialista, histerectomia, cura, opções terapêuticas
tenho endometriose estou sem tratamento no momento não acho medico especialista gostaria de saber se a unica solução para isso e a retirada do utero pois ouvi dizer que mesmo tirando o utero não cura
olá dependendo do tamanho da doença os tratamentos podem ser desde medicamentos orais injetáveis ou implantes até cirurgias de maior porte os sintomas da dor melhoram muito com os implantes de nestorone ou gestrinona procure se informar
Manejo para preservação da fertilidadeA terapia hormonal sem histerectomia é uma opção para mu-lheres jovens com câncer de endométrio cuidadosamente sele-cionadas e que desejem preservar a fertilidade. A seleção meti-culosa pode ser auxiliada pela consulta a um endocrinologista especializado em reprodução que possa es...
Manejo para preservação da fertilidadeA terapia hormonal sem histerectomia é uma opção para mu-lheres jovens com câncer de endométrio cuidadosamente sele-cionadas e que desejem preservar a fertilidade. A seleção meti-culosa pode ser auxiliada pela consulta a um endocrinologista especializado em reprodução que possa es...
Manejo para preservação da fertilidadeA terapia hormonal sem histerectomia é uma opção para mu-lheres jovens com câncer de endométrio cuidadosamente sele-cionadas e que desejem preservar a fertilidade. A seleção meti-culosa pode ser auxiliada pela consulta a um endocrinologista especializado em reprodução que possa es...
Manejo para preservação da fertilidadeA terapia hormonal sem histerectomia é uma opção para mu-lheres jovens com câncer de endométrio cuidadosamente sele-cionadas e que desejem preservar a fertilidade. A seleção meti-culosa pode ser auxiliada pela consulta a um endocrinologista especializado em reprodução que possa es...
Manejo para preservação da fertilidadeA terapia hormonal sem histerectomia é uma opção para mu-lheres jovens com câncer de endométrio cuidadosamente sele-cionadas e que desejem preservar a fertilidade. A seleção meti-culosa pode ser auxiliada pela consulta a um endocrinologista especializado em reprodução que possa es...
Manejo para preservação da fertilidadeA terapia hormonal sem histerectomia é uma opção para mu-lheres jovens com câncer de endométrio cuidadosamente sele-cionadas e que desejem preservar a fertilidade. A seleção meti-culosa pode ser auxiliada pela consulta a um endocrinologista especializado em reprodução que possa es...
Manejo para preservação da fertilidadeA terapia hormonal sem histerectomia é uma opção para mu-lheres jovens com câncer de endométrio cuidadosamente sele-cionadas e que desejem preservar a fertilidade. A seleção meti-culosa pode ser auxiliada pela consulta a um endocrinologista especializado em reprodução que possa es...
a. ablação endometrial O desenvolvimento das técnicas histeroscópicas de ablação de endométrio inau-gurou a fase de tratamento conservador do SUA sem lesão estrutural, constituin-do uma alternativa menos invasiva à histerectomia. O objetivo dessa técnica é promover a destruição do endométrio, com lesão da camada basal...
a. ablação endometrial O desenvolvimento das técnicas histeroscópicas de ablação de endométrio inau-gurou a fase de tratamento conservador do SUA sem lesão estrutural, constituin-do uma alternativa menos invasiva à histerectomia. O objetivo dessa técnica é promover a destruição do endométrio, com lesão da camada basal...
a. ablação endometrial O desenvolvimento das técnicas histeroscópicas de ablação de endométrio inau-gurou a fase de tratamento conservador do SUA sem lesão estrutural, constituin-do uma alternativa menos invasiva à histerectomia. O objetivo dessa técnica é promover a destruição do endométrio, com lesão da camada basal...
a. ablação endometrial O desenvolvimento das técnicas histeroscópicas de ablação de endométrio inau-gurou a fase de tratamento conservador do SUA sem lesão estrutural, constituin-do uma alternativa menos invasiva à histerectomia. O objetivo dessa técnica é promover a destruição do endométrio, com lesão da camada basal...
a. ablação endometrial O desenvolvimento das técnicas histeroscópicas de ablação de endométrio inau-gurou a fase de tratamento conservador do SUA sem lesão estrutural, constituin-do uma alternativa menos invasiva à histerectomia. O objetivo dessa técnica é promover a destruição do endométrio, com lesão da camada basal...
a. ablação endometrial O desenvolvimento das técnicas histeroscópicas de ablação de endométrio inau-gurou a fase de tratamento conservador do SUA sem lesão estrutural, constituin-do uma alternativa menos invasiva à histerectomia. O objetivo dessa técnica é promover a destruição do endométrio, com lesão da camada basal...
a. ablação endometrial O desenvolvimento das técnicas histeroscópicas de ablação de endométrio inau-gurou a fase de tratamento conservador do SUA sem lesão estrutural, constituin-do uma alternativa menos invasiva à histerectomia. O objetivo dessa técnica é promover a destruição do endométrio, com lesão da camada basal...
```json {"justificativa": "O contexto discute tratamentos para endometriose, incluindo a histerectomia e opções conservadoras como a ablação endometrial. Embora mencione que a cirurgia pode ser considerada, não fornece uma resposta clara sobre a eficácia ou necessidade da histerectomia especificamente para endometriose...
11,191
gestação quinta gravidez, tipo sanguíneo A, vacina anti-Rh, exame de Coombs indireto positivo, risco neonatal, complicações fetais
estou na minha quinta gestação tenho o sangue a e tomei a vacina anti rh apos os partos porem nunca tinha feito o exame de coombs indireto fiz agora com semanas e deu positivo o medico pediu p tomar a vacina tem algum risco do meu bebe nascer c problemas
isto é muito relativo a medicina não é uma ciência exata mas quanto antes você tomar medidas preventivas menores os riscos de algo errado acontecer com seu filho ademais você já tomou a vacina anti rh antes o que trouxe alterações em seu sistema imune
• Nas primeiras 72 horas depois do parto ou até em 28 dias(3), em caso de omissão ou falta do produto, desde que o recém-nascido seja Rh positivo ou D fraco, apresente teste de Coombs direto (CD) negativo e que o parto ocorra após três semanas da primeira dose. 17Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018de vilo ...
• Nas primeiras 72 horas depois do parto ou até em 28 dias(3), em caso de omissão ou falta do produto, desde que o recém-nascido seja Rh positivo ou D fraco, apresente teste de Coombs direto (CD) negativo e que o parto ocorra após três semanas da primeira dose. 17Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018de vilo ...
• Nas primeiras 72 horas depois do parto ou até em 28 dias(3), em caso de omissão ou falta do produto, desde que o recém-nascido seja Rh positivo ou D fraco, apresente teste de Coombs direto (CD) negativo e que o parto ocorra após três semanas da primeira dose. 17Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018de vilo ...
• Nas primeiras 72 horas depois do parto ou até em 28 dias(3), em caso de omissão ou falta do produto, desde que o recém-nascido seja Rh positivo ou D fraco, apresente teste de Coombs direto (CD) negativo e que o parto ocorra após três semanas da primeira dose. 17Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018de vilo ...
• Nas primeiras 72 horas depois do parto ou até em 28 dias(3), em caso de omissão ou falta do produto, desde que o recém-nascido seja Rh positivo ou D fraco, apresente teste de Coombs direto (CD) negativo e que o parto ocorra após três semanas da primeira dose. 17Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018de vilo ...
• Nas primeiras 72 horas depois do parto ou até em 28 dias(3), em caso de omissão ou falta do produto, desde que o recém-nascido seja Rh positivo ou D fraco, apresente teste de Coombs direto (CD) negativo e que o parto ocorra após três semanas da primeira dose. 17Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018de vilo ...
• Nas primeiras 72 horas depois do parto ou até em 28 dias(3), em caso de omissão ou falta do produto, desde que o recém-nascido seja Rh positivo ou D fraco, apresente teste de Coombs direto (CD) negativo e que o parto ocorra após três semanas da primeira dose. 17Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018de vilo ...
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétric...
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétric...
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétric...
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétric...
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétric...
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétric...
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétric...
{"justificativa": "O contexto apresenta informações relevantes sobre a realização do teste de Coombs indireto e as condutas em diferentes situações de sensibilização, mas não aborda diretamente os riscos para o bebê na situação específica da usuária. Embora mencione que gestantes sensíveis devem ser acompanhadas de per...
14,342
sífilis tratada, risco de reinfecção, relações sexuais, uso de preservativo, eficácia da camisinha, transmissão de sífilis
tratei das sífilis certinho mesmo se eu tratei tem risco deu ta ainda mesmo fazendo relação com camisinha
fique tranquila se fez o tratamento correto a sifilis deve ser sido erradicadaapenas refaça os exames par se certificar se o tratamento foi eficaz
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi...
Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi...
Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi...
Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi...
Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi...
Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi...
Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi...
{"justificativa": "O contexto analisa riscos de DSTs e menciona a sífilis, mas não aborda diretamente a situação de tratamento prévio e o uso de preservativos, além de não discutir o risco residual de infecção após tratamento. Portanto, as informações são úteis, mas não suficientes para responder completamente à pergun...
13,759
sífilis, teste negativo, relação sexual, preservativo, tratamento, tempo de espera, risco de transmissão
meu esposo está com siflis meu teste deu negativo posso ter relação com ele de camisinha e quanto tempo depois do tratamento dura para poder ter relação normal sem risco
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta e esclareça suas dúvidasa sífilis é uma infecção sexualmente transmissível e contagiosa grave faça o tratamento corretopara ser considerada corretamente tratada você e seu parceiro sexual precisam realizar o tratamento correto com a dose correta do anti...
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
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Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
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Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
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{"justificativa": "O contexto analisado contém informações sobre sífilis e critérios relacionados a casos de infecção, mas não discute especificamente a questão da relação sexual segura após um teste negativo, nem menciona o tempo necessário após o tratamento. Portanto, as informações são insuficientes para responder c...
5,079
cisto ovariano, virgem, adolescência, ênfase em saúde ginecológica, diagnóstico cisto ovariano em jovens
minha sobrinha tem anos e está com cisto no ovárioela é virgem isto é possível
sim é possível o importante é avaliação desse cisto e escolher melhor tratamento o cisto tem se classificado pelo tamanho características morfológicas grande maioria o tratamento é clínico e não é necessário intervenção cirúrgica deve ser avaliada por um ginecologista
Todos os dados coletados na anamnese e exame físico devem ser cuidado-samente registrados, inclusive o dado se a vida sexual é mantida em segredo para evitar quebra inadvertida de sigilo numa conversa com a mãe. Nas consultas sub-sequentes, nas adolescentes que eram virgens na primeira consulta, é importante sempre per...
Todos os dados coletados na anamnese e exame físico devem ser cuidado-samente registrados, inclusive o dado se a vida sexual é mantida em segredo para evitar quebra inadvertida de sigilo numa conversa com a mãe. Nas consultas sub-sequentes, nas adolescentes que eram virgens na primeira consulta, é importante sempre per...
Todos os dados coletados na anamnese e exame físico devem ser cuidado-samente registrados, inclusive o dado se a vida sexual é mantida em segredo para evitar quebra inadvertida de sigilo numa conversa com a mãe. Nas consultas sub-sequentes, nas adolescentes que eram virgens na primeira consulta, é importante sempre per...
Todos os dados coletados na anamnese e exame físico devem ser cuidado-samente registrados, inclusive o dado se a vida sexual é mantida em segredo para evitar quebra inadvertida de sigilo numa conversa com a mãe. Nas consultas sub-sequentes, nas adolescentes que eram virgens na primeira consulta, é importante sempre per...
Todos os dados coletados na anamnese e exame físico devem ser cuidado-samente registrados, inclusive o dado se a vida sexual é mantida em segredo para evitar quebra inadvertida de sigilo numa conversa com a mãe. Nas consultas sub-sequentes, nas adolescentes que eram virgens na primeira consulta, é importante sempre per...
Todos os dados coletados na anamnese e exame físico devem ser cuidado-samente registrados, inclusive o dado se a vida sexual é mantida em segredo para evitar quebra inadvertida de sigilo numa conversa com a mãe. Nas consultas sub-sequentes, nas adolescentes que eram virgens na primeira consulta, é importante sempre per...
Todos os dados coletados na anamnese e exame físico devem ser cuidado-samente registrados, inclusive o dado se a vida sexual é mantida em segredo para evitar quebra inadvertida de sigilo numa conversa com a mãe. Nas consultas sub-sequentes, nas adolescentes que eram virgens na primeira consulta, é importante sempre per...
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de s...
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de s...
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de s...
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de s...
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de s...
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de s...
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de s...
{"justificativa": "O contexto aborda a avaliação de cistos ovarianos e a necessidade de exames de imagem, mas não menciona diretamente a possibilidade de meninas virgens terem cistos ovarianos. Portanto, embora ofereça informações sobre o manejo de cistos, não responde especificamente à situação da sobrinha do usuário,...
15,471
secreção mamária transparente, secreção branca, dor mamária, dor no bico do mamilo, último dia da menstruação, exame clínico, possíveis causas de secreção mamária, galactorreia, infecção mamária, alterações hormonais.
uma das minhas mamas está saindo um líquido transparente ou meio branco e o bico da mama está um pouco doendo a outra mama não está saindo nada e está com o bico menos doloridominhas menstruação acabou hj e percebi o líquido hontem a noite quando apertei o que pode está acontecendo
olá essa secreção precisa ser avaliada pelo seu mastologista é importante avaliar as características dessa secreçao juntamente com exame físico e exames de imagem como mamografia e ultrassom para saber se é um processo benigno ou se precisa de uma investigação para malignidade portanto melhor agendar uma consulta com o...
• Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e medo de não conseguir amamentar;• Ingurgitamento mamário e infecção na mama;• Diminuição na produção do leite, decorrente de dor, estresse no processo de amamentação e da interrupção da amamentação sem acompanhamento; e• Início de desmame com a introdução de mamade...
• Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e medo de não conseguir amamentar;• Ingurgitamento mamário e infecção na mama;• Diminuição na produção do leite, decorrente de dor, estresse no processo de amamentação e da interrupção da amamentação sem acompanhamento; e• Início de desmame com a introdução de mamade...
• Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e medo de não conseguir amamentar;• Ingurgitamento mamário e infecção na mama;• Diminuição na produção do leite, decorrente de dor, estresse no processo de amamentação e da interrupção da amamentação sem acompanhamento; e• Início de desmame com a introdução de mamade...
• Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e medo de não conseguir amamentar;• Ingurgitamento mamário e infecção na mama;• Diminuição na produção do leite, decorrente de dor, estresse no processo de amamentação e da interrupção da amamentação sem acompanhamento; e• Início de desmame com a introdução de mamade...
• Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e medo de não conseguir amamentar;• Ingurgitamento mamário e infecção na mama;• Diminuição na produção do leite, decorrente de dor, estresse no processo de amamentação e da interrupção da amamentação sem acompanhamento; e• Início de desmame com a introdução de mamade...
• Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e medo de não conseguir amamentar;• Ingurgitamento mamário e infecção na mama;• Diminuição na produção do leite, decorrente de dor, estresse no processo de amamentação e da interrupção da amamentação sem acompanhamento; e• Início de desmame com a introdução de mamade...
• Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e medo de não conseguir amamentar;• Ingurgitamento mamário e infecção na mama;• Diminuição na produção do leite, decorrente de dor, estresse no processo de amamentação e da interrupção da amamentação sem acompanhamento; e• Início de desmame com a introdução de mamade...
• Doenças maternas como infecção, hipotireoidismo, diabetes descompensa -do, síndrome de Sheehan, distúrbios emocionais, uso de medicamentos que diminuam a produção láctea, restrição dietética importante, redução cirúrgi-ca das mamas, tabagismo e nova gravidez. --- • Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e...
• Doenças maternas como infecção, hipotireoidismo, diabetes descompensa -do, síndrome de Sheehan, distúrbios emocionais, uso de medicamentos que diminuam a produção láctea, restrição dietética importante, redução cirúrgi-ca das mamas, tabagismo e nova gravidez. --- • Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e...
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• Doenças maternas como infecção, hipotireoidismo, diabetes descompensa -do, síndrome de Sheehan, distúrbios emocionais, uso de medicamentos que diminuam a produção láctea, restrição dietética importante, redução cirúrgi-ca das mamas, tabagismo e nova gravidez. --- • Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e...
• Doenças maternas como infecção, hipotireoidismo, diabetes descompensa -do, síndrome de Sheehan, distúrbios emocionais, uso de medicamentos que diminuam a produção láctea, restrição dietética importante, redução cirúrgi-ca das mamas, tabagismo e nova gravidez. --- • Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e...
• Doenças maternas como infecção, hipotireoidismo, diabetes descompensa -do, síndrome de Sheehan, distúrbios emocionais, uso de medicamentos que diminuam a produção láctea, restrição dietética importante, redução cirúrgi-ca das mamas, tabagismo e nova gravidez. --- • Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e...
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre a secreção mamária e possíveis causas, como galactorreia e hiperprolactinemia, que estão diretamente relacionadas ao líquido transparente ou branco mencionado na pergunta. Além disso, menciona a dor e as condições que podem afetar a amamentação. No enta...
26,547
mioma, desogestrel, sangramento, anemia grave, sulfato ferroso, levotiroxina, coágulo, normalidade do sangramento com medicações.
descobri um mioma e a médica me passou o uso do desogestrel genérico por causa do sangramento que desenvolveu anemia grave mas continuo sangrando e ja faz um mês faço uso de sulfato ferroso e levotiroxina é normal sangrar e sair coagulo com essas medicações
miomas podem gerar sangramentos desogestrel ou não genérico podem ter escapes normalmente com miomas pode ser um pouco mais o ideal é esperar uns três meses pois muitas vezes pode ir parando não é fácil controlar sangramento de certos miomas siga as orientações da médica ok
SubstânciasAnfetaminaHidralazinaMaconhaOxprenololNicotinaRetirada abrupta da clonidinaFenoxibenzaminaDiuréticosCafeínaMinoxidilNifedipinoPropranololCocaínaCrackPrazosinaAbstinência alcoólicaCondiçõesInsuficiência cardíaca grave Obesidade•••••••••••••Hipoglicemia agudaAVCInsuficiência renalHipotensão arterialInfarto agu...
Mais comuns: náusea, cefaleia, diminuição do apetite, dor abdominal, insônia,nervosismo, sudorese excessiva. paladar, anorexia, ansiedade, anorgasmia, apatia, aumento do apetite, boca seca,bocejos, bradicardia, calafrios, calorões, convulsão, diarreia, diminuição da libido,dismenorreia, distonia, distúrbios da coagulaç...
SubstânciasAnfetaminaHidralazinaMaconhaOxprenololNicotinaRetirada abrupta da clonidinaFenoxibenzaminaDiuréticosCafeínaMinoxidilNifedipinoPropranololCocaínaCrackPrazosinaAbstinência alcoólicaCondiçõesInsuficiência cardíaca grave Obesidade•••••••••••••Hipoglicemia agudaAVCInsuficiência renalHipotensão arterialInfarto agu...
SubstânciasAnfetaminaHidralazinaMaconhaOxprenololNicotinaRetirada abrupta da clonidinaFenoxibenzaminaDiuréticosCafeínaMinoxidilNifedipinoPropranololCocaínaCrackPrazosinaAbstinência alcoólicaCondiçõesInsuficiência cardíaca grave Obesidade•••••••••••••Hipoglicemia agudaAVCInsuficiência renalHipotensão arterialInfarto agu...
SubstânciasAnfetaminaHidralazinaMaconhaOxprenololNicotinaRetirada abrupta da clonidinaFenoxibenzaminaDiuréticosCafeínaMinoxidilNifedipinoPropranololCocaínaCrackPrazosinaAbstinência alcoólicaCondiçõesInsuficiência cardíaca grave Obesidade•••••••••••••Hipoglicemia agudaAVCInsuficiência renalHipotensão arterialInfarto agu...
SubstânciasAnfetaminaHidralazinaMaconhaOxprenololNicotinaRetirada abrupta da clonidinaFenoxibenzaminaDiuréticosCafeínaMinoxidilNifedipinoPropranololCocaínaCrackPrazosinaAbstinência alcoólicaCondiçõesInsuficiência cardíaca grave Obesidade•••••••••••••Hipoglicemia agudaAVCInsuficiência renalHipotensão arterialInfarto agu...
SubstânciasAnfetaminaHidralazinaMaconhaOxprenololNicotinaRetirada abrupta da clonidinaFenoxibenzaminaDiuréticosCafeínaMinoxidilNifedipinoPropranololCocaínaCrackPrazosinaAbstinência alcoólicaCondiçõesInsuficiência cardíaca grave Obesidade•••••••••••••Hipoglicemia agudaAVCInsuficiência renalHipotensão arterialInfarto agu...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
{"justificativa": "O contexto contém informações sobre o uso de desogestrel e sulfato ferroso, além de mencionar anemia e sangramentos, que são relevantes para a pergunta do usuário. No entanto, não aborda diretamente se é normal continuar sangrando e expelir coágulos enquanto se utiliza essas medicações. Portanto, as ...
20,036
investigação gravidez de alto risco, perdas gestacionais, trombofilia hereditária, anticoagulantes (Clexane, ácido acetilsalicílico), ecografia, translucência nucal, morte fetal intrauterina, causas de aborto recorrente, acompanhamento pré-natal especialista.
tenho casal de filhosprimeira gravidez foi aos anos segunda anosa gravidez foi tranquila os dois nasceram semanasdepois anos do meu segundo filhos resolvi engravidar com semanas coração do bebê parou de baterna biópsia não deu ma formação resolvi engravidar a gravidez ia bem os exames com semanas coração do bb parou de...
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasa sua avaliação clínica através da sua história clínica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretosfaça os seus exames periódicos e de rotinaa principal causa de aborto não é ...
Enumeram-se os riscos-chave:Anormalidades fetais evidenciadas por ultrassonografia de 1o e 2o trimestres, rastreamento decromossomopatias, biopsia de vilo corial e amniocenteseGestação ectópica tubária, cornual, cervical, na cicatriz de cesárea e heterotópicaInsuficiência cervical, devendo-se aumentar a vigilância nas ...
Enumeram-se os riscos-chave:Anormalidades fetais evidenciadas por ultrassonografia de 1o e 2o trimestres, rastreamento decromossomopatias, biopsia de vilo corial e amniocenteseGestação ectópica tubária, cornual, cervical, na cicatriz de cesárea e heterotópicaInsuficiência cervical, devendo-se aumentar a vigilância nas ...
Enumeram-se os riscos-chave:Anormalidades fetais evidenciadas por ultrassonografia de 1o e 2o trimestres, rastreamento decromossomopatias, biopsia de vilo corial e amniocenteseGestação ectópica tubária, cornual, cervical, na cicatriz de cesárea e heterotópicaInsuficiência cervical, devendo-se aumentar a vigilância nas ...
Enumeram-se os riscos-chave:Anormalidades fetais evidenciadas por ultrassonografia de 1o e 2o trimestres, rastreamento decromossomopatias, biopsia de vilo corial e amniocenteseGestação ectópica tubária, cornual, cervical, na cicatriz de cesárea e heterotópicaInsuficiência cervical, devendo-se aumentar a vigilância nas ...
Enumeram-se os riscos-chave:Anormalidades fetais evidenciadas por ultrassonografia de 1o e 2o trimestres, rastreamento decromossomopatias, biopsia de vilo corial e amniocenteseGestação ectópica tubária, cornual, cervical, na cicatriz de cesárea e heterotópicaInsuficiência cervical, devendo-se aumentar a vigilância nas ...
Enumeram-se os riscos-chave:Anormalidades fetais evidenciadas por ultrassonografia de 1o e 2o trimestres, rastreamento decromossomopatias, biopsia de vilo corial e amniocenteseGestação ectópica tubária, cornual, cervical, na cicatriz de cesárea e heterotópicaInsuficiência cervical, devendo-se aumentar a vigilância nas ...
Enumeram-se os riscos-chave:Anormalidades fetais evidenciadas por ultrassonografia de 1o e 2o trimestres, rastreamento decromossomopatias, biopsia de vilo corial e amniocenteseGestação ectópica tubária, cornual, cervical, na cicatriz de cesárea e heterotópicaInsuficiência cervical, devendo-se aumentar a vigilância nas ...
Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de plaquetas, anti-DNA, C3, C4, CH50Glicose, ureia, creatinina, ácido úrico, AST, ALT, fosfatase alcalina, eletrólitosProteinúria de 24 h ou spot test se for indicado, assim como a pesquisa do dismorfismo eritrocitário. --- (fatores...
Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de plaquetas, anti-DNA, C3, C4, CH50Glicose, ureia, creatinina, ácido úrico, AST, ALT, fosfatase alcalina, eletrólitosProteinúria de 24 h ou spot test se for indicado, assim como a pesquisa do dismorfismo eritrocitário. --- (fatores...
Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de plaquetas, anti-DNA, C3, C4, CH50Glicose, ureia, creatinina, ácido úrico, AST, ALT, fosfatase alcalina, eletrólitosProteinúria de 24 h ou spot test se for indicado, assim como a pesquisa do dismorfismo eritrocitário. --- (fatores...
Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de plaquetas, anti-DNA, C3, C4, CH50Glicose, ureia, creatinina, ácido úrico, AST, ALT, fosfatase alcalina, eletrólitosProteinúria de 24 h ou spot test se for indicado, assim como a pesquisa do dismorfismo eritrocitário. --- (fatores...
Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de plaquetas, anti-DNA, C3, C4, CH50Glicose, ureia, creatinina, ácido úrico, AST, ALT, fosfatase alcalina, eletrólitosProteinúria de 24 h ou spot test se for indicado, assim como a pesquisa do dismorfismo eritrocitário. --- (fatores...
Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de plaquetas, anti-DNA, C3, C4, CH50Glicose, ureia, creatinina, ácido úrico, AST, ALT, fosfatase alcalina, eletrólitosProteinúria de 24 h ou spot test se for indicado, assim como a pesquisa do dismorfismo eritrocitário. --- (fatores...
Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de plaquetas, anti-DNA, C3, C4, CH50Glicose, ureia, creatinina, ácido úrico, AST, ALT, fosfatase alcalina, eletrólitosProteinúria de 24 h ou spot test se for indicado, assim como a pesquisa do dismorfismo eritrocitário. --- (fatores...
{"justificativa": "O contexto analisado inclui informações sobre exames e acompanhamento de gravidezes de alto risco, que podem ser úteis, mas não se relaciona diretamente com a experiência específica da usuário sobre as perdas gestacionais e o que investigar a seguir. Assim, não oferece orientação clara ou específica ...
29,437
sapinho língua crianças tratamento micose oral infância cuidados saúde
meu filho tem apenas mesese ja tem sapinho na língua o que devo fazer pra acabar de vez esse problema
o aparecimento da candidíase deve ser pela diminuição da imunidade existe tratamento com antifúngico procure uma odontopediatra pode melhorar imunidade com produtos naturais como um multivitamínico da foreverliving é o forever kids pode dá amassando como pó
, 2000). Um aumento da incidência de cárie e menor taxa de tratamento odontológico parecem estar mais presentesna gravidez e em crianças quando famílias de baixa renda foram avaliadas. Felizmente, quando tratadas ecolocadas em programas preventivos, mulheres e crianças rapidamente conseguem chegar a um melhor padrãode ...
, 2000). Um aumento da incidência de cárie e menor taxa de tratamento odontológico parecem estar mais presentesna gravidez e em crianças quando famílias de baixa renda foram avaliadas. Felizmente, quando tratadas ecolocadas em programas preventivos, mulheres e crianças rapidamente conseguem chegar a um melhor padrãode ...
, 2000). Um aumento da incidência de cárie e menor taxa de tratamento odontológico parecem estar mais presentesna gravidez e em crianças quando famílias de baixa renda foram avaliadas. Felizmente, quando tratadas ecolocadas em programas preventivos, mulheres e crianças rapidamente conseguem chegar a um melhor padrãode ...
, 2000). Um aumento da incidência de cárie e menor taxa de tratamento odontológico parecem estar mais presentesna gravidez e em crianças quando famílias de baixa renda foram avaliadas. Felizmente, quando tratadas ecolocadas em programas preventivos, mulheres e crianças rapidamente conseguem chegar a um melhor padrãode ...
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, 2000). Um aumento da incidência de cárie e menor taxa de tratamento odontológico parecem estar mais presentesna gravidez e em crianças quando famílias de baixa renda foram avaliadas. Felizmente, quando tratadas ecolocadas em programas preventivos, mulheres e crianças rapidamente conseguem chegar a um melhor padrãode ...
, 2000). Um aumento da incidência de cárie e menor taxa de tratamento odontológico parecem estar mais presentesna gravidez e em crianças quando famílias de baixa renda foram avaliadas. Felizmente, quando tratadas ecolocadas em programas preventivos, mulheres e crianças rapidamente conseguem chegar a um melhor padrãode ...
Para mais informações, visitewww.novonordisk.com.br. Novo Nordisk Brasildoença e tratamento. --- Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento. Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo. --- 6. Sarceni V. Sí/f_i lis congênita. In: Passos MR. DST 5. Doenças sexualmente tr...
Para mais informações, visitewww.novonordisk.com.br. Novo Nordisk Brasildoença e tratamento. --- Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento. Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo. --- 6. Sarceni V. Sí/f_i lis congênita. In: Passos MR. DST 5. Doenças sexualmente tr...
Para mais informações, visitewww.novonordisk.com.br. Novo Nordisk Brasildoença e tratamento. --- Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento. Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo. --- 6. Sarceni V. Sí/f_i lis congênita. In: Passos MR. DST 5. Doenças sexualmente tr...
Para mais informações, visitewww.novonordisk.com.br. Novo Nordisk Brasildoença e tratamento. --- Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento. Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo. --- 6. Sarceni V. Sí/f_i lis congênita. In: Passos MR. DST 5. Doenças sexualmente tr...
Para mais informações, visitewww.novonordisk.com.br. Novo Nordisk Brasildoença e tratamento. --- Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento. Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo. --- 6. Sarceni V. Sí/f_i lis congênita. In: Passos MR. DST 5. Doenças sexualmente tr...
Para mais informações, visitewww.novonordisk.com.br. Novo Nordisk Brasildoença e tratamento. --- Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento. Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo. --- 6. Sarceni V. Sí/f_i lis congênita. In: Passos MR. DST 5. Doenças sexualmente tr...
Para mais informações, visitewww.novonordisk.com.br. Novo Nordisk Brasildoença e tratamento. --- Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento. Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo. --- 6. Sarceni V. Sí/f_i lis congênita. In: Passos MR. DST 5. Doenças sexualmente tr...
```json {"justificativa":"O contexto analisado é irrelevante para a pergunta do usuário, que busca informações específicas sobre o tratamento do sapinho na língua de uma criança. O documento menciona doenças sexualmente transmissíveis e informações gerais sobre saúde, mas não aborda diretamente o problema do sapinho in...
10,475
Efeito do anticoncepcional entre doses, uso de anticoncepcional trimestral, eficácia do anticoncepcional, relações sexuais após administração de anticoncepcional.
o anticoncepcional perde o efeito entre uma dose e outra posso tomar a segunda dose trimestral e ter relações no dia seguinte
se você está aplicando a segunda dose certinho não terá risco de engravidar mas lembrese das doenças sexualmente transmissíveis tão bem prevenidas com uso de preservativo também
Tratamento hormonal de transexuais femininos ou homens transexuaisO objetivo do tratamento hormonal de transexuais femininos ou homens transexuais é induzir virilização e clitoromegalia,produzir padrão masculino de crescimento dos pelos faciais e corporais, promover o aumento da massa muscular e cessar osciclos menstr...
Tratamento hormonal de transexuais femininos ou homens transexuaisO objetivo do tratamento hormonal de transexuais femininos ou homens transexuais é induzir virilização e clitoromegalia,produzir padrão masculino de crescimento dos pelos faciais e corporais, promover o aumento da massa muscular e cessar osciclos menstr...
Tratamento hormonal de transexuais femininos ou homens transexuaisO objetivo do tratamento hormonal de transexuais femininos ou homens transexuais é induzir virilização e clitoromegalia,produzir padrão masculino de crescimento dos pelos faciais e corporais, promover o aumento da massa muscular e cessar osciclos menstr...
Tratamento hormonal de transexuais femininos ou homens transexuaisO objetivo do tratamento hormonal de transexuais femininos ou homens transexuais é induzir virilização e clitoromegalia,produzir padrão masculino de crescimento dos pelos faciais e corporais, promover o aumento da massa muscular e cessar osciclos menstr...
Tratamento hormonal de transexuais femininos ou homens transexuaisO objetivo do tratamento hormonal de transexuais femininos ou homens transexuais é induzir virilização e clitoromegalia,produzir padrão masculino de crescimento dos pelos faciais e corporais, promover o aumento da massa muscular e cessar osciclos menstr...
Tratamento hormonal de transexuais femininos ou homens transexuaisO objetivo do tratamento hormonal de transexuais femininos ou homens transexuais é induzir virilização e clitoromegalia,produzir padrão masculino de crescimento dos pelos faciais e corporais, promover o aumento da massa muscular e cessar osciclos menstr...
Tratamento hormonal de transexuais femininos ou homens transexuaisO objetivo do tratamento hormonal de transexuais femininos ou homens transexuais é induzir virilização e clitoromegalia,produzir padrão masculino de crescimento dos pelos faciais e corporais, promover o aumento da massa muscular e cessar osciclos menstr...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- ■ MenopausaHá estudos que demonstraram de forma inconsistent...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- As doses e o tempo de uso também influenciam na ocorrência d...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- ■ MenopausaHá estudos que demonstraram de forma inconsistent...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- ■ MenopausaHá estudos que demonstraram de forma inconsistent...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- ■ MenopausaHá estudos que demonstraram de forma inconsistent...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- ■ MenopausaHá estudos que demonstraram de forma inconsistent...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- ■ MenopausaHá estudos que demonstraram de forma inconsistent...
{"justificativa": "O contexto não aborda diretamente a pergunta sobre o efeito do anticoncepcional entre as doses ou a possibilidade de ter relações após a segunda dose trimestral. Embora mencione anticoncepcionais, não fornece informações específicas ou relevantes para responder à dúvida do usuário.", "nota": 1}
11,314
metronidazol clamídia corrimento persistente tratamento sintomas
estou tomando metronidazol faz dias hoje pra clamidia mais ainda estou com um pouco de corrimento é assim mesmo
o metronidazol costuma ser prescrito para pelo menos dias de qualquer modo depois que acabar de tomálo presumo que o médico deve ter pedido para você retornar
4. Tratamento de VB: metronidazol 500 mg VO de 12 em 12 horas ou metronidazol gel ou clindamicina 2% vaginal, todos durante sete dias; alternativamente, tinidazol 2g por VO duas vezes ao dia, por dois dias (A), ou tinidazol 1g VO uma vez ao dia, por cinco dias (A), ou clindamicina 300 mg por VO de 12 em 12 horas, por ...
4. Tratamento de VB: metronidazol 500 mg VO de 12 em 12 horas ou metronidazol gel ou clindamicina 2% vaginal, todos durante sete dias; alternativamente, tinidazol 2g por VO duas vezes ao dia, por dois dias (A), ou tinidazol 1g VO uma vez ao dia, por cinco dias (A), ou clindamicina 300 mg por VO de 12 em 12 horas, por ...
4. Tratamento de VB: metronidazol 500 mg VO de 12 em 12 horas ou metronidazol gel ou clindamicina 2% vaginal, todos durante sete dias; alternativamente, tinidazol 2g por VO duas vezes ao dia, por dois dias (A), ou tinidazol 1g VO uma vez ao dia, por cinco dias (A), ou clindamicina 300 mg por VO de 12 em 12 horas, por ...
4. Tratamento de VB: metronidazol 500 mg VO de 12 em 12 horas ou metronidazol gel ou clindamicina 2% vaginal, todos durante sete dias; alternativamente, tinidazol 2g por VO duas vezes ao dia, por dois dias (A), ou tinidazol 1g VO uma vez ao dia, por cinco dias (A), ou clindamicina 300 mg por VO de 12 em 12 horas, por ...
4. Tratamento de VB: metronidazol 500 mg VO de 12 em 12 horas ou metronidazol gel ou clindamicina 2% vaginal, todos durante sete dias; alternativamente, tinidazol 2g por VO duas vezes ao dia, por dois dias (A), ou tinidazol 1g VO uma vez ao dia, por cinco dias (A), ou clindamicina 300 mg por VO de 12 em 12 horas, por ...
4. Tratamento de VB: metronidazol 500 mg VO de 12 em 12 horas ou metronidazol gel ou clindamicina 2% vaginal, todos durante sete dias; alternativamente, tinidazol 2g por VO duas vezes ao dia, por dois dias (A), ou tinidazol 1g VO uma vez ao dia, por cinco dias (A), ou clindamicina 300 mg por VO de 12 em 12 horas, por ...
4. Tratamento de VB: metronidazol 500 mg VO de 12 em 12 horas ou metronidazol gel ou clindamicina 2% vaginal, todos durante sete dias; alternativamente, tinidazol 2g por VO duas vezes ao dia, por dois dias (A), ou tinidazol 1g VO uma vez ao dia, por cinco dias (A), ou clindamicina 300 mg por VO de 12 em 12 horas, por ...
7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alterna...
7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alterna...
7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alterna...
7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alterna...
7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alterna...
7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alterna...
7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alterna...
```json {"justificativa": "O contexto analisa o tratamento para tricomoníase, incluindo o uso de metronidazol, e menciona a possibilidade de resistência ao medicamento, além da importância de tratar os parceiros. No entanto, não aborda diretamente a continuidade de corrimento após o tratamento. Portanto, é útil, mas nã...
15,424
camisinha estourou, ejaculação, pílula do dia seguinte, muco transparente, ciclo menstrual, gravidez
camisinha estourou houve ejaculação tomei a pílula do dia seguinte minutos depois agora está saindo um muco transparente pois estava próximo de menstruar estou grávida
olá você fez tudo certo usou camisinha e como estourou usou pílula de emergência parabéns não deves ter engravidado ok
Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- TABELA 15-9 Características do ciclo menstrualFases menstruaisDia do ciclo 1-5 6-14 15-28Fase ovariana Folicular inicial Folicular LúteaFase endometrial Menstrual Proliferativa SecretoraEstrogênio/progesterona Níveis baixos Es...
Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- TABELA 15-9 Características do ciclo menstrualFases menstruaisDia do ciclo 1-5 6-14 15-28Fase ovariana Folicular inicial Folicular LúteaFase endometrial Menstrual Proliferativa SecretoraEstrogênio/progesterona Níveis baixos Es...
Caso ele ejacule dentro o efeito da pílula seria o mesmo? “Tive relação sexual com meu namorado sem camisinha e ele tirou fora antes de ejacular. Eu tomei a pílula, mas tive uma dúvida depois. Caso ele ejacule dentro o efeito da pílula seria o mesmo?” Sim, o efeito é o mesmo, porque a pílula normalmente age atrasando a...
Caso ele ejacule dentro o efeito da pílula seria o mesmo? “Tive relação sexual com meu namorado sem camisinha e ele tirou fora antes de ejacular. Eu tomei a pílula, mas tive uma dúvida depois. Caso ele ejacule dentro o efeito da pílula seria o mesmo?” Sim, o efeito é o mesmo, porque a pílula normalmente age atrasando a...
Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- TABELA 15-9 Características do ciclo menstrualFases menstruaisDia do ciclo 1-5 6-14 15-28Fase ovariana Folicular inicial Folicular LúteaFase endometrial Menstrual Proliferativa SecretoraEstrogênio/progesterona Níveis baixos Es...
Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- TABELA 15-9 Características do ciclo menstrualFases menstruaisDia do ciclo 1-5 6-14 15-28Fase ovariana Folicular inicial Folicular LúteaFase endometrial Menstrual Proliferativa SecretoraEstrogênio/progesterona Níveis baixos Es...
Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- TABELA 15-9 Características do ciclo menstrualFases menstruaisDia do ciclo 1-5 6-14 15-28Fase ovariana Folicular inicial Folicular LúteaFase endometrial Menstrual Proliferativa SecretoraEstrogênio/progesterona Níveis baixos Es...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Menos comuns: abstinência, acatisia, agitação, agranulocitose, alteração na conduçãocardíaca, alteração no ECG, alteração da função hepática, amenorreia, anemia aplásica,anorgasmia, ata...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem...
{"justificativa": "O contexto analisado não fornece informações diretas sobre a situação descrita na pergunta, que envolve a possibilidade de gravidez após a relação sexual, o uso da pílula do dia seguinte e suas consequências, além da descrição de sintomas. O documento discute padrões de sangramento e substâncias rela...
3,965
lesão de alto grau, Papanicolau positivo, colposcopia normal, acompanhamento ginecológico, repetir citologia, tratamento colposcópico.
me ajuda fiz uma consulta particular e fiz um papanicolau este deu positivo para lesão de alto grau a médica já me marcou um caf mesmo a colposcopia sendo normal daí repetir o preventivo onde já faço acompanhamento e tudo deu normal colposcopia preventivo tudo normal o que devo fazer
olá o papanicolaou com lesão de alto grau precisa de colposcopia a possibilidade de falso positivo do papanicolaou é possível mas é baixa na colposcopia o médico tem que ter certeza que a avaliação foi satisfatória e a junção escamocolunar tem que ser visível o seu médico poderá ter a necessidade de avaliar canal endoc...
TABELA 29-6 Considerações clínicas sobre a colposcopiaObjetivos clínicosProporcionar visão amplificada do trato genital inferiorIdentificar a junção escamocolunar do colo uterinoDetectar lesões sugestivas de neoplasiaOrientar a biópsia das lesõesMonitorar pacientes com histórico atual ou prévio de neoplasia do trato ge...
TABELA 29-6 Considerações clínicas sobre a colposcopiaObjetivos clínicosProporcionar visão amplificada do trato genital inferiorIdentificar a junção escamocolunar do colo uterinoDetectar lesões sugestivas de neoplasiaOrientar a biópsia das lesõesMonitorar pacientes com histórico atual ou prévio de neoplasia do trato ge...
TABELA 29-6 Considerações clínicas sobre a colposcopiaObjetivos clínicosProporcionar visão amplificada do trato genital inferiorIdentificar a junção escamocolunar do colo uterinoDetectar lesões sugestivas de neoplasiaOrientar a biópsia das lesõesMonitorar pacientes com histórico atual ou prévio de neoplasia do trato ge...
TABELA 29-6 Considerações clínicas sobre a colposcopiaObjetivos clínicosProporcionar visão amplificada do trato genital inferiorIdentificar a junção escamocolunar do colo uterinoDetectar lesões sugestivas de neoplasiaOrientar a biópsia das lesõesMonitorar pacientes com histórico atual ou prévio de neoplasia do trato ge...
TABELA 29-6 Considerações clínicas sobre a colposcopiaObjetivos clínicosProporcionar visão amplificada do trato genital inferiorIdentificar a junção escamocolunar do colo uterinoDetectar lesões sugestivas de neoplasiaOrientar a biópsia das lesõesMonitorar pacientes com histórico atual ou prévio de neoplasia do trato ge...
TABELA 29-6 Considerações clínicas sobre a colposcopiaObjetivos clínicosProporcionar visão amplificada do trato genital inferiorIdentificar a junção escamocolunar do colo uterinoDetectar lesões sugestivas de neoplasiaOrientar a biópsia das lesõesMonitorar pacientes com histórico atual ou prévio de neoplasia do trato ge...
TABELA 29-6 Considerações clínicas sobre a colposcopiaObjetivos clínicosProporcionar visão amplificada do trato genital inferiorIdentificar a junção escamocolunar do colo uterinoDetectar lesões sugestivas de neoplasiaOrientar a biópsia das lesõesMonitorar pacientes com histórico atual ou prévio de neoplasia do trato ge...
2. Lesão escamosa de baixo grau (LSIL/LIEBG): representa o segundo diagnóstico citopatológico mais frequente, precedida apenas pela categoria ASC-US. A conduta é repetir a colpocitolo-gia pelo menos seis a 12 semanas após o término da gestação.(16)3. Lesão escamosa de alto grau (HSIL/LIEAG) ou lesões de maior gravidade...
2. Lesão escamosa de baixo grau (LSIL/LIEBG): representa o segundo diagnóstico citopatológico mais frequente, precedida apenas pela categoria ASC-US. A conduta é repetir a colpocitolo-gia pelo menos seis a 12 semanas após o término da gestação.(16)3. Lesão escamosa de alto grau (HSIL/LIEAG) ou lesões de maior gravidade...
2. Lesão escamosa de baixo grau (LSIL/LIEBG): representa o segundo diagnóstico citopatológico mais frequente, precedida apenas pela categoria ASC-US. A conduta é repetir a colpocitolo-gia pelo menos seis a 12 semanas após o término da gestação.(16)3. Lesão escamosa de alto grau (HSIL/LIEAG) ou lesões de maior gravidade...
2. Lesão escamosa de baixo grau (LSIL/LIEBG): representa o segundo diagnóstico citopatológico mais frequente, precedida apenas pela categoria ASC-US. A conduta é repetir a colpocitolo-gia pelo menos seis a 12 semanas após o término da gestação.(16)3. Lesão escamosa de alto grau (HSIL/LIEAG) ou lesões de maior gravidade...
2. Lesão escamosa de baixo grau (LSIL/LIEBG): representa o segundo diagnóstico citopatológico mais frequente, precedida apenas pela categoria ASC-US. A conduta é repetir a colpocitolo-gia pelo menos seis a 12 semanas após o término da gestação.(16)3. Lesão escamosa de alto grau (HSIL/LIEAG) ou lesões de maior gravidade...
2. Lesão escamosa de baixo grau (LSIL/LIEBG): representa o segundo diagnóstico citopatológico mais frequente, precedida apenas pela categoria ASC-US. A conduta é repetir a colpocitolo-gia pelo menos seis a 12 semanas após o término da gestação.(16)3. Lesão escamosa de alto grau (HSIL/LIEAG) ou lesões de maior gravidade...
2. Lesão escamosa de baixo grau (LSIL/LIEBG): representa o segundo diagnóstico citopatológico mais frequente, precedida apenas pela categoria ASC-US. A conduta é repetir a colpocitolo-gia pelo menos seis a 12 semanas após o término da gestação.(16)3. Lesão escamosa de alto grau (HSIL/LIEAG) ou lesões de maior gravidade...
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre lesões de alto grau, procedimentos como colposcopia e manejo em casos de avaliações negativas, o que pode ser útil para entender a situação da paciente. No entanto, não oferece diretrizes claras sobre os passos a serem tomados após resultados normais em colposcopi...
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Uso de dienogeste por um mês, episódios de menstruação, dor abdominal, cólicas menstruais, normalidade.
faz um mês que estou tomando dienogeste nesse período menstruei vezes e sinto muita cólica isso é normal
falta alguns detalhes na sua história clinica ficando difícil te responder com precisão no entanto o dienogeste é uma medicação usada basicamente para tratar problemas ginecológicos bem definidos que cursam com estes sintomas que você se queixa a eficiência do tratamento só começa a ser sentida após determinado tempo d...
Procedimentos como embolização intra-arterial, aplicações periódicas de ácido zoledrônico, denosumabe ou injeções decimento também são úteis. --- Hoffman_11.indd 307 03/10/13 16:58apostilasmedicina@hotmail.comExames laboratoriaisNão obstante os benefícios de anamnese e exame físico com-pletos, sua sensibilidade par...
Procedimentos como embolização intra-arterial, aplicações periódicas de ácido zoledrônico, denosumabe ou injeções decimento também são úteis. --- Hoffman_11.indd 307 03/10/13 16:58apostilasmedicina@hotmail.comExames laboratoriaisNão obstante os benefícios de anamnese e exame físico com-pletos, sua sensibilidade par...
Procedimentos como embolização intra-arterial, aplicações periódicas de ácido zoledrônico, denosumabe ou injeções decimento também são úteis. --- Hoffman_11.indd 307 03/10/13 16:58apostilasmedicina@hotmail.comExames laboratoriaisNão obstante os benefícios de anamnese e exame físico com-pletos, sua sensibilidade par...
Procedimentos como embolização intra-arterial, aplicações periódicas de ácido zoledrônico, denosumabe ou injeções decimento também são úteis. --- Hoffman_11.indd 307 03/10/13 16:58apostilasmedicina@hotmail.comExames laboratoriaisNão obstante os benefícios de anamnese e exame físico com-pletos, sua sensibilidade par...
Cólicas menstruais(Dismenorreia; menstruação dolorosa)PorJoAnn V. Pinkerton, MD, University of Virginia Health SystemRevisado/Corrigido: fev. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosCausas|Avaliação|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (0)Modelos ...
Procedimentos como embolização intra-arterial, aplicações periódicas de ácido zoledrônico, denosumabe ou injeções decimento também são úteis. --- Hoffman_11.indd 307 03/10/13 16:58apostilasmedicina@hotmail.comExames laboratoriaisNão obstante os benefícios de anamnese e exame físico com-pletos, sua sensibilidade par...
Cólicas menstruais(Dismenorreia; menstruação dolorosa)PorJoAnn V. Pinkerton, MD, University of Virginia Health SystemRevisado/Corrigido: fev. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEFatos rápidosCausas|Avaliação|Tratamento|Pontos-chave|Recursos do assuntoAnálises laboratoriais (0)Áudio (0)Imagens (0)Modelos ...
O Dienogest, outro progestogênio sintético, também foi estudado para uso em endometriose. Em um ensaio clínico randomizado, duplo-cego, controlado com placebo, com du-ração de 12 semanas, concluiu-se que o fármaco foi significati-vamente mais efetivo que o placebo para redução da dor asso-ciada à endometriose quando ut...
O Dienogest, outro progestogênio sintético, também foi estudado para uso em endometriose. Em um ensaio clínico randomizado, duplo-cego, controlado com placebo, com du-ração de 12 semanas, concluiu-se que o fármaco foi significati-vamente mais efetivo que o placebo para redução da dor asso-ciada à endometriose quando ut...
O Dienogest, outro progestogênio sintético, também foi estudado para uso em endometriose. Em um ensaio clínico randomizado, duplo-cego, controlado com placebo, com du-ração de 12 semanas, concluiu-se que o fármaco foi significati-vamente mais efetivo que o placebo para redução da dor asso-ciada à endometriose quando ut...
O Dienogest, outro progestogênio sintético, também foi estudado para uso em endometriose. Em um ensaio clínico randomizado, duplo-cego, controlado com placebo, com du-ração de 12 semanas, concluiu-se que o fármaco foi significati-vamente mais efetivo que o placebo para redução da dor asso-ciada à endometriose quando ut...
O Dienogest, outro progestogênio sintético, também foi estudado para uso em endometriose. Em um ensaio clínico randomizado, duplo-cego, controlado com placebo, com du-ração de 12 semanas, concluiu-se que o fármaco foi significati-vamente mais efetivo que o placebo para redução da dor asso-ciada à endometriose quando ut...
O Dienogest, outro progestogênio sintético, também foi estudado para uso em endometriose. Em um ensaio clínico randomizado, duplo-cego, controlado com placebo, com du-ração de 12 semanas, concluiu-se que o fármaco foi significati-vamente mais efetivo que o placebo para redução da dor asso-ciada à endometriose quando ut...
O Dienogest, outro progestogênio sintético, também foi estudado para uso em endometriose. Em um ensaio clínico randomizado, duplo-cego, controlado com placebo, com du-ração de 12 semanas, concluiu-se que o fármaco foi significati-vamente mais efetivo que o placebo para redução da dor asso-ciada à endometriose quando ut...
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o Dienogeste e seus efeitos em relação à dor associada à endometriose, mas não aborda diretamente a menstruação ou cólicas que o usuário está experienciando. Portanto, as informações são úteis, mas insuficientes para uma resposta completa à pergunta.", "nota": 2}
16,050
selene, microcistos, ovários policísticos, cistos periféricos, tratamento, diferenciação clínica
selene é bom pra microcistos e qual a diferença de ovários policísticos com microcistos perifericos
olá os anticoncepcionais fazem parte do tratamento da síndrome de ovário policísticos existem outras medicações que podem ser utilizadas dependendo de vários fatores como idade peso e outros sintomas que a paciente possa estar apresentando como irregularidade menstrual excesso de pelos acne atualmente vem se recomendan...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional d...
Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional d...
Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional d...
Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional d...
Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional d...
Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional d...
Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional d...
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a síndrome dos ovários policísticos e algumas características relacionadas, mas não aborda diretamente a eficácia do Selene para microcistos nem explica a diferença entre ovários policísticos e microcistos periféricos. Isso torna o contexto insuficiente para respo...
13,105
medicação para alívio de ondas de calor, tratamento de sintomas climatéricos, terapia hormonal, fitoestrogênios, alívio da menopausa, alternativas para ondas de calor
existe uma medicação pra acabar essa onda de calor terrível que sinto
sim existe o tratamento deve ser precedido por avaliação clinica e hormonal a medicação quando indicada pode ser oral transdermica através da pele dentre outras formas que o especialista poderá te indicaratenciosamentedr sergio mattioda brasilia df
Alternativas não hormonais incluem o uso de alguns antidepressivos (p. ex., fluoxetina, paroxetina, escitalopram evenlafaxina) e gabapentina, entre outras. Baixas doses de estrógeno vaginal podem ser terapia efetiva para a síndromegeniturinária da menopausa. Referências bibliográficas Zain A, Santoro N. Menopausal horm...
Alternativas não hormonais incluem o uso de alguns antidepressivos (p. ex., fluoxetina, paroxetina, escitalopram evenlafaxina) e gabapentina, entre outras. Baixas doses de estrógeno vaginal podem ser terapia efetiva para a síndromegeniturinária da menopausa. Referências bibliográficas Zain A, Santoro N. Menopausal horm...
Como combater as ondas de calor da menopausa Algumas formas de combater as ondas de calor da menopausa são fazer a terapia de reposição hormonal, usar remédios antidepressivos, mudar os hábitos de vida, incluir na dieta alimentos à base de soja, ou até usar suplementos naturais ou chás, por exemplo. Encontre um Ginecol...
Como combater as ondas de calor da menopausa Algumas formas de combater as ondas de calor da menopausa são fazer a terapia de reposição hormonal, usar remédios antidepressivos, mudar os hábitos de vida, incluir na dieta alimentos à base de soja, ou até usar suplementos naturais ou chás, por exemplo. Encontre um Ginecol...
Alternativas não hormonais incluem o uso de alguns antidepressivos (p. ex., fluoxetina, paroxetina, escitalopram evenlafaxina) e gabapentina, entre outras. Baixas doses de estrógeno vaginal podem ser terapia efetiva para a síndromegeniturinária da menopausa. Referências bibliográficas Zain A, Santoro N. Menopausal horm...
Alternativas não hormonais incluem o uso de alguns antidepressivos (p. ex., fluoxetina, paroxetina, escitalopram evenlafaxina) e gabapentina, entre outras. Baixas doses de estrógeno vaginal podem ser terapia efetiva para a síndromegeniturinária da menopausa. Referências bibliográficas Zain A, Santoro N. Menopausal horm...
Alternativas não hormonais incluem o uso de alguns antidepressivos (p. ex., fluoxetina, paroxetina, escitalopram evenlafaxina) e gabapentina, entre outras. Baixas doses de estrógeno vaginal podem ser terapia efetiva para a síndromegeniturinária da menopausa. Referências bibliográficas Zain A, Santoro N. Menopausal horm...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- (17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauter...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- (17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauter...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- Como combater as ondas de calor da menopausa Algumas formas de combater as ondas de calor da menopausa são fazer a terapia de reposição hor...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- Como combater as ondas de calor da menopausa Algumas formas de combater as ondas de calor da menopausa são fazer a terapia de reposição hor...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- (17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauter...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- (17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauter...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- (17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauter...
{"justificativa": "O contexto menciona a terapia hormonal da menopausa como a opção mais efetiva para sintomas vasomotores e também faz referência a agentes não hormonais que têm sido utilizados, embora com eficácia limitada. Isso é relevante para a pergunta sobre medicação para ondas de calor, embora não contenha uma ...
28,409
mioma, hemorragia, DIU, Mirena, menstruação abundante, escapes, comportamento do DIU com miomas
tenho um mioma que causava bastante hemorragia a medica indicou o diu ha meses estava tendo pequenos escapes apenas e agora tive uma menstruação com volume grande isso é normal como se comporta o diu mirena com os miomas
olá o mioma é um tumor benigno do útero com risco de malignidade muito baixo presente em a das mulheres apenas das mulheres apresentam algum sintoma e precisam de algum tratamento como sangramento uterino anormal cólicas menstruais dor pélvica dor na relação sexual infertilidade etc ter miomas não é igual fazer cirurgi...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
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Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
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{"justificativa": "O contexto fornece informações relacionadas ao uso do DIU em pacientes com miomas, além de mencionar a possibilidade de sangramentos anormais. Contudo, não aborda especificamente o comportamento do DIU Mirena em relação aos miomas e a situação de menstruação intensa apresentada pelo usuário, tornando...
28,915
sangramento espontâneo seio esquerdo, ultrassonografia, derrame papilar hemorrágico, cisto complexo, BI-RADS, biópsia, probabilidade de não ter câncer
meu seio esquerdo teve um sangramento espontâneo um dia após fiz uma ultrassonografia e no resultado apareceu derrame papilar hemorrágico um cisto complexo e birads precisei fazer uma biópsia gostaria de saber quais são as chances que tenho de não estar com câncer
boa tarde desgrava papilar hemorrágica significa sangramento espontâneo pelo bico do peito é um achado suspeito de ser maligno e deve ser investigado a principal causa de saída de secreção com sangue pelo mamilo são papilomas tumores que crescem dentro dos ductos mamários e não são malignos mas são lesões que devem ser...
Como alternativa à ultrassonografia, pode-se optar por biópsia em consultório com trocarte de Pipelle ou por dila-tação e curetagem (D&C) em regime ambulatorial como me-didas iniciais para investigação de quadros de sangramento anormal (Merisio, 2005). Macroscopicamente, o endométrio hiperplásico não é característico, ...
Como alternativa à ultrassonografia, pode-se optar por biópsia em consultório com trocarte de Pipelle ou por dila-tação e curetagem (D&C) em regime ambulatorial como me-didas iniciais para investigação de quadros de sangramento anormal (Merisio, 2005). Macroscopicamente, o endométrio hiperplásico não é característico, ...
Como alternativa à ultrassonografia, pode-se optar por biópsia em consultório com trocarte de Pipelle ou por dila-tação e curetagem (D&C) em regime ambulatorial como me-didas iniciais para investigação de quadros de sangramento anormal (Merisio, 2005). Macroscopicamente, o endométrio hiperplásico não é característico, ...
Como alternativa à ultrassonografia, pode-se optar por biópsia em consultório com trocarte de Pipelle ou por dila-tação e curetagem (D&C) em regime ambulatorial como me-didas iniciais para investigação de quadros de sangramento anormal (Merisio, 2005). Macroscopicamente, o endométrio hiperplásico não é característico, ...
Como alternativa à ultrassonografia, pode-se optar por biópsia em consultório com trocarte de Pipelle ou por dila-tação e curetagem (D&C) em regime ambulatorial como me-didas iniciais para investigação de quadros de sangramento anormal (Merisio, 2005). Macroscopicamente, o endométrio hiperplásico não é característico, ...
Como alternativa à ultrassonografia, pode-se optar por biópsia em consultório com trocarte de Pipelle ou por dila-tação e curetagem (D&C) em regime ambulatorial como me-didas iniciais para investigação de quadros de sangramento anormal (Merisio, 2005). Macroscopicamente, o endométrio hiperplásico não é característico, ...
Como alternativa à ultrassonografia, pode-se optar por biópsia em consultório com trocarte de Pipelle ou por dila-tação e curetagem (D&C) em regime ambulatorial como me-didas iniciais para investigação de quadros de sangramento anormal (Merisio, 2005). Macroscopicamente, o endométrio hiperplásico não é característico, ...
DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- Densidade assimétrica focal palpável. Ducto dilatado solitário, associado ao /f_l uxo papilar espontâneo. BI-RADS V – Estas lesõ...
DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- Densidade assimétrica focal palpável. Ducto dilatado solitário, associado ao /f_l uxo papilar espontâneo. BI-RADS V – Estas lesõ...
DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- Densidade assimétrica focal palpável. Ducto dilatado solitário, associado ao /f_l uxo papilar espontâneo. BI-RADS V – Estas lesõ...
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DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- Densidade assimétrica focal palpável. Ducto dilatado solitário, associado ao /f_l uxo papilar espontâneo. BI-RADS V – Estas lesõ...
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DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- Densidade assimétrica focal palpável. Ducto dilatado solitário, associado ao /f_l uxo papilar espontâneo. BI-RADS V – Estas lesõ...
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre classificações BI-RADS e possíveis características de lesões mamárias, incluindo aquelas com alta probabilidade de malignidade. No entanto, ele não aborda diretamente a questão das chances de não ter câncer após um sangramento e biópsia, o que limita a ...
11,903
Tratamento gonorreia dor testículo
no tratamento contra a gonorreia é normal sentir dores no testiculo
olá obrigado por perguntar você pergunta se é normal ocorrerem dores no testículo durante o tratamento contra gonorreia não temos visto dor testicular causada pelo tratamento clássico da gonorreia a dor testicular pode ser causada pela orquite ou inflamação do testículo e a orquite pode até se dever à gonorreia apesar ...
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve rel...
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve rel...
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve rel...
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve rel...
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve rel...
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve rel...
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve rel...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
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{"justificativa":"O contexto aborda o tratamento para gonorreia e menciona complicações, incluindo epididimite, que é uma condição que pode causar dor nos testículos. No entanto, não fornece informação específica sobre a dor testicular como sintoma comum ou esperado durante o tratamento. Portanto, embora haja informaçõ...
7,745
verrugas genitais, HPV, infecção por papilomavírus humano, diagnóstico de verrugas, possíveis causas de verrugas genitais
apareceram verrugas estou com medo de ser hpvnas não quero sofrer antecipada gostaria de saber se toda verruga genital é hpv
não portanto é muito que seja examinada existem varios sorotipotos do virus do hpv quatro deles são de principal interesse em ginecologia a nic é uma lesão no colo uterino provocada pelo hpv um vírus sexualmente transmissível as verrugas genitais tambem podem ser a expressão clinica da infecção pelo hpv porem nem toda ...
Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificad...
Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificad...
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Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificad...
A presença de verrugas genitais em crianças após a primeira infância é sempre motivo para se considerar a possibilidade de abuso sexual. T oda-via, a infecção por contato não sexual, autoino-culação ou fômite parece ser possível. Essa possi-bilidade foi corroborada por relatos de tipos não genitais de HPV em uma minori...
A presença de verrugas genitais em crianças após a primeira infância é sempre motivo para se considerar a possibilidade de abuso sexual. T oda-via, a infecção por contato não sexual, autoino-culação ou fômite parece ser possível. Essa possi-bilidade foi corroborada por relatos de tipos não genitais de HPV em uma minori...
A presença de verrugas genitais em crianças após a primeira infância é sempre motivo para se considerar a possibilidade de abuso sexual. T oda-via, a infecção por contato não sexual, autoino-culação ou fômite parece ser possível. Essa possi-bilidade foi corroborada por relatos de tipos não genitais de HPV em uma minori...
A presença de verrugas genitais em crianças após a primeira infância é sempre motivo para se considerar a possibilidade de abuso sexual. T oda-via, a infecção por contato não sexual, autoino-culação ou fômite parece ser possível. Essa possi-bilidade foi corroborada por relatos de tipos não genitais de HPV em uma minori...
A presença de verrugas genitais em crianças após a primeira infância é sempre motivo para se considerar a possibilidade de abuso sexual. T oda-via, a infecção por contato não sexual, autoino-culação ou fômite parece ser possível. Essa possi-bilidade foi corroborada por relatos de tipos não genitais de HPV em uma minori...
A presença de verrugas genitais em crianças após a primeira infância é sempre motivo para se considerar a possibilidade de abuso sexual. T oda-via, a infecção por contato não sexual, autoino-culação ou fômite parece ser possível. Essa possi-bilidade foi corroborada por relatos de tipos não genitais de HPV em uma minori...
A presença de verrugas genitais em crianças após a primeira infância é sempre motivo para se considerar a possibilidade de abuso sexual. T oda-via, a infecção por contato não sexual, autoino-culação ou fômite parece ser possível. Essa possi-bilidade foi corroborada por relatos de tipos não genitais de HPV em uma minori...
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre verrugas genitais, incluindo a relação com o HPV, mas não esclarece diretamente se todas as verrugas genitais são causadas pelo HPV. Há mencões a diagnósticos e infecções relacionadas, mas falta uma resposta definitiva à pergunta do usuário sobre a natureza das ve...
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Evolução da endometriose na menopausa
os focos da endometriose continuam evoluindo mesmo estando na menopausa
é necessário verificar também se ainda persistem os focos de endometriose e se estão acometendo alguma estrutura como a bexiga ou intestino por exemplo exames como a ressonância nuclear magnética auxiliam na investigação podendo ou não haver necessidade da realização de uma laparoscopia videolaparoscopia exploradora qu...
FISIOPATOLOGIA ■ EtiologiaEmbora a causa definitiva de endometriose ainda seja desco-nhecida, várias teorias têm sido propostas. Menstruação retrógradaA teoria mais antiga e aceita propõe a ocorrência de mens-truação retrógrada por meio das trompas de Falópio com subsequente disseminação do tecido endometrial no interi...
FISIOPATOLOGIA ■ EtiologiaEmbora a causa definitiva de endometriose ainda seja desco-nhecida, várias teorias têm sido propostas. Menstruação retrógradaA teoria mais antiga e aceita propõe a ocorrência de mens-truação retrógrada por meio das trompas de Falópio com subsequente disseminação do tecido endometrial no interi...
FISIOPATOLOGIA ■ EtiologiaEmbora a causa definitiva de endometriose ainda seja desco-nhecida, várias teorias têm sido propostas. Menstruação retrógradaA teoria mais antiga e aceita propõe a ocorrência de mens-truação retrógrada por meio das trompas de Falópio com subsequente disseminação do tecido endometrial no interi...
FISIOPATOLOGIA ■ EtiologiaEmbora a causa definitiva de endometriose ainda seja desco-nhecida, várias teorias têm sido propostas. Menstruação retrógradaA teoria mais antiga e aceita propõe a ocorrência de mens-truação retrógrada por meio das trompas de Falópio com subsequente disseminação do tecido endometrial no interi...
FISIOPATOLOGIA ■ EtiologiaEmbora a causa definitiva de endometriose ainda seja desco-nhecida, várias teorias têm sido propostas. Menstruação retrógradaA teoria mais antiga e aceita propõe a ocorrência de mens-truação retrógrada por meio das trompas de Falópio com subsequente disseminação do tecido endometrial no interi...
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FISIOPATOLOGIA ■ EtiologiaEmbora a causa definitiva de endometriose ainda seja desco-nhecida, várias teorias têm sido propostas. Menstruação retrógradaA teoria mais antiga e aceita propõe a ocorrência de mens-truação retrógrada por meio das trompas de Falópio com subsequente disseminação do tecido endometrial no interi...
FISIOPATOLOGIA ■ EtiologiaEmbora a causa definitiva de endometriose ainda seja desco-nhecida, várias teorias têm sido propostas. Menstruação retrógradaA teoria mais antiga e aceita propõe a ocorrência de mens-truação retrógrada por meio das trompas de Falópio com subsequente disseminação do tecido endometrial no interi...
{"justificativa": "O contexto analisado discute aspectos fisiopatológicos da endometriose, incluindo fatores como menstruação retrógrada e o sistema imunológico, mas não aborda diretamente o comportamento da endometriose após a menopausa. Essa falta de informação específica sobre a evolução da endometriose durante a me...
16,925
dor ovariana direita, dor lombar, síndrome da dor pélvica, doenças ovarianas, possíveis causas de dor ovariana, dismenorreia, endometriose, torção ovariana, cisto ovariano
sinto dor no ovario direito puxando para as costas o que será
pode ser causada por alguma tumoração na região mais comumente um cisto de ovário podemos pensar também em cálculo renal infecçõessugiro que você passe em avaliação médicaatenciosamentedr renato gil nisenbaum
AdenomioseA presença de tecido endometrial ectópico entre as /f_i bras do mio-métrio habitualmente cursa com dor pélvica cíclica, manifestan-do-se geralmente com dismenorreia intensa e com sangramento uterino anormal. A dor pode ser causada pelo sangramento ou pela descamação das ilhas de endométrio presentes no inte...
AdenomioseA presença de tecido endometrial ectópico entre as /f_i bras do mio-métrio habitualmente cursa com dor pélvica cíclica, manifestan-do-se geralmente com dismenorreia intensa e com sangramento uterino anormal. A dor pode ser causada pelo sangramento ou pela descamação das ilhas de endométrio presentes no inte...
AdenomioseA presença de tecido endometrial ectópico entre as /f_i bras do mio-métrio habitualmente cursa com dor pélvica cíclica, manifestan-do-se geralmente com dismenorreia intensa e com sangramento uterino anormal. A dor pode ser causada pelo sangramento ou pela descamação das ilhas de endométrio presentes no inte...
AdenomioseA presença de tecido endometrial ectópico entre as /f_i bras do mio-métrio habitualmente cursa com dor pélvica cíclica, manifestan-do-se geralmente com dismenorreia intensa e com sangramento uterino anormal. A dor pode ser causada pelo sangramento ou pela descamação das ilhas de endométrio presentes no inte...
AdenomioseA presença de tecido endometrial ectópico entre as /f_i bras do mio-métrio habitualmente cursa com dor pélvica cíclica, manifestan-do-se geralmente com dismenorreia intensa e com sangramento uterino anormal. A dor pode ser causada pelo sangramento ou pela descamação das ilhas de endométrio presentes no inte...
AdenomioseA presença de tecido endometrial ectópico entre as /f_i bras do mio-métrio habitualmente cursa com dor pélvica cíclica, manifestan-do-se geralmente com dismenorreia intensa e com sangramento uterino anormal. A dor pode ser causada pelo sangramento ou pela descamação das ilhas de endométrio presentes no inte...
AdenomioseA presença de tecido endometrial ectópico entre as /f_i bras do mio-métrio habitualmente cursa com dor pélvica cíclica, manifestan-do-se geralmente com dismenorreia intensa e com sangramento uterino anormal. A dor pode ser causada pelo sangramento ou pela descamação das ilhas de endométrio presentes no inte...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
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{"justificativa": "O contexto aborda dor pélvica e suas possíveis causas, incluindo etiologias musculoesqueléticas e dismenorreia, que estão relacionadas à dor abdominal e pélvica. Entretanto, não fornece uma explicação específica sobre dor no ovário direito ou suas relações com dor nas costas, tornando as informações ...
2,968
GIST estômago, nódulo mamário BI-RADS, necessidade de biópsia, nódulo pulmonar.
bom dia tive gist na parede do estomago a ano uma semna pra ca apareceu um nodulo no meu seio birads queria saber se ha necessidade de uma biopsia tenho um nodulo tb no pulmao
boa tarde os nódulos de surgimento recente deverão ser analisados com cuidado um exame físico bem realizado está bem indicado no seu caso antes de indicar biópsia
6. Para lesões sólido-císticas, preferir biópsia de fragmento orien-tada por ultrassonografia se o componente sólido for grande (A, por analogia a nódulos sólidos); e biópsia vacuoassistida para lesões vegetantes intracísticas ou intraductais pequenas (B). Lesões vegetantes intracísticas grandes podem requerer exérese...
6. Para lesões sólido-císticas, preferir biópsia de fragmento orien-tada por ultrassonografia se o componente sólido for grande (A, por analogia a nódulos sólidos); e biópsia vacuoassistida para lesões vegetantes intracísticas ou intraductais pequenas (B). Lesões vegetantes intracísticas grandes podem requerer exérese...
6. Para lesões sólido-císticas, preferir biópsia de fragmento orien-tada por ultrassonografia se o componente sólido for grande (A, por analogia a nódulos sólidos); e biópsia vacuoassistida para lesões vegetantes intracísticas ou intraductais pequenas (B). Lesões vegetantes intracísticas grandes podem requerer exérese...
6. Para lesões sólido-císticas, preferir biópsia de fragmento orien-tada por ultrassonografia se o componente sólido for grande (A, por analogia a nódulos sólidos); e biópsia vacuoassistida para lesões vegetantes intracísticas ou intraductais pequenas (B). Lesões vegetantes intracísticas grandes podem requerer exérese...
6. Para lesões sólido-císticas, preferir biópsia de fragmento orien-tada por ultrassonografia se o componente sólido for grande (A, por analogia a nódulos sólidos); e biópsia vacuoassistida para lesões vegetantes intracísticas ou intraductais pequenas (B). Lesões vegetantes intracísticas grandes podem requerer exérese...
6. Para lesões sólido-císticas, preferir biópsia de fragmento orien-tada por ultrassonografia se o componente sólido for grande (A, por analogia a nódulos sólidos); e biópsia vacuoassistida para lesões vegetantes intracísticas ou intraductais pequenas (B). Lesões vegetantes intracísticas grandes podem requerer exérese...
6. Para lesões sólido-císticas, preferir biópsia de fragmento orien-tada por ultrassonografia se o componente sólido for grande (A, por analogia a nódulos sólidos); e biópsia vacuoassistida para lesões vegetantes intracísticas ou intraductais pequenas (B). Lesões vegetantes intracísticas grandes podem requerer exérese...
BI-RADS II – É uma mamogra/f_i a negativa para neoplasia, mas que tem um achado radiológico a ser descrito. Estes achados po-dem ser:• Nódulos: linfonodos intramamários, hamartoma, /f_i broadeno-ma calci/f_i cado, cisto oleoso, galactocele, cistos simples (con/f_i r-mados pela ultrassonogra/f_i a). --- Densidade f...
BI-RADS II – É uma mamogra/f_i a negativa para neoplasia, mas que tem um achado radiológico a ser descrito. Estes achados po-dem ser:• Nódulos: linfonodos intramamários, hamartoma, /f_i broadeno-ma calci/f_i cado, cisto oleoso, galactocele, cistos simples (con/f_i r-mados pela ultrassonogra/f_i a). --- Densidade f...
BI-RADS II – É uma mamogra/f_i a negativa para neoplasia, mas que tem um achado radiológico a ser descrito. Estes achados po-dem ser:• Nódulos: linfonodos intramamários, hamartoma, /f_i broadeno-ma calci/f_i cado, cisto oleoso, galactocele, cistos simples (con/f_i r-mados pela ultrassonogra/f_i a). --- Densidade f...
BI-RADS II – É uma mamogra/f_i a negativa para neoplasia, mas que tem um achado radiológico a ser descrito. Estes achados po-dem ser:• Nódulos: linfonodos intramamários, hamartoma, /f_i broadeno-ma calci/f_i cado, cisto oleoso, galactocele, cistos simples (con/f_i r-mados pela ultrassonogra/f_i a). --- Densidade f...
BI-RADS II – É uma mamogra/f_i a negativa para neoplasia, mas que tem um achado radiológico a ser descrito. Estes achados po-dem ser:• Nódulos: linfonodos intramamários, hamartoma, /f_i broadeno-ma calci/f_i cado, cisto oleoso, galactocele, cistos simples (con/f_i r-mados pela ultrassonogra/f_i a). --- Densidade f...
BI-RADS II – É uma mamogra/f_i a negativa para neoplasia, mas que tem um achado radiológico a ser descrito. Estes achados po-dem ser:• Nódulos: linfonodos intramamários, hamartoma, /f_i broadeno-ma calci/f_i cado, cisto oleoso, galactocele, cistos simples (con/f_i r-mados pela ultrassonogra/f_i a). --- Densidade f...
BI-RADS II – É uma mamogra/f_i a negativa para neoplasia, mas que tem um achado radiológico a ser descrito. Estes achados po-dem ser:• Nódulos: linfonodos intramamários, hamartoma, /f_i broadeno-ma calci/f_i cado, cisto oleoso, galactocele, cistos simples (con/f_i r-mados pela ultrassonogra/f_i a). --- Densidade f...
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a classificação BI-RADS e os tipos de nódulos mamários, incluindo BI-RADS II, IV, V e III, que são relevantes para a avaliação de lesões mamárias. No entanto, não responde diretamente à pergunta sobre a necessidade de biópsia, pois não menciona o estado específico...
19,114
uso de citalopram durante a gravidez, segurança de antidepressivos na gestação, recomendações para uso de medicamentos em gestantes, efeitos do citalopram em gravidezes.
estou grávida e desde antes venho fazendo uso do citalopram de mgele é um remédio que pode ser utilizado
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasnunca inicie uma medicação sem a ajuda do seu médico principalmente na gravidez e amamentação evite a automedicação siga a prescrição do seu médicofaça o prénatal corretamente use o ácido fólicomantenha o citalopra...
De modo marcante, durante a gravidez, ocorrem intensas va-riações na atividade das enzimas hepáticas metabolizadoras do citocromo P450. Assim, alterações farmacocinéticas especí/f_i cas podem causar sério impacto terapêutico para a gestante e também para a puérpera em uso de antidepressivo, em função de frequen-tes e ...
De modo marcante, durante a gravidez, ocorrem intensas va-riações na atividade das enzimas hepáticas metabolizadoras do citocromo P450. Assim, alterações farmacocinéticas especí/f_i cas podem causar sério impacto terapêutico para a gestante e também para a puérpera em uso de antidepressivo, em função de frequen-tes e ...
De modo marcante, durante a gravidez, ocorrem intensas va-riações na atividade das enzimas hepáticas metabolizadoras do citocromo P450. Assim, alterações farmacocinéticas especí/f_i cas podem causar sério impacto terapêutico para a gestante e também para a puérpera em uso de antidepressivo, em função de frequen-tes e ...
De modo marcante, durante a gravidez, ocorrem intensas va-riações na atividade das enzimas hepáticas metabolizadoras do citocromo P450. Assim, alterações farmacocinéticas especí/f_i cas podem causar sério impacto terapêutico para a gestante e também para a puérpera em uso de antidepressivo, em função de frequen-tes e ...
De modo marcante, durante a gravidez, ocorrem intensas va-riações na atividade das enzimas hepáticas metabolizadoras do citocromo P450. Assim, alterações farmacocinéticas especí/f_i cas podem causar sério impacto terapêutico para a gestante e também para a puérpera em uso de antidepressivo, em função de frequen-tes e ...
De modo marcante, durante a gravidez, ocorrem intensas va-riações na atividade das enzimas hepáticas metabolizadoras do citocromo P450. Assim, alterações farmacocinéticas especí/f_i cas podem causar sério impacto terapêutico para a gestante e também para a puérpera em uso de antidepressivo, em função de frequen-tes e ...
De modo marcante, durante a gravidez, ocorrem intensas va-riações na atividade das enzimas hepáticas metabolizadoras do citocromo P450. Assim, alterações farmacocinéticas especí/f_i cas podem causar sério impacto terapêutico para a gestante e também para a puérpera em uso de antidepressivo, em função de frequen-tes e ...
As recomendações, portanto, para o manuseio da HAP durante a gestação são: (1) restrição de atividadefísica; (2) hospitalização a partir da 28a semana até o 15o dia pós-parto; (3) prevenção e tratamento dainsuficiência cardíaca direita; (4) controle de hipoxia e acidemia; (5) nos casos sintomáticos, há indicação doabor...
Em caso de overdose, não há antídoto específico. Deve-se manter a viabilidade dasvias aéreas, assegurando oxigenação e ventilação adequadas. Realizar uma lavagemgástrica após a ingestão, assim que possível. Recomenda-se monitorar os sinaiscardíacos e vitais, bem como realizar as medidas de suporte gerais. a malformaçõe...
As recomendações, portanto, para o manuseio da HAP durante a gestação são: (1) restrição de atividadefísica; (2) hospitalização a partir da 28a semana até o 15o dia pós-parto; (3) prevenção e tratamento dainsuficiência cardíaca direita; (4) controle de hipoxia e acidemia; (5) nos casos sintomáticos, há indicação doabor...
As recomendações, portanto, para o manuseio da HAP durante a gestação são: (1) restrição de atividadefísica; (2) hospitalização a partir da 28a semana até o 15o dia pós-parto; (3) prevenção e tratamento dainsuficiência cardíaca direita; (4) controle de hipoxia e acidemia; (5) nos casos sintomáticos, há indicação doabor...
As recomendações, portanto, para o manuseio da HAP durante a gestação são: (1) restrição de atividadefísica; (2) hospitalização a partir da 28a semana até o 15o dia pós-parto; (3) prevenção e tratamento dainsuficiência cardíaca direita; (4) controle de hipoxia e acidemia; (5) nos casos sintomáticos, há indicação doabor...
As recomendações, portanto, para o manuseio da HAP durante a gestação são: (1) restrição de atividadefísica; (2) hospitalização a partir da 28a semana até o 15o dia pós-parto; (3) prevenção e tratamento dainsuficiência cardíaca direita; (4) controle de hipoxia e acidemia; (5) nos casos sintomáticos, há indicação doabor...
As recomendações, portanto, para o manuseio da HAP durante a gestação são: (1) restrição de atividadefísica; (2) hospitalização a partir da 28a semana até o 15o dia pós-parto; (3) prevenção e tratamento dainsuficiência cardíaca direita; (4) controle de hipoxia e acidemia; (5) nos casos sintomáticos, há indicação doabor...
{"justificativa": "O contexto fornecido menciona a utilização de antidepressivos na gravidez, além de discutir a necessidade de uma abordagem individualizada e recomendações específicas para o uso de medicamentos, o que é relevante para a pergunta sobre o uso de citalopram. Contudo, não há informações diretas sobre o c...
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atraso menstrual amamentação exclusiva pós-parto menstruação inicial
menstruei meses após o parto mas faz semana de atraso amamentação exclusiva pode acontecer o atraso mesmo depois da primeira menstruação
olá tudo bemdurante a amamentação exclusiva podem ocorrer algumas alterações do fluxo e do ciclo menstrual sim porém é necessário afastar outras causas de atraso menstrual inclusive uma nova gestação caso não esteja usando um método contraceptivo e esteja tendo relações sexuais te oriento buscar atendimento médicoesper...
Tabela 23.2 Relação entre a duração da amamentação e o período de tempo médio decorrido para o retornoda menstruação e da ovulação após o parto. Tempo decorrido para o aparecimento daDuração da lactação (meses)1a menstruação (meses)1a ovulação (meses)01,51,312,11,922,72,633,33,243,93,954,54,565,15,275,75,86,36,596,97,...
Tabela 23.2 Relação entre a duração da amamentação e o período de tempo médio decorrido para o retornoda menstruação e da ovulação após o parto. Tempo decorrido para o aparecimento daDuração da lactação (meses)1a menstruação (meses)1a ovulação (meses)01,51,312,11,922,72,633,33,243,93,954,54,565,15,275,75,86,36,596,97,...
Menstruação pós-parto: quando volta e alterações comuns A menstruação no pós-parto varia de acordo com o fato da mulher estar amamentando ou não, uma vez que a amamentação provoca picos do hormônio prolactina, o que pode inibir a ovulação e, consequentemente, atrasar a primeira menstruação. Encontre um Obstetra perto d...
Menstruação pós-parto: quando volta e alterações comuns A menstruação no pós-parto varia de acordo com o fato da mulher estar amamentando ou não, uma vez que a amamentação provoca picos do hormônio prolactina, o que pode inibir a ovulação e, consequentemente, atrasar a primeira menstruação. Encontre um Obstetra perto d...
Tabela 23.2 Relação entre a duração da amamentação e o período de tempo médio decorrido para o retornoda menstruação e da ovulação após o parto. Tempo decorrido para o aparecimento daDuração da lactação (meses)1a menstruação (meses)1a ovulação (meses)01,51,312,11,922,72,633,33,243,93,954,54,565,15,275,75,86,36,596,97,...
Tabela 23.2 Relação entre a duração da amamentação e o período de tempo médio decorrido para o retornoda menstruação e da ovulação após o parto. Tempo decorrido para o aparecimento daDuração da lactação (meses)1a menstruação (meses)1a ovulação (meses)01,51,312,11,922,72,633,33,243,93,954,54,565,15,275,75,86,36,596,97,...
Tabela 23.2 Relação entre a duração da amamentação e o período de tempo médio decorrido para o retornoda menstruação e da ovulação após o parto. Tempo decorrido para o aparecimento daDuração da lactação (meses)1a menstruação (meses)1a ovulação (meses)01,51,312,11,922,72,633,33,243,93,954,54,565,15,275,75,86,36,596,97,...
Na amamentação, as demandas calóricas, proteicas e hídricas são aumentadas; do contrário, são equivalentesàquelas do período pré-gestacional. Conforme os valores de hemoglobina (Hb < 10 g/dℓ), no momento da consulta de revisão pós-parto poderáhaver necessidade de administração de ferro oral (Royal College of Obstetrici...
Na amamentação, as demandas calóricas, proteicas e hídricas são aumentadas; do contrário, são equivalentesàquelas do período pré-gestacional. Conforme os valores de hemoglobina (Hb < 10 g/dℓ), no momento da consulta de revisão pós-parto poderáhaver necessidade de administração de ferro oral (Royal College of Obstetrici...
Menstruação pós-parto: quando volta e alterações comuns A menstruação no pós-parto varia de acordo com o fato da mulher estar amamentando ou não, uma vez que a amamentação provoca picos do hormônio prolactina, o que pode inibir a ovulação e, consequentemente, atrasar a primeira menstruação. Encontre um Obstetra perto d...
Menstruação pós-parto: quando volta e alterações comuns A menstruação no pós-parto varia de acordo com o fato da mulher estar amamentando ou não, uma vez que a amamentação provoca picos do hormônio prolactina, o que pode inibir a ovulação e, consequentemente, atrasar a primeira menstruação. Encontre um Obstetra perto d...
Na amamentação, as demandas calóricas, proteicas e hídricas são aumentadas; do contrário, são equivalentesàquelas do período pré-gestacional. Conforme os valores de hemoglobina (Hb < 10 g/dℓ), no momento da consulta de revisão pós-parto poderáhaver necessidade de administração de ferro oral (Royal College of Obstetrici...
Na amamentação, as demandas calóricas, proteicas e hídricas são aumentadas; do contrário, são equivalentesàquelas do período pré-gestacional. Conforme os valores de hemoglobina (Hb < 10 g/dℓ), no momento da consulta de revisão pós-parto poderáhaver necessidade de administração de ferro oral (Royal College of Obstetrici...
Na amamentação, as demandas calóricas, proteicas e hídricas são aumentadas; do contrário, são equivalentesàquelas do período pré-gestacional. Conforme os valores de hemoglobina (Hb < 10 g/dℓ), no momento da consulta de revisão pós-parto poderáhaver necessidade de administração de ferro oral (Royal College of Obstetrici...
{"justificativa": "O contexto aborda o impacto da amamentação exclusiva no retorno da ovulação e menciona que a menstruação pode retornar em média 28 semanas após o parto. Além disso, discute como a amamentação pode causar atraso menstrual. Essas informações são relevantes para responder à pergunta sobre o atraso menst...
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ruptura uterina anterior, gravidez, aborto, acompanhamento obstétrico, risco gestacional
tive uma rutura uterina ha anos e estou gravida de novo é aconselhável fazer aborto ou levar a gravidez para a frente
olá tudo bem primeiro calmanão é aconselhado e nem permitido o abortamento por esse motivo mas o que recomendo a você é seguir a risca o acompanhamento do prénatal que deve no seu caso ser realizado por um ginecologista e obstetra de sua confiançaaproveite essa nova fase espero que tudo dê certo para você obg
Embora aumentado o risco de ruptura uterina, o trabalho de parto após cesariana anterior pode ser oferecidoà paciente, desde que não haja contraindicações (ruptura uterina prévia, cicatriz uterina em “T” invertido,miomectomia transmural, outras contraindicações ao trabalho de parto, tais como placenta prévia, apresenta...
Embora aumentado o risco de ruptura uterina, o trabalho de parto após cesariana anterior pode ser oferecidoà paciente, desde que não haja contraindicações (ruptura uterina prévia, cicatriz uterina em “T” invertido,miomectomia transmural, outras contraindicações ao trabalho de parto, tais como placenta prévia, apresenta...
Embora aumentado o risco de ruptura uterina, o trabalho de parto após cesariana anterior pode ser oferecidoà paciente, desde que não haja contraindicações (ruptura uterina prévia, cicatriz uterina em “T” invertido,miomectomia transmural, outras contraindicações ao trabalho de parto, tais como placenta prévia, apresenta...
Embora aumentado o risco de ruptura uterina, o trabalho de parto após cesariana anterior pode ser oferecidoà paciente, desde que não haja contraindicações (ruptura uterina prévia, cicatriz uterina em “T” invertido,miomectomia transmural, outras contraindicações ao trabalho de parto, tais como placenta prévia, apresenta...
Embora aumentado o risco de ruptura uterina, o trabalho de parto após cesariana anterior pode ser oferecidoà paciente, desde que não haja contraindicações (ruptura uterina prévia, cicatriz uterina em “T” invertido,miomectomia transmural, outras contraindicações ao trabalho de parto, tais como placenta prévia, apresenta...
Embora aumentado o risco de ruptura uterina, o trabalho de parto após cesariana anterior pode ser oferecidoà paciente, desde que não haja contraindicações (ruptura uterina prévia, cicatriz uterina em “T” invertido,miomectomia transmural, outras contraindicações ao trabalho de parto, tais como placenta prévia, apresenta...
Embora aumentado o risco de ruptura uterina, o trabalho de parto após cesariana anterior pode ser oferecidoà paciente, desde que não haja contraindicações (ruptura uterina prévia, cicatriz uterina em “T” invertido,miomectomia transmural, outras contraindicações ao trabalho de parto, tais como placenta prévia, apresenta...
As recomendações da Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada (SOGC, 2015) foram vistassumarizadas no Capítulo 58. Bibliografia suplementarAl-Hussaini TK. Uterine rupture in second trimester abortion in a grand multiparous woman. A complication ofmisoprostol and oxytocin. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol 20...
As recomendações da Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada (SOGC, 2015) foram vistassumarizadas no Capítulo 58. Bibliografia suplementarAl-Hussaini TK. Uterine rupture in second trimester abortion in a grand multiparous woman. A complication ofmisoprostol and oxytocin. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol 20...
As recomendações da Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada (SOGC, 2015) foram vistassumarizadas no Capítulo 58. Bibliografia suplementarAl-Hussaini TK. Uterine rupture in second trimester abortion in a grand multiparous woman. A complication ofmisoprostol and oxytocin. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol 20...
As recomendações da Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada (SOGC, 2015) foram vistassumarizadas no Capítulo 58. Bibliografia suplementarAl-Hussaini TK. Uterine rupture in second trimester abortion in a grand multiparous woman. A complication ofmisoprostol and oxytocin. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol 20...
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As recomendações da Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada (SOGC, 2015) foram vistassumarizadas no Capítulo 58. Bibliografia suplementarAl-Hussaini TK. Uterine rupture in second trimester abortion in a grand multiparous woman. A complication ofmisoprostol and oxytocin. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol 20...
As recomendações da Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada (SOGC, 2015) foram vistassumarizadas no Capítulo 58. Bibliografia suplementarAl-Hussaini TK. Uterine rupture in second trimester abortion in a grand multiparous woman. A complication ofmisoprostol and oxytocin. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol 20...
```json {"justificativa": "O contexto fornecido contém informações sobre ruptura uterina e riscos associados, mas não aborda diretamente a decisão entre abortar ou continuar a gravidez, o que é central para a pergunta do usuário. Portanto, não fornece uma resposta completa, mas sim informações que podem ser parcialment...
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verrugas labiais inferiores vagina, HPV, infecções genitais, lesões cutâneas, diagnóstico diferencial, verrugas genitais
olá nasceram algumas verruguinhas nos lábios inferiores da minha vagina estava lendo e vi que poderia ser hpv mas eu nunca fiz sexo com ninguém nem oral o que pode ser
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasa sua avaliação clínica através da historia clinica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretosnem toda verruga genital é uma infecção sexualmente transmissível ou uma infecçã...
Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificad...
Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificad...
Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificad...
Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificad...
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Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificad...
Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificad...
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre HPV e verrugas genitais, mencionando que a infecção por HPV pode causar verrugas visíveis e que infecções podem ocorrer por diferentes modos de contágio. Contudo, a ausência de informações diretas sobre como a pessoa pode ter adquirido a infecção, especialmente na...
6,702
mioma subseroso útero tratamento indicado, mioma uterino, opções terapêuticas mioma
boa noite tenho anos e surgiu um mioma no útero subseroso medindo mm qual o tratamento indicado
bom dia se você possuía exames prévios sem esse mioma e ele teve esse surgimento e crescimento na menopausa o tratamento mais seguro é a histerectomia não é normal o aparecimento e crescimento de miomas na pós menopausa avaliar imagem e marcadores para doenca maligna também é importante
• Em casos de miomas intramurais, na vigência de sangramento uterino aumenta do, a primeira opção terapêutica é farmacológica, podendo em alguns casos haver melhora do quadro de sangramento, evitando-se submeter a paciente a procedimento cirúrgico desnecessário. Não havendo resposta ao tratamento clínico, ...
• Em casos de miomas intramurais, na vigência de sangramento uterino aumenta do, a primeira opção terapêutica é farmacológica, podendo em alguns casos haver melhora do quadro de sangramento, evitando-se submeter a paciente a procedimento cirúrgico desnecessário. Não havendo resposta ao tratamento clínico, ...
• Em casos de miomas intramurais, na vigência de sangramento uterino aumenta do, a primeira opção terapêutica é farmacológica, podendo em alguns casos haver melhora do quadro de sangramento, evitando-se submeter a paciente a procedimento cirúrgico desnecessário. Não havendo resposta ao tratamento clínico, ...
• Em casos de miomas intramurais, na vigência de sangramento uterino aumenta do, a primeira opção terapêutica é farmacológica, podendo em alguns casos haver melhora do quadro de sangramento, evitando-se submeter a paciente a procedimento cirúrgico desnecessário. Não havendo resposta ao tratamento clínico, ...
• Em casos de miomas intramurais, na vigência de sangramento uterino aumenta do, a primeira opção terapêutica é farmacológica, podendo em alguns casos haver melhora do quadro de sangramento, evitando-se submeter a paciente a procedimento cirúrgico desnecessário. Não havendo resposta ao tratamento clínico, ...
• Em casos de miomas intramurais, na vigência de sangramento uterino aumenta do, a primeira opção terapêutica é farmacológica, podendo em alguns casos haver melhora do quadro de sangramento, evitando-se submeter a paciente a procedimento cirúrgico desnecessário. Não havendo resposta ao tratamento clínico, ...
• Em casos de miomas intramurais, na vigência de sangramento uterino aumenta do, a primeira opção terapêutica é farmacológica, podendo em alguns casos haver melhora do quadro de sangramento, evitando-se submeter a paciente a procedimento cirúrgico desnecessário. Não havendo resposta ao tratamento clínico, ...
• Em casos de miomas intramurais, na vigência de sangramento uterino aumenta do, a primeira opção terapêutica é farmacológica, podendo em alguns casos haver melhora do quadro de sangramento, evitando-se submeter a paciente a procedimento cirúrgico desnecessário. Não havendo resposta ao tratamento clínico, ...
• Em casos de miomas intramurais, na vigência de sangramento uterino aumenta do, a primeira opção terapêutica é farmacológica, podendo em alguns casos haver melhora do quadro de sangramento, evitando-se submeter a paciente a procedimento cirúrgico desnecessário. Não havendo resposta ao tratamento clínico, ...
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• Em casos de miomas intramurais, na vigência de sangramento uterino aumenta do, a primeira opção terapêutica é farmacológica, podendo em alguns casos haver melhora do quadro de sangramento, evitando-se submeter a paciente a procedimento cirúrgico desnecessário. Não havendo resposta ao tratamento clínico, ...
• Em casos de miomas intramurais, na vigência de sangramento uterino aumenta do, a primeira opção terapêutica é farmacológica, podendo em alguns casos haver melhora do quadro de sangramento, evitando-se submeter a paciente a procedimento cirúrgico desnecessário. Não havendo resposta ao tratamento clínico, ...
• Em casos de miomas intramurais, na vigência de sangramento uterino aumenta do, a primeira opção terapêutica é farmacológica, podendo em alguns casos haver melhora do quadro de sangramento, evitando-se submeter a paciente a procedimento cirúrgico desnecessário. Não havendo resposta ao tratamento clínico, ...
{"justificativa": "O contexto analisado menciona tratamentos para miomas, mas não fornece informações específicas sobre o tratamento indicado para um mioma subseroso, que é o caso descrito na pergunta do usuário. A informação é útil, mas não é suficiente para responder completamente à pergunta.", "nota": 2}
19,726
gravidês dores articulares refluxo gástrico ácido clorídrico canela de velho segurança uso medicinal
minha filha está grávida de meses e sente dores nas articulações e refluxo gástrico fortíssimo e quase todos os chás e medicamentos são desaconselhado será que ela pode tomar hcl para o estômago e canela de velho para articulação
oi importante não fazer uso de nenhuma medicação sem orientação médica para essas queixas podemos dar algumas dicas como não ingerir líquidos durante as refeições nunca comer além da conta não deitar logo após as refeições elevar um pouco a cabeceira da camatudo isso ajuda no refluxo mas caso incomodar pode ser usada m...
✹ Que porcentagem de defeitos congênitos é causada por medicamentos, compostos químicos ambientais eagentes infecciosos?✹ Por que pode ser difícil para o médico atribuir os defeitos congênitos específicos a medicamentos específicos?✹ O que as gestantes devem saber sobre o uso de medicamentos durante a gravidez?Caso 20–2D...
✹ Que porcentagem de defeitos congênitos é causada por medicamentos, compostos químicos ambientais eagentes infecciosos?✹ Por que pode ser difícil para o médico atribuir os defeitos congênitos específicos a medicamentos específicos?✹ O que as gestantes devem saber sobre o uso de medicamentos durante a gravidez?Caso 20–2D...
✹ Que porcentagem de defeitos congênitos é causada por medicamentos, compostos químicos ambientais eagentes infecciosos?✹ Por que pode ser difícil para o médico atribuir os defeitos congênitos específicos a medicamentos específicos?✹ O que as gestantes devem saber sobre o uso de medicamentos durante a gravidez?Caso 20–2D...
✹ Que porcentagem de defeitos congênitos é causada por medicamentos, compostos químicos ambientais eagentes infecciosos?✹ Por que pode ser difícil para o médico atribuir os defeitos congênitos específicos a medicamentos específicos?✹ O que as gestantes devem saber sobre o uso de medicamentos durante a gravidez?Caso 20–2D...
✹ Que porcentagem de defeitos congênitos é causada por medicamentos, compostos químicos ambientais eagentes infecciosos?✹ Por que pode ser difícil para o médico atribuir os defeitos congênitos específicos a medicamentos específicos?✹ O que as gestantes devem saber sobre o uso de medicamentos durante a gravidez?Caso 20–2D...
✹ Que porcentagem de defeitos congênitos é causada por medicamentos, compostos químicos ambientais eagentes infecciosos?✹ Por que pode ser difícil para o médico atribuir os defeitos congênitos específicos a medicamentos específicos?✹ O que as gestantes devem saber sobre o uso de medicamentos durante a gravidez?Caso 20–2D...
✹ Que porcentagem de defeitos congênitos é causada por medicamentos, compostos químicos ambientais eagentes infecciosos?✹ Por que pode ser difícil para o médico atribuir os defeitos congênitos específicos a medicamentos específicos?✹ O que as gestantes devem saber sobre o uso de medicamentos durante a gravidez?Caso 20–2D...
Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,...
► Uso de laxativos (metamucil, 1-2 envelopes/dia). ► Fibras vegetais, 2 a 4 colheres de sopa ao dia. Caso o paciente fique vários dias sem evacuar, recomenda-se o uso de laxativos decontato, como:► Picossulfato de sódio (7,5 mg/mL), 8 a 15 gotas/dia. ► Sementes de Plantago ovata, 2 colheres de chá, ou 1 envelope com 5 ...
Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,...
Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,...
Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,...
Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,...
Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,...
{"justificativa": "O documento analisado menciona fármacos e condições clínicas, mas não aborda especificamente o uso de HCL ou canela de velho durante a gravidez, nem discute os sintomas de dores articulares e refluxo gástrico. Assim, a informação é insuficiente para responder claramente à pergunta do usuário.", "nota...
25,555
transmissão herpes genital preservativo relação sexual risco contágio
eu nunca tive herpes genital mas a uma semana eu relação sexual com o uso de preservativo e agora depois de dias descobri que estou com herpes genital é possível eu ter pego mesmo usando preservativo
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas a maior parte das pessoas expostas ao vírus da herpes adquirem o vírus e nunca terão lesões aproximadamente da população homens e mulheres tem exames positivos para a herpes tipo e apenas tem lesões aproximadament...
▶ Infecção recorrente. A apresentação clínica da infecção recorrente varia desde a eliminação viralassintomática e não reconhecida até a recorrência clínica declarada, em geral mais branda do que na infecçãoprimária e de evolução mais rápida. ▶ Infecção recorrente na gravidez. A grávida que adquiriu a infecção antes ...
▶ Infecção recorrente. A apresentação clínica da infecção recorrente varia desde a eliminação viralassintomática e não reconhecida até a recorrência clínica declarada, em geral mais branda do que na infecçãoprimária e de evolução mais rápida. ▶ Infecção recorrente na gravidez. A grávida que adquiriu a infecção antes ...
▶ Infecção recorrente. A apresentação clínica da infecção recorrente varia desde a eliminação viralassintomática e não reconhecida até a recorrência clínica declarada, em geral mais branda do que na infecçãoprimária e de evolução mais rápida. ▶ Infecção recorrente na gravidez. A grávida que adquiriu a infecção antes ...
▶ Infecção recorrente. A apresentação clínica da infecção recorrente varia desde a eliminação viralassintomática e não reconhecida até a recorrência clínica declarada, em geral mais branda do que na infecçãoprimária e de evolução mais rápida. ▶ Infecção recorrente na gravidez. A grávida que adquiriu a infecção antes ...
▶ Infecção recorrente. A apresentação clínica da infecção recorrente varia desde a eliminação viralassintomática e não reconhecida até a recorrência clínica declarada, em geral mais branda do que na infecçãoprimária e de evolução mais rápida. ▶ Infecção recorrente na gravidez. A grávida que adquiriu a infecção antes ...
▶ Infecção recorrente. A apresentação clínica da infecção recorrente varia desde a eliminação viralassintomática e não reconhecida até a recorrência clínica declarada, em geral mais branda do que na infecçãoprimária e de evolução mais rápida. ▶ Infecção recorrente na gravidez. A grávida que adquiriu a infecção antes ...
▶ Infecção recorrente. A apresentação clínica da infecção recorrente varia desde a eliminação viralassintomática e não reconhecida até a recorrência clínica declarada, em geral mais branda do que na infecçãoprimária e de evolução mais rápida. ▶ Infecção recorrente na gravidez. A grávida que adquiriu a infecção antes ...
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoe...
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoe...
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoe...
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoe...
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoe...
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoe...
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez. Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril. ConceitoDoe...
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a transmissão do herpes genital e menciona que a infecção pode ocorrer mesmo na ausência de lesões visíveis e através do contato direto, embora não aborde diretamente a eficácia do preservativo como barreira. Portanto, há informações úteis, mas não suficientes par...
13,103
ovulação, FSH elevado, pré-menopausa, função ovariana, hormônio folículo-estimulante, ciclo menstrual
estava ovulando e o fsh deu muiml tenho anos estou longe da menopausa
vc esta na pre menopausa período que antecede a menopausa pela sua idade e o fsh que começa a aumentar mas fique calma hj em dia tem muitos recursos
FSH5 hormônio folículo-estimulante; LH5 hormônio luteinizante. --- ■ Fases do ciclo menstrualFase folicularNo final do ciclo menstrual, os níveis de estrogênio, proges-terona e inibina são reduzidos abruptamente, com aumento correspondente nos níveis circulantes de FSH ( Fig. 15-24 ) (Hodgen, 1982). Como anteriormente ...
FSH5 hormônio folículo-estimulante; LH5 hormônio luteinizante. --- ■ Fases do ciclo menstrualFase folicularNo final do ciclo menstrual, os níveis de estrogênio, proges-terona e inibina são reduzidos abruptamente, com aumento correspondente nos níveis circulantes de FSH ( Fig. 15-24 ) (Hodgen, 1982). Como anteriormente ...
FSH5 hormônio folículo-estimulante; LH5 hormônio luteinizante. --- ■ Fases do ciclo menstrualFase folicularNo final do ciclo menstrual, os níveis de estrogênio, proges-terona e inibina são reduzidos abruptamente, com aumento correspondente nos níveis circulantes de FSH ( Fig. 15-24 ) (Hodgen, 1982). Como anteriormente ...
FSH5 hormônio folículo-estimulante; LH5 hormônio luteinizante. --- ■ Fases do ciclo menstrualFase folicularNo final do ciclo menstrual, os níveis de estrogênio, proges-terona e inibina são reduzidos abruptamente, com aumento correspondente nos níveis circulantes de FSH ( Fig. 15-24 ) (Hodgen, 1982). Como anteriormente ...
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FSH5 hormônio folículo-estimulante; LH5 hormônio luteinizante. --- ■ Fases do ciclo menstrualFase folicularNo final do ciclo menstrual, os níveis de estrogênio, proges-terona e inibina são reduzidos abruptamente, com aumento correspondente nos níveis circulantes de FSH ( Fig. 15-24 ) (Hodgen, 1982). Como anteriormente ...
FSH5 hormônio folículo-estimulante; LH5 hormônio luteinizante. --- ■ Fases do ciclo menstrualFase folicularNo final do ciclo menstrual, os níveis de estrogênio, proges-terona e inibina são reduzidos abruptamente, com aumento correspondente nos níveis circulantes de FSH ( Fig. 15-24 ) (Hodgen, 1982). Como anteriormente ...
FSH5 hormônio folículo-estimulante; LH5 hormônio luteinizante. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM supr...
FSH5 hormônio folículo-estimulante; LH5 hormônio luteinizante. --- AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM supr...
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{"justificativa": "O contexto discute o FSH e outros hormônios relacionados à saúde reprodutiva, mas não aborda diretamente a pergunta sobre a ovulação e a relação com o FSH em uma mulher longe da menopausa. A informação disponível é útil para entender a função do FSH, mas não responde especificamente à dúvida do usuár...
19,385
exames de sangue rotina, beta HCG qualitativo positivo, beta HCG quantitativo negativo, erro de laboratório, sintomas menstruais, ultrassom transvaginal, necessidade de repetição de exames, preocupações com resultados laboratoriais
meu médico pediu exames de sangue de rotina é um beta também fiz um beta qualitativo e deu positivo porém vi que algo estava errado pois tomo remédio e estava menstruada até fiz uma transvarginal e não tinha nada o médico então pediu o quantitativo e deu ml significa negativo né foi um erro de laboratório achei bem gra...
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasa sua avaliação clínica através da sua história clínica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretosdeseja uma gravidez faça os seus exames periódicos e de rotina use o ácido f...
Transexuais femininos ou homens transexuaisExame clínico inicial: peso, altura, IMC, PA, CA, CQ, distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação dasmamas, exame da genitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, desenvolvimento de pelos faciais e corporais, redistribuição de gorduracorpo...
Transexuais femininos ou homens transexuaisExame clínico inicial: peso, altura, IMC, PA, CA, CQ, distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação dasmamas, exame da genitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, desenvolvimento de pelos faciais e corporais, redistribuição de gorduracorpo...
Transexuais femininos ou homens transexuaisExame clínico inicial: peso, altura, IMC, PA, CA, CQ, distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação dasmamas, exame da genitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, desenvolvimento de pelos faciais e corporais, redistribuição de gorduracorpo...
Transexuais femininos ou homens transexuaisExame clínico inicial: peso, altura, IMC, PA, CA, CQ, distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação dasmamas, exame da genitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, desenvolvimento de pelos faciais e corporais, redistribuição de gorduracorpo...
Transexuais femininos ou homens transexuaisExame clínico inicial: peso, altura, IMC, PA, CA, CQ, distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação dasmamas, exame da genitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, desenvolvimento de pelos faciais e corporais, redistribuição de gorduracorpo...
Transexuais femininos ou homens transexuaisExame clínico inicial: peso, altura, IMC, PA, CA, CQ, distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação dasmamas, exame da genitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, desenvolvimento de pelos faciais e corporais, redistribuição de gorduracorpo...
Transexuais femininos ou homens transexuaisExame clínico inicial: peso, altura, IMC, PA, CA, CQ, distribuição de pelos faciais e corporais, grau de calvície, palpação dasmamas, exame da genitáliaExame clínico semestral: peso, altura, IMC, PA, desenvolvimento de pelos faciais e corporais, redistribuição de gorduracorpo...
METOTREXATE• Estabilidade hemodinâmica;• Ausência de sinais clínicos de rotura tubária;• β-hCG < 5000 mUI/mL e sem aumento superior a 60% nas últimas 48 horas (pré-tratamento);• Exames laboratoriais normais (hemograma, coagulograma, função, função hepática e renal);•Posologia: - 1 mg/kg de peso em dias alternados: 1,...
METOTREXATE• Estabilidade hemodinâmica;• Ausência de sinais clínicos de rotura tubária;• β-hCG < 5000 mUI/mL e sem aumento superior a 60% nas últimas 48 horas (pré-tratamento);• Exames laboratoriais normais (hemograma, coagulograma, função, função hepática e renal);•Posologia: - 1 mg/kg de peso em dias alternados: 1,...
METOTREXATE• Estabilidade hemodinâmica;• Ausência de sinais clínicos de rotura tubária;• β-hCG < 5000 mUI/mL e sem aumento superior a 60% nas últimas 48 horas (pré-tratamento);• Exames laboratoriais normais (hemograma, coagulograma, função, função hepática e renal);•Posologia: - 1 mg/kg de peso em dias alternados: 1,...
METOTREXATE• Estabilidade hemodinâmica;• Ausência de sinais clínicos de rotura tubária;• β-hCG < 5000 mUI/mL e sem aumento superior a 60% nas últimas 48 horas (pré-tratamento);• Exames laboratoriais normais (hemograma, coagulograma, função, função hepática e renal);•Posologia: - 1 mg/kg de peso em dias alternados: 1,...
METOTREXATE• Estabilidade hemodinâmica;• Ausência de sinais clínicos de rotura tubária;• β-hCG < 5000 mUI/mL e sem aumento superior a 60% nas últimas 48 horas (pré-tratamento);• Exames laboratoriais normais (hemograma, coagulograma, função, função hepática e renal);•Posologia: - 1 mg/kg de peso em dias alternados: 1,...
METOTREXATE• Estabilidade hemodinâmica;• Ausência de sinais clínicos de rotura tubária;• β-hCG < 5000 mUI/mL e sem aumento superior a 60% nas últimas 48 horas (pré-tratamento);• Exames laboratoriais normais (hemograma, coagulograma, função, função hepática e renal);•Posologia: - 1 mg/kg de peso em dias alternados: 1,...
METOTREXATE• Estabilidade hemodinâmica;• Ausência de sinais clínicos de rotura tubária;• β-hCG < 5000 mUI/mL e sem aumento superior a 60% nas últimas 48 horas (pré-tratamento);• Exames laboratoriais normais (hemograma, coagulograma, função, função hepática e renal);•Posologia: - 1 mg/kg de peso em dias alternados: 1,...
{"justificativa": "O contexto fornecido contém informações sobre exames laboratoriais, incluindo β-hCG e outros testes relevantes, mas não aborda diretamente os detalhes específicos da situação do usuário, como o resultado do beta qualitativo e quantitativo ou a preocupação com erros de laboratório. Portanto, não é suf...
22,297
Exame laboratorial para diagnóstico de candidíase em homens
há algum exame laboratorial para diagnosticar a candidíase no homem
boa tarde cândida é um fungo normal que todos temos em nosso corpo quando há muito atrito no pênis durante as relações e masturbações ou quando a urina fica muito tempo em contato com a pele ocorre uma inflamação da pele que cobre normalmente a cabeça do penis chamamos de balanopostite alguns chamam de candidíase pela ...
Diagnóstico diferencialOutras vulvovaginites como vaginose bacteriana, tricomoníase, vaginite hipotrófica, vaginite inflamatóriaesfoliativa, processos alérgicos, líquen e doença de Paget vulvar. ObservaçõesA maioria das mulheres tem pelo menos um surto de candidíase durante a vidaCandidíase vulvovaginal ocorre frequent...
Diagnóstico diferencialOutras vulvovaginites como vaginose bacteriana, tricomoníase, vaginite hipotrófica, vaginite inflamatóriaesfoliativa, processos alérgicos, líquen e doença de Paget vulvar. ObservaçõesA maioria das mulheres tem pelo menos um surto de candidíase durante a vidaCandidíase vulvovaginal ocorre frequent...
Diagnóstico diferencialOutras vulvovaginites como vaginose bacteriana, tricomoníase, vaginite hipotrófica, vaginite inflamatóriaesfoliativa, processos alérgicos, líquen e doença de Paget vulvar. ObservaçõesA maioria das mulheres tem pelo menos um surto de candidíase durante a vidaCandidíase vulvovaginal ocorre frequent...
Diagnóstico diferencialOutras vulvovaginites como vaginose bacteriana, tricomoníase, vaginite hipotrófica, vaginite inflamatóriaesfoliativa, processos alérgicos, líquen e doença de Paget vulvar. ObservaçõesA maioria das mulheres tem pelo menos um surto de candidíase durante a vidaCandidíase vulvovaginal ocorre frequent...
Diagnóstico diferencialOutras vulvovaginites como vaginose bacteriana, tricomoníase, vaginite hipotrófica, vaginite inflamatóriaesfoliativa, processos alérgicos, líquen e doença de Paget vulvar. ObservaçõesA maioria das mulheres tem pelo menos um surto de candidíase durante a vidaCandidíase vulvovaginal ocorre frequent...
Diagnóstico diferencialOutras vulvovaginites como vaginose bacteriana, tricomoníase, vaginite hipotrófica, vaginite inflamatóriaesfoliativa, processos alérgicos, líquen e doença de Paget vulvar. ObservaçõesA maioria das mulheres tem pelo menos um surto de candidíase durante a vidaCandidíase vulvovaginal ocorre frequent...
Diagnóstico diferencialOutras vulvovaginites como vaginose bacteriana, tricomoníase, vaginite hipotrófica, vaginite inflamatóriaesfoliativa, processos alérgicos, líquen e doença de Paget vulvar. ObservaçõesA maioria das mulheres tem pelo menos um surto de candidíase durante a vidaCandidíase vulvovaginal ocorre frequent...
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas. ConceitoInfecção causada por fungo do gênero Candida no sistema geniturinário da mulher (principalmente vulva evagina) e do homem. Sua presença em cavidade oral está relacionada com imunodeficiência. Embora algunsparceiros também apresen...
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas. ConceitoInfecção causada por fungo do gênero Candida no sistema geniturinário da mulher (principalmente vulva evagina) e do homem. Sua presença em cavidade oral está relacionada com imunodeficiência. Embora algunsparceiros também apresen...
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas. ConceitoInfecção causada por fungo do gênero Candida no sistema geniturinário da mulher (principalmente vulva evagina) e do homem. Sua presença em cavidade oral está relacionada com imunodeficiência. Embora algunsparceiros também apresen...
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas. ConceitoInfecção causada por fungo do gênero Candida no sistema geniturinário da mulher (principalmente vulva evagina) e do homem. Sua presença em cavidade oral está relacionada com imunodeficiência. Embora algunsparceiros também apresen...
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas. ConceitoInfecção causada por fungo do gênero Candida no sistema geniturinário da mulher (principalmente vulva evagina) e do homem. Sua presença em cavidade oral está relacionada com imunodeficiência. Embora algunsparceiros também apresen...
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas. ConceitoInfecção causada por fungo do gênero Candida no sistema geniturinário da mulher (principalmente vulva evagina) e do homem. Sua presença em cavidade oral está relacionada com imunodeficiência. Embora algunsparceiros também apresen...
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas. ConceitoInfecção causada por fungo do gênero Candida no sistema geniturinário da mulher (principalmente vulva evagina) e do homem. Sua presença em cavidade oral está relacionada com imunodeficiência. Embora algunsparceiros também apresen...
{"justificativa": "O contexto menciona alguns métodos laboratoriais que podem auxiliar no diagnóstico da candidíase, incluindo exames como a bacterioscopia e o exame a fresco, mas o foco principal é nas mulheres. Embora haja referências à infecção em homens, as informações não são suficientes para responder diretamente...
19,979
anticoncepcional contínuo, relação sexual, intervalo, amenorreia, risco de gravidez
quando você toma anticoncepcional a meses e não dar o intervalo aí faz relação e depois você dar o intervalo dos dia e não mestrua tem algum risco de ser gravidez
olá hoje em dia existem muitas combinações de anticoncepcional e cada uma delas tem o seu modo de usar se você seguiu as orientações corretamente ou seja não esqueceu nenhum dia tomou religiosamente no horário não usou nada que pudesse interferir no metabolismo do comprimido não teve nenhum quadro de diarréia ou vômito...
Alguns pontos são importantes para se questionar na anamnese:• Duração, curso e localização da dor. • Relação da dor com o ciclo menstrual com tendência de iniciar durante ou logo após a menstruação ou mesmo cursando com perda de sangue intermenstrual. • Inserção recente (<1 mês) de DIU ou curetagem ou parto, lem-brand...
Alguns pontos são importantes para se questionar na anamnese:• Duração, curso e localização da dor. • Relação da dor com o ciclo menstrual com tendência de iniciar durante ou logo após a menstruação ou mesmo cursando com perda de sangue intermenstrual. • Inserção recente (<1 mês) de DIU ou curetagem ou parto, lem-brand...
Alguns pontos são importantes para se questionar na anamnese:• Duração, curso e localização da dor. • Relação da dor com o ciclo menstrual com tendência de iniciar durante ou logo após a menstruação ou mesmo cursando com perda de sangue intermenstrual. • Inserção recente (<1 mês) de DIU ou curetagem ou parto, lem-brand...
Alguns pontos são importantes para se questionar na anamnese:• Duração, curso e localização da dor. • Relação da dor com o ciclo menstrual com tendência de iniciar durante ou logo após a menstruação ou mesmo cursando com perda de sangue intermenstrual. • Inserção recente (<1 mês) de DIU ou curetagem ou parto, lem-brand...
Alguns pontos são importantes para se questionar na anamnese:• Duração, curso e localização da dor. • Relação da dor com o ciclo menstrual com tendência de iniciar durante ou logo após a menstruação ou mesmo cursando com perda de sangue intermenstrual. • Inserção recente (<1 mês) de DIU ou curetagem ou parto, lem-brand...
Alguns pontos são importantes para se questionar na anamnese:• Duração, curso e localização da dor. • Relação da dor com o ciclo menstrual com tendência de iniciar durante ou logo após a menstruação ou mesmo cursando com perda de sangue intermenstrual. • Inserção recente (<1 mês) de DIU ou curetagem ou parto, lem-brand...
Alguns pontos são importantes para se questionar na anamnese:• Duração, curso e localização da dor. • Relação da dor com o ciclo menstrual com tendência de iniciar durante ou logo após a menstruação ou mesmo cursando com perda de sangue intermenstrual. • Inserção recente (<1 mês) de DIU ou curetagem ou parto, lem-brand...
C252403530252015 20 25 30 35 40 45Altura uterina (cm)Idade gestacional (semanas)Curva de valores de altura uterina: percentis 10, 50 e 90 (nível de conficança de (80%)© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- ...
C252403530252015 20 25 30 35 40 45Altura uterina (cm)Idade gestacional (semanas)Curva de valores de altura uterina: percentis 10, 50 e 90 (nível de conficança de (80%)© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- ...
C252403530252015 20 25 30 35 40 45Altura uterina (cm)Idade gestacional (semanas)Curva de valores de altura uterina: percentis 10, 50 e 90 (nível de conficança de (80%)© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- ...
C252403530252015 20 25 30 35 40 45Altura uterina (cm)Idade gestacional (semanas)Curva de valores de altura uterina: percentis 10, 50 e 90 (nível de conficança de (80%)© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- ...
C252403530252015 20 25 30 35 40 45Altura uterina (cm)Idade gestacional (semanas)Curva de valores de altura uterina: percentis 10, 50 e 90 (nível de conficança de (80%)© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- ...
C252403530252015 20 25 30 35 40 45Altura uterina (cm)Idade gestacional (semanas)Curva de valores de altura uterina: percentis 10, 50 e 90 (nível de conficança de (80%)© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- ...
C252403530252015 20 25 30 35 40 45Altura uterina (cm)Idade gestacional (semanas)Curva de valores de altura uterina: percentis 10, 50 e 90 (nível de conficança de (80%)© Todos os direitos reservados a Editora Atheneu Ltda. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- ...
{"justificativa":"O contexto fornecido não contém informações relevantes sobre o uso de anticoncepcionais, intervalos, ou riscos de gravidez como resultado de relações sexuais durante esse uso. Por isso, não ajuda na resposta à pergunta do usuário.","nota":1}
18,502
remédios caseiros para infertilidade, ausência de cistos ovarianos, dificuldade para engravidar, tratamentos alternativos para concepção
eu posso toma remédios caseiro para engravidar não tenho sisto nada e não consigo engravidar
olá já fez uma avaliação préconcepcional esse atendimento avalia pontos importantes da saúde do casal e aumenta as chances de uma gestação e um bebê saudável boa sorte
Além disso, para muitas mulheres inférteis, particularmente as com grave comprometimento nas tubas uterinas, a fertilizaçãoin vitro (FIV) é aconselhável quando a reparação cirúrgica das tubas uterinas não for bem-sucedida.2,43Na Conferência do Cairo foram descritas medidas com relação aos direitos à saúde reprodutiva, ...
Além disso, para muitas mulheres inférteis, particularmente as com grave comprometimento nas tubas uterinas, a fertilizaçãoin vitro (FIV) é aconselhável quando a reparação cirúrgica das tubas uterinas não for bem-sucedida.2,43Na Conferência do Cairo foram descritas medidas com relação aos direitos à saúde reprodutiva, ...
Além disso, para muitas mulheres inférteis, particularmente as com grave comprometimento nas tubas uterinas, a fertilizaçãoin vitro (FIV) é aconselhável quando a reparação cirúrgica das tubas uterinas não for bem-sucedida.2,43Na Conferência do Cairo foram descritas medidas com relação aos direitos à saúde reprodutiva, ...
Além disso, para muitas mulheres inférteis, particularmente as com grave comprometimento nas tubas uterinas, a fertilizaçãoin vitro (FIV) é aconselhável quando a reparação cirúrgica das tubas uterinas não for bem-sucedida.2,43Na Conferência do Cairo foram descritas medidas com relação aos direitos à saúde reprodutiva, ...
Além disso, para muitas mulheres inférteis, particularmente as com grave comprometimento nas tubas uterinas, a fertilizaçãoin vitro (FIV) é aconselhável quando a reparação cirúrgica das tubas uterinas não for bem-sucedida.2,43Na Conferência do Cairo foram descritas medidas com relação aos direitos à saúde reprodutiva, ...
Além disso, para muitas mulheres inférteis, particularmente as com grave comprometimento nas tubas uterinas, a fertilizaçãoin vitro (FIV) é aconselhável quando a reparação cirúrgica das tubas uterinas não for bem-sucedida.2,43Na Conferência do Cairo foram descritas medidas com relação aos direitos à saúde reprodutiva, ...
Além disso, para muitas mulheres inférteis, particularmente as com grave comprometimento nas tubas uterinas, a fertilizaçãoin vitro (FIV) é aconselhável quando a reparação cirúrgica das tubas uterinas não for bem-sucedida.2,43Na Conferência do Cairo foram descritas medidas com relação aos direitos à saúde reprodutiva, ...
TRATAMENTOO tratamento da amenorreia depende da etiologia e dos ob-jetivos da paciente, como desejo de tratar hirsutismo ou de engravidar. --- Tratamento medicamentoso fetalO tratamento para infecções, arritmias cardíacas fetais, função tireoidiana comprometida e outrosproblemas clínicos é fornecido para a mãe e chega ...
TRATAMENTOO tratamento da amenorreia depende da etiologia e dos ob-jetivos da paciente, como desejo de tratar hirsutismo ou de engravidar. --- Tratamento medicamentoso fetalO tratamento para infecções, arritmias cardíacas fetais, função tireoidiana comprometida e outrosproblemas clínicos é fornecido para a mãe e chega ...
TRATAMENTOO tratamento da amenorreia depende da etiologia e dos ob-jetivos da paciente, como desejo de tratar hirsutismo ou de engravidar. --- Tratamento medicamentoso fetalO tratamento para infecções, arritmias cardíacas fetais, função tireoidiana comprometida e outrosproblemas clínicos é fornecido para a mãe e chega ...
TRATAMENTOO tratamento da amenorreia depende da etiologia e dos ob-jetivos da paciente, como desejo de tratar hirsutismo ou de engravidar. --- Tratamento medicamentoso fetalO tratamento para infecções, arritmias cardíacas fetais, função tireoidiana comprometida e outrosproblemas clínicos é fornecido para a mãe e chega ...
TRATAMENTOO tratamento da amenorreia depende da etiologia e dos ob-jetivos da paciente, como desejo de tratar hirsutismo ou de engravidar. --- Tratamento medicamentoso fetalO tratamento para infecções, arritmias cardíacas fetais, função tireoidiana comprometida e outrosproblemas clínicos é fornecido para a mãe e chega ...
TRATAMENTOO tratamento da amenorreia depende da etiologia e dos ob-jetivos da paciente, como desejo de tratar hirsutismo ou de engravidar. --- Tratamento medicamentoso fetalO tratamento para infecções, arritmias cardíacas fetais, função tireoidiana comprometida e outrosproblemas clínicos é fornecido para a mãe e chega ...
TRATAMENTOO tratamento da amenorreia depende da etiologia e dos ob-jetivos da paciente, como desejo de tratar hirsutismo ou de engravidar. --- Tratamento medicamentoso fetalO tratamento para infecções, arritmias cardíacas fetais, função tireoidiana comprometida e outrosproblemas clínicos é fornecido para a mãe e chega ...
```json {"justificativa": "O contexto analisa o tratamento da infertilidade e menciona a fertilização in vitro, mas não aborda diretamente o uso de remédios caseiros para engravidar. Portanto, as informações são úteis, mas não suficientes para responder à pergunta.", "nota": 2} ```
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vacina sarampo gravidez risco
olá eu tomei a vacina de sarampo dia e descubri que estava grávida dia será que tem algum risco
agora está feito a regra é usar métodos anticonceptivos por três meses após essa vacina pois são vírus vivos mas mais fracos a sorte a gestação deverá ser bem observada fazer todas as consultas e exames necessários só nos exames e no final da gestação que se vai saber se houve algum problema pode não haver
Figura 64.4 Diagnóstico de rubéola na grávida. (SOGC, 2008.)(Adaptada de Strebel et al. , 2009.)VacinaA vacinação contra sarampo/caxumba/rubéola/varicela (tetra viral) faz parte do calendário vacinal do SistemaÚnico de Saúde (SUS) e é indicada, atualmente, para crianças com 1 ano de idade e reforço entre os 4 e os 6ano...
Figura 64.4 Diagnóstico de rubéola na grávida. (SOGC, 2008.)(Adaptada de Strebel et al. , 2009.)VacinaA vacinação contra sarampo/caxumba/rubéola/varicela (tetra viral) faz parte do calendário vacinal do SistemaÚnico de Saúde (SUS) e é indicada, atualmente, para crianças com 1 ano de idade e reforço entre os 4 e os 6ano...
Figura 64.4 Diagnóstico de rubéola na grávida. (SOGC, 2008.)(Adaptada de Strebel et al. , 2009.)VacinaA vacinação contra sarampo/caxumba/rubéola/varicela (tetra viral) faz parte do calendário vacinal do SistemaÚnico de Saúde (SUS) e é indicada, atualmente, para crianças com 1 ano de idade e reforço entre os 4 e os 6ano...
Figura 64.4 Diagnóstico de rubéola na grávida. (SOGC, 2008.)(Adaptada de Strebel et al. , 2009.)VacinaA vacinação contra sarampo/caxumba/rubéola/varicela (tetra viral) faz parte do calendário vacinal do SistemaÚnico de Saúde (SUS) e é indicada, atualmente, para crianças com 1 ano de idade e reforço entre os 4 e os 6ano...
Figura 64.4 Diagnóstico de rubéola na grávida. (SOGC, 2008.)(Adaptada de Strebel et al. , 2009.)VacinaA vacinação contra sarampo/caxumba/rubéola/varicela (tetra viral) faz parte do calendário vacinal do SistemaÚnico de Saúde (SUS) e é indicada, atualmente, para crianças com 1 ano de idade e reforço entre os 4 e os 6ano...
Figura 64.4 Diagnóstico de rubéola na grávida. (SOGC, 2008.)(Adaptada de Strebel et al. , 2009.)VacinaA vacinação contra sarampo/caxumba/rubéola/varicela (tetra viral) faz parte do calendário vacinal do SistemaÚnico de Saúde (SUS) e é indicada, atualmente, para crianças com 1 ano de idade e reforço entre os 4 e os 6ano...
Figura 64.4 Diagnóstico de rubéola na grávida. (SOGC, 2008.)(Adaptada de Strebel et al. , 2009.)VacinaA vacinação contra sarampo/caxumba/rubéola/varicela (tetra viral) faz parte do calendário vacinal do SistemaÚnico de Saúde (SUS) e é indicada, atualmente, para crianças com 1 ano de idade e reforço entre os 4 e os 6ano...
Pneumococos Não é de uso rotineiro na gestação, mas pode ser utilizada, se necessário, principalmente em gestantes de risco, não previamente vacinadas. Quadro 5. Imunoglobulinas mais utilizadas na gravidez(3,10,17-23)Imunoglobulina RecomendaçãoHepatite B Aplicar após exposição, associada à vacina. Raiva Profilaxia após...
Pneumococos Não é de uso rotineiro na gestação, mas pode ser utilizada, se necessário, principalmente em gestantes de risco, não previamente vacinadas. Quadro 5. Imunoglobulinas mais utilizadas na gravidez(3,10,17-23)Imunoglobulina RecomendaçãoHepatite B Aplicar após exposição, associada à vacina. Raiva Profilaxia após...
Pneumococos Não é de uso rotineiro na gestação, mas pode ser utilizada, se necessário, principalmente em gestantes de risco, não previamente vacinadas. Quadro 5. Imunoglobulinas mais utilizadas na gravidez(3,10,17-23)Imunoglobulina RecomendaçãoHepatite B Aplicar após exposição, associada à vacina. Raiva Profilaxia após...
Pneumococos Não é de uso rotineiro na gestação, mas pode ser utilizada, se necessário, principalmente em gestantes de risco, não previamente vacinadas. Quadro 5. Imunoglobulinas mais utilizadas na gravidez(3,10,17-23)Imunoglobulina RecomendaçãoHepatite B Aplicar após exposição, associada à vacina. Raiva Profilaxia após...
Pneumococos Não é de uso rotineiro na gestação, mas pode ser utilizada, se necessário, principalmente em gestantes de risco, não previamente vacinadas. Quadro 5. Imunoglobulinas mais utilizadas na gravidez(3,10,17-23)Imunoglobulina RecomendaçãoHepatite B Aplicar após exposição, associada à vacina. Raiva Profilaxia após...
Pneumococos Não é de uso rotineiro na gestação, mas pode ser utilizada, se necessário, principalmente em gestantes de risco, não previamente vacinadas. Quadro 5. Imunoglobulinas mais utilizadas na gravidez(3,10,17-23)Imunoglobulina RecomendaçãoHepatite B Aplicar após exposição, associada à vacina. Raiva Profilaxia após...
Pneumococos Não é de uso rotineiro na gestação, mas pode ser utilizada, se necessário, principalmente em gestantes de risco, não previamente vacinadas. Quadro 5. Imunoglobulinas mais utilizadas na gravidez(3,10,17-23)Imunoglobulina RecomendaçãoHepatite B Aplicar após exposição, associada à vacina. Raiva Profilaxia após...
{"justificativa": "O contexto discute a vacinação contra o sarampo e menciona que a vacina é contraindicada durante a gravidez, oferecendo informações sobre segurança e espera após a vacinação. Contudo, não aborda diretamente os riscos associados à vacinação durante a gravidez em termos de segurança do feto ou complica...
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filho 1 ano sem menstruação após parto, amamentação, dependência do leite materno para dormir, laqueadura pós-parto, normalidade da amamentação em crianças.
olá meu filho tem ano e meses não tenho menstruaçãosó tive uns dias após o partoele come de tudo mas depende muito do peito principalmente para dormie eu tive ele e fiz laqueadura isso e normaltenho anos
olá o comum após ano e meses do parto é menstruar normalmente mesmo que o bebê ainda esteja em aleitamento para esclarecer melhor o seu quadro seria necessário passar por consulta para realização de exame físico e talvez alguns exames complementares a laqueadura tubária não interfere nesse aspecto do seu ciclo
Tabela 23.2 Relação entre a duração da amamentação e o período de tempo médio decorrido para o retornoda menstruação e da ovulação após o parto. Tempo decorrido para o aparecimento daDuração da lactação (meses)1a menstruação (meses)1a ovulação (meses)01,51,312,11,922,72,633,33,243,93,954,54,565,15,275,75,86,36,596,97,...
Tabela 23.2 Relação entre a duração da amamentação e o período de tempo médio decorrido para o retornoda menstruação e da ovulação após o parto. Tempo decorrido para o aparecimento daDuração da lactação (meses)1a menstruação (meses)1a ovulação (meses)01,51,312,11,922,72,633,33,243,93,954,54,565,15,275,75,86,36,596,97,...
Tabela 23.2 Relação entre a duração da amamentação e o período de tempo médio decorrido para o retornoda menstruação e da ovulação após o parto. Tempo decorrido para o aparecimento daDuração da lactação (meses)1a menstruação (meses)1a ovulação (meses)01,51,312,11,922,72,633,33,243,93,954,54,565,15,275,75,86,36,596,97,...
Tabela 23.2 Relação entre a duração da amamentação e o período de tempo médio decorrido para o retornoda menstruação e da ovulação após o parto. Tempo decorrido para o aparecimento daDuração da lactação (meses)1a menstruação (meses)1a ovulação (meses)01,51,312,11,922,72,633,33,243,93,954,54,565,15,275,75,86,36,596,97,...
Tabela 23.2 Relação entre a duração da amamentação e o período de tempo médio decorrido para o retornoda menstruação e da ovulação após o parto. Tempo decorrido para o aparecimento daDuração da lactação (meses)1a menstruação (meses)1a ovulação (meses)01,51,312,11,922,72,633,33,243,93,954,54,565,15,275,75,86,36,596,97,...
Tabela 23.2 Relação entre a duração da amamentação e o período de tempo médio decorrido para o retornoda menstruação e da ovulação após o parto. Tempo decorrido para o aparecimento daDuração da lactação (meses)1a menstruação (meses)1a ovulação (meses)01,51,312,11,922,72,633,33,243,93,954,54,565,15,275,75,86,36,596,97,...
Tabela 23.2 Relação entre a duração da amamentação e o período de tempo médio decorrido para o retornoda menstruação e da ovulação após o parto. Tempo decorrido para o aparecimento daDuração da lactação (meses)1a menstruação (meses)1a ovulação (meses)01,51,312,11,922,72,633,33,243,93,954,54,565,15,275,75,86,36,596,97,...
• Doenças maternas como infecção, hipotireoidismo, diabetes descompensa -do, síndrome de Sheehan, distúrbios emocionais, uso de medicamentos que diminuam a produção láctea, restrição dietética importante, redução cirúrgi-ca das mamas, tabagismo e nova gravidez. --- • Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e...
• Doenças maternas como infecção, hipotireoidismo, diabetes descompensa -do, síndrome de Sheehan, distúrbios emocionais, uso de medicamentos que diminuam a produção láctea, restrição dietética importante, redução cirúrgi-ca das mamas, tabagismo e nova gravidez. --- • Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e...
• Doenças maternas como infecção, hipotireoidismo, diabetes descompensa -do, síndrome de Sheehan, distúrbios emocionais, uso de medicamentos que diminuam a produção láctea, restrição dietética importante, redução cirúrgi-ca das mamas, tabagismo e nova gravidez. --- • Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e...
• Doenças maternas como infecção, hipotireoidismo, diabetes descompensa -do, síndrome de Sheehan, distúrbios emocionais, uso de medicamentos que diminuam a produção láctea, restrição dietética importante, redução cirúrgi-ca das mamas, tabagismo e nova gravidez. --- • Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e...
• Doenças maternas como infecção, hipotireoidismo, diabetes descompensa -do, síndrome de Sheehan, distúrbios emocionais, uso de medicamentos que diminuam a produção láctea, restrição dietética importante, redução cirúrgi-ca das mamas, tabagismo e nova gravidez. --- • Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e...
• Doenças maternas como infecção, hipotireoidismo, diabetes descompensa -do, síndrome de Sheehan, distúrbios emocionais, uso de medicamentos que diminuam a produção láctea, restrição dietética importante, redução cirúrgi-ca das mamas, tabagismo e nova gravidez. --- • Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e...
• Doenças maternas como infecção, hipotireoidismo, diabetes descompensa -do, síndrome de Sheehan, distúrbios emocionais, uso de medicamentos que diminuam a produção láctea, restrição dietética importante, redução cirúrgi-ca das mamas, tabagismo e nova gravidez. --- • Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e...
{"justificativa": "O contexto fornecido aborda questões relacionadas a amamentação, saúde materna e fatores que podem afetar a produção de leite, mas não aborda especificamente a situação do usuário sobre a falta de menstruação após a laqueadura, o que é crucial para responder à pergunta. Portanto, o contexto é apenas ...
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banho de banheira sífilis contaminação risco
tomar banho de banheira tipo uma espécie de caixa dágua com uma pessoa portadora de sífilis pode ser contaminado ou não há perigo
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta e esclareça suas dúvidasa sífilis é uma infecção sexualmente transmissível e contagiosa grave faça o tratamento corretopara ser considerada corretamente tratada você e seu parceiro sexual precisam realizar o tratamento correto com a dose correta do anti...
Sífilis (Figuras 62.1 a 62.9)SinonímiaLues, cancro duro, protossifiloma. ConceitoDoença infectocontagiosa, de evolução sistêmica (crônica), que ocorre por transmissão sexual e por outroscontatos íntimos (sífilis adquirida). Pode ser transmitida da mãe para o feto (intraútero), ou pelo contato dacriança com as lesões ma...
Sífilis (Figuras 62.1 a 62.9)SinonímiaLues, cancro duro, protossifiloma. ConceitoDoença infectocontagiosa, de evolução sistêmica (crônica), que ocorre por transmissão sexual e por outroscontatos íntimos (sífilis adquirida). Pode ser transmitida da mãe para o feto (intraútero), ou pelo contato dacriança com as lesões ma...
Sífilis (Figuras 62.1 a 62.9)SinonímiaLues, cancro duro, protossifiloma. ConceitoDoença infectocontagiosa, de evolução sistêmica (crônica), que ocorre por transmissão sexual e por outroscontatos íntimos (sífilis adquirida). Pode ser transmitida da mãe para o feto (intraútero), ou pelo contato dacriança com as lesões ma...
Sífilis (Figuras 62.1 a 62.9)SinonímiaLues, cancro duro, protossifiloma. ConceitoDoença infectocontagiosa, de evolução sistêmica (crônica), que ocorre por transmissão sexual e por outroscontatos íntimos (sífilis adquirida). Pode ser transmitida da mãe para o feto (intraútero), ou pelo contato dacriança com as lesões ma...
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Sífilis (Figuras 62.1 a 62.9)SinonímiaLues, cancro duro, protossifiloma. ConceitoDoença infectocontagiosa, de evolução sistêmica (crônica), que ocorre por transmissão sexual e por outroscontatos íntimos (sífilis adquirida). Pode ser transmitida da mãe para o feto (intraútero), ou pelo contato dacriança com as lesões ma...
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Sífilis (Figuras 62.1 a 62.9)SinonímiaLues, cancro duro, protossifiloma. ConceitoDoença infectocontagiosa, de evolução sistêmica (crônica), que ocorre por transmissão sexual e por outroscontatos íntimos (sífilis adquirida). Pode ser transmitida da mãe para o feto (intraútero), ou pelo contato dacriança com as lesões ma...
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Sífilis (Figuras 62.1 a 62.9)SinonímiaLues, cancro duro, protossifiloma. ConceitoDoença infectocontagiosa, de evolução sistêmica (crônica), que ocorre por transmissão sexual e por outroscontatos íntimos (sífilis adquirida). Pode ser transmitida da mãe para o feto (intraútero), ou pelo contato dacriança com as lesões ma...
Sífilis (Figuras 62.1 a 62.9)SinonímiaLues, cancro duro, protossifiloma. ConceitoDoença infectocontagiosa, de evolução sistêmica (crônica), que ocorre por transmissão sexual e por outroscontatos íntimos (sífilis adquirida). Pode ser transmitida da mãe para o feto (intraútero), ou pelo contato dacriança com as lesões ma...
Sífilis (Figuras 62.1 a 62.9)SinonímiaLues, cancro duro, protossifiloma. ConceitoDoença infectocontagiosa, de evolução sistêmica (crônica), que ocorre por transmissão sexual e por outroscontatos íntimos (sífilis adquirida). Pode ser transmitida da mãe para o feto (intraútero), ou pelo contato dacriança com as lesões ma...
Sífilis (Figuras 62.1 a 62.9)SinonímiaLues, cancro duro, protossifiloma. ConceitoDoença infectocontagiosa, de evolução sistêmica (crônica), que ocorre por transmissão sexual e por outroscontatos íntimos (sífilis adquirida). Pode ser transmitida da mãe para o feto (intraútero), ou pelo contato dacriança com as lesões ma...
{"justificativa": "O contexto analisado não fornece informações diretas sobre a possibilidade de contaminação em um banho de banheira com uma pessoa portadora de sífilis. Ele fala sobre a natureza da doença, seu agente causador e algumas estatísticas, mas não aborda a questão específica do risco de transmissão em ambie...
8,877
transmissão do HPV esperma, engravidar mulher sem contaminação, precauções HPV, prevenção transmissão sexual HPV, fertilização segura HPV
tenho anos homem há anos e meio fiz a remoção das verrugas por eletrocauterização na base e no pênis elas não voltaram e a pergunta é posso transmitir o hpv através do espermase sim então como farei para engravidar uma mulher sem contaminála
olá o fato de você ter tratado as verrugas pelo hpv não significa que você está livre do vírus algumas pessoas mantêm uma infecção crônica e latente pelo hpv o vírus pode estar espalhada pela região genital inclusive na uretra glândulas seminais próstata esperma etco fato de você tratar as verrugas pelo hpv você diminu...
Formas de transmissão do HPVEm sua maioria, as infecções por HPV resultam de contato se-xual. A infecção do colo uterino por HPV de alto risco em geral é limitada às mulheres que tenham tido contato sexual com penetração. Algumas mulheres sexualmente inativas ocasional-mente apresentam resultados positivos para tipos n...
Formas de transmissão do HPVEm sua maioria, as infecções por HPV resultam de contato se-xual. A infecção do colo uterino por HPV de alto risco em geral é limitada às mulheres que tenham tido contato sexual com penetração. Algumas mulheres sexualmente inativas ocasional-mente apresentam resultados positivos para tipos n...
Formas de transmissão do HPVEm sua maioria, as infecções por HPV resultam de contato se-xual. A infecção do colo uterino por HPV de alto risco em geral é limitada às mulheres que tenham tido contato sexual com penetração. Algumas mulheres sexualmente inativas ocasional-mente apresentam resultados positivos para tipos n...
Formas de transmissão do HPVEm sua maioria, as infecções por HPV resultam de contato se-xual. A infecção do colo uterino por HPV de alto risco em geral é limitada às mulheres que tenham tido contato sexual com penetração. Algumas mulheres sexualmente inativas ocasional-mente apresentam resultados positivos para tipos n...
Formas de transmissão do HPVEm sua maioria, as infecções por HPV resultam de contato se-xual. A infecção do colo uterino por HPV de alto risco em geral é limitada às mulheres que tenham tido contato sexual com penetração. Algumas mulheres sexualmente inativas ocasional-mente apresentam resultados positivos para tipos n...
Formas de transmissão do HPVEm sua maioria, as infecções por HPV resultam de contato se-xual. A infecção do colo uterino por HPV de alto risco em geral é limitada às mulheres que tenham tido contato sexual com penetração. Algumas mulheres sexualmente inativas ocasional-mente apresentam resultados positivos para tipos n...
Formas de transmissão do HPVEm sua maioria, as infecções por HPV resultam de contato se-xual. A infecção do colo uterino por HPV de alto risco em geral é limitada às mulheres que tenham tido contato sexual com penetração. Algumas mulheres sexualmente inativas ocasional-mente apresentam resultados positivos para tipos n...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
```json {"justificativa": "O contexto fornece informações sobre HPV e sua transmissão, incluindo a possibilidade de contágio no estado feminino e complicações associadas à gravidez. No entanto, não aborda diretamente como engravidar sem infectar a parceira, o que é crucial para responder à pergunta do usuário.", "nota"...
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Tempo de evolução de verrugas penianas causadas pelo HPV
quanto tempo leva para as verrugas do hpv no pênis evoluírem
não se sabe por quanto tempo a infecção pelo hpv pode permanecer inaparente mas em média a lesões surgem entre a meses após o contato porém há relatos de intervalo de até anos para surgirem sinais da infecção
Infecção congênita por HPVIndependentemente da alta prevalência de infecção genital por HPV , a transmissão vertical (mãe para feto ou recém nato) além da colonização transitória da pele é rara. As verrugas conjunti-vais, laríngeas, vulvares ou perianais presentes ao nascimento ou que surjam no período de 1 a 3 anos ap...
Infecção congênita por HPVIndependentemente da alta prevalência de infecção genital por HPV , a transmissão vertical (mãe para feto ou recém nato) além da colonização transitória da pele é rara. As verrugas conjunti-vais, laríngeas, vulvares ou perianais presentes ao nascimento ou que surjam no período de 1 a 3 anos ap...
Infecção congênita por HPVIndependentemente da alta prevalência de infecção genital por HPV , a transmissão vertical (mãe para feto ou recém nato) além da colonização transitória da pele é rara. As verrugas conjunti-vais, laríngeas, vulvares ou perianais presentes ao nascimento ou que surjam no período de 1 a 3 anos ap...
Infecção congênita por HPVIndependentemente da alta prevalência de infecção genital por HPV , a transmissão vertical (mãe para feto ou recém nato) além da colonização transitória da pele é rara. As verrugas conjunti-vais, laríngeas, vulvares ou perianais presentes ao nascimento ou que surjam no período de 1 a 3 anos ap...
Infecção congênita por HPVIndependentemente da alta prevalência de infecção genital por HPV , a transmissão vertical (mãe para feto ou recém nato) além da colonização transitória da pele é rara. As verrugas conjunti-vais, laríngeas, vulvares ou perianais presentes ao nascimento ou que surjam no período de 1 a 3 anos ap...
Infecção congênita por HPVIndependentemente da alta prevalência de infecção genital por HPV , a transmissão vertical (mãe para feto ou recém nato) além da colonização transitória da pele é rara. As verrugas conjunti-vais, laríngeas, vulvares ou perianais presentes ao nascimento ou que surjam no período de 1 a 3 anos ap...
Infecção congênita por HPVIndependentemente da alta prevalência de infecção genital por HPV , a transmissão vertical (mãe para feto ou recém nato) além da colonização transitória da pele é rara. As verrugas conjunti-vais, laríngeas, vulvares ou perianais presentes ao nascimento ou que surjam no período de 1 a 3 anos ap...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o período de incubação do HPV, que é de três semanas a 8 meses, mas não especifica claramente quanto tempo leva para as verrugas no pênis evoluírem. Portanto, as informações são úteis, mas insuficientes para responder diretamente à pergunta do usuário."...
6,982
Prolapso vaginal, parto normal, fatores de risco, puerperal.
é normal apenas com um parto normal ter prolapso
existem várias causas para o prolapso de órgãos pélvicos a má assistência ao parto é apenas uma delas sendo que até mesmo mulheres sem partos vaginais podem apresentar o problema
■ Riscos relacionados à obstetríciaMultiparidadeParto vaginal é o fator de risco citado com maior frequência. Embora haja algumas evidências de que a gestação por si só já predisponha a POP , diversos trabalhos demonstraram com EPIDEMIOLOGIAFATORES DE RISCOHoffman_24.indd 633 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail...
■ Riscos relacionados à obstetríciaMultiparidadeParto vaginal é o fator de risco citado com maior frequência. Embora haja algumas evidências de que a gestação por si só já predisponha a POP , diversos trabalhos demonstraram com EPIDEMIOLOGIAFATORES DE RISCOHoffman_24.indd 633 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail...
■ Riscos relacionados à obstetríciaMultiparidadeParto vaginal é o fator de risco citado com maior frequência. Embora haja algumas evidências de que a gestação por si só já predisponha a POP , diversos trabalhos demonstraram com EPIDEMIOLOGIAFATORES DE RISCOHoffman_24.indd 633 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail...
■ Riscos relacionados à obstetríciaMultiparidadeParto vaginal é o fator de risco citado com maior frequência. Embora haja algumas evidências de que a gestação por si só já predisponha a POP , diversos trabalhos demonstraram com EPIDEMIOLOGIAFATORES DE RISCOHoffman_24.indd 633 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail...
■ Riscos relacionados à obstetríciaMultiparidadeParto vaginal é o fator de risco citado com maior frequência. Embora haja algumas evidências de que a gestação por si só já predisponha a POP , diversos trabalhos demonstraram com EPIDEMIOLOGIAFATORES DE RISCOHoffman_24.indd 633 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail...
■ Riscos relacionados à obstetríciaMultiparidadeParto vaginal é o fator de risco citado com maior frequência. Embora haja algumas evidências de que a gestação por si só já predisponha a POP , diversos trabalhos demonstraram com EPIDEMIOLOGIAFATORES DE RISCOHoffman_24.indd 633 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail...
■ Riscos relacionados à obstetríciaMultiparidadeParto vaginal é o fator de risco citado com maior frequência. Embora haja algumas evidências de que a gestação por si só já predisponha a POP , diversos trabalhos demonstraram com EPIDEMIOLOGIAFATORES DE RISCOHoffman_24.indd 633 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail...
■ Riscos relacionados à obstetríciaMultiparidadeParto vaginal é o fator de risco citado com maior frequência. Embora haja algumas evidências de que a gestação por si só já predisponha a POP , diversos trabalhos demonstraram com EPIDEMIOLOGIAFATORES DE RISCOHoffman_24.indd 633 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail...
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■ Riscos relacionados à obstetríciaMultiparidadeParto vaginal é o fator de risco citado com maior frequência. Embora haja algumas evidências de que a gestação por si só já predisponha a POP , diversos trabalhos demonstraram com EPIDEMIOLOGIAFATORES DE RISCOHoffman_24.indd 633 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail...
■ Riscos relacionados à obstetríciaMultiparidadeParto vaginal é o fator de risco citado com maior frequência. Embora haja algumas evidências de que a gestação por si só já predisponha a POP , diversos trabalhos demonstraram com EPIDEMIOLOGIAFATORES DE RISCOHoffman_24.indd 633 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail...
■ Riscos relacionados à obstetríciaMultiparidadeParto vaginal é o fator de risco citado com maior frequência. Embora haja algumas evidências de que a gestação por si só já predisponha a POP , diversos trabalhos demonstraram com EPIDEMIOLOGIAFATORES DE RISCOHoffman_24.indd 633 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail...
■ Riscos relacionados à obstetríciaMultiparidadeParto vaginal é o fator de risco citado com maior frequência. Embora haja algumas evidências de que a gestação por si só já predisponha a POP , diversos trabalhos demonstraram com EPIDEMIOLOGIAFATORES DE RISCOHoffman_24.indd 633 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail...
■ Riscos relacionados à obstetríciaMultiparidadeParto vaginal é o fator de risco citado com maior frequência. Embora haja algumas evidências de que a gestação por si só já predisponha a POP , diversos trabalhos demonstraram com EPIDEMIOLOGIAFATORES DE RISCOHoffman_24.indd 633 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail...
{"justificativa": "O contexto menciona que o parto vaginal é um fator de risco significativo para o desenvolvimento de prolapso de órgãos pélvicos (POP), especialmente em mulheres que tiveram múltiplos partos vaginais. No entanto, não aborda especificamente a relação do prolapso com um único parto normal, deixando essa...
12,839
Duração do alívio dos sintomas vasomotores da menopausa com uso de Climatrix.
quanto tempo demorará para os calores da menopausa aliviarem com o uso do climatrix
olá nunca inicie uma medicação hormonal sem a ajuda do seu médico nem todas as mulheres podem fazer a reposição hormonal essas medicações podem estar associada a eventos graves como tromboseao prescrever uma reposição hormonal o seu médico deverá avaliar a sua história clínica suas queixas seus antecedentes pessoais e ...
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem...
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem...
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem...
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■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem...
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem...
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre a duração dos sintomas vasomotores, mas não menciona especificamente o uso do Climatrix ou seu efeito sobre a duração dos calores da menopausa. Portanto, não é suficiente para responder à pergunta sobre o tempo necessário para o alívio desses sintomas com o uso do...
11,201
Efeitos colaterais do gestinol, ganho de peso, contraceptivos hormonais.
gostaria de saber se o gestinol faz ganhar peso
olá nunca inicie ou troque uma medicação anticoncepcional sem a ajuda do seu médico nem todas as mulheres podem usar qualquer anticoncepcional essas medicações podem estar associadas a eventos graves como trombose o uso errado pode aumentar o risco de uma gravidez indesejadaconverse com o seu médico esclareça suas dúvi...
Contraceptivos oraisO uso de contraceptivos orais, que são combinações de hormônios femininos obtidos sinteticamente, podetrazer também alterações nos tecidos gengivais muito semelhantes às observadas em gestantes (Lindhe & Bjorn,1967; Kalkwarf, 1978). Enquanto na gravidez essas alterações hormonais ocorrem por prazo m...
Contraceptivos oraisO uso de contraceptivos orais, que são combinações de hormônios femininos obtidos sinteticamente, podetrazer também alterações nos tecidos gengivais muito semelhantes às observadas em gestantes (Lindhe & Bjorn,1967; Kalkwarf, 1978). Enquanto na gravidez essas alterações hormonais ocorrem por prazo m...
Contraceptivos oraisO uso de contraceptivos orais, que são combinações de hormônios femininos obtidos sinteticamente, podetrazer também alterações nos tecidos gengivais muito semelhantes às observadas em gestantes (Lindhe & Bjorn,1967; Kalkwarf, 1978). Enquanto na gravidez essas alterações hormonais ocorrem por prazo m...
Contraceptivos oraisO uso de contraceptivos orais, que são combinações de hormônios femininos obtidos sinteticamente, podetrazer também alterações nos tecidos gengivais muito semelhantes às observadas em gestantes (Lindhe & Bjorn,1967; Kalkwarf, 1978). Enquanto na gravidez essas alterações hormonais ocorrem por prazo m...
Contraceptivos oraisO uso de contraceptivos orais, que são combinações de hormônios femininos obtidos sinteticamente, podetrazer também alterações nos tecidos gengivais muito semelhantes às observadas em gestantes (Lindhe & Bjorn,1967; Kalkwarf, 1978). Enquanto na gravidez essas alterações hormonais ocorrem por prazo m...
Contraceptivos oraisO uso de contraceptivos orais, que são combinações de hormônios femininos obtidos sinteticamente, podetrazer também alterações nos tecidos gengivais muito semelhantes às observadas em gestantes (Lindhe & Bjorn,1967; Kalkwarf, 1978). Enquanto na gravidez essas alterações hormonais ocorrem por prazo m...
Contraceptivos oraisO uso de contraceptivos orais, que são combinações de hormônios femininos obtidos sinteticamente, podetrazer também alterações nos tecidos gengivais muito semelhantes às observadas em gestantes (Lindhe & Bjorn,1967; Kalkwarf, 1978). Enquanto na gravidez essas alterações hormonais ocorrem por prazo m...
Informar sobre a segurança dos anticoncepcionais hormonais. Lembrar que o anti-concepcional combinado não afeta a estatura e o peso corporal(84). Orientar vacinas para HPV, hepatite B e outrosDSTs: doenças sexualmente transmissíveis; SIDA: síndrome da imunodeficiência adquirida; HPV: papiloma vírus humano. --- densidAd...
Informar sobre a segurança dos anticoncepcionais hormonais. Lembrar que o anti-concepcional combinado não afeta a estatura e o peso corporal(84). Orientar vacinas para HPV, hepatite B e outrosDSTs: doenças sexualmente transmissíveis; SIDA: síndrome da imunodeficiência adquirida; HPV: papiloma vírus humano. --- 1 Há tam...
Informar sobre a segurança dos anticoncepcionais hormonais. Lembrar que o anti-concepcional combinado não afeta a estatura e o peso corporal(84). Orientar vacinas para HPV, hepatite B e outrosDSTs: doenças sexualmente transmissíveis; SIDA: síndrome da imunodeficiência adquirida; HPV: papiloma vírus humano. --- densidAd...
Informar sobre a segurança dos anticoncepcionais hormonais. Lembrar que o anti-concepcional combinado não afeta a estatura e o peso corporal(84). Orientar vacinas para HPV, hepatite B e outrosDSTs: doenças sexualmente transmissíveis; SIDA: síndrome da imunodeficiência adquirida; HPV: papiloma vírus humano. --- densidAd...
Informar sobre a segurança dos anticoncepcionais hormonais. Lembrar que o anti-concepcional combinado não afeta a estatura e o peso corporal(84). Orientar vacinas para HPV, hepatite B e outrosDSTs: doenças sexualmente transmissíveis; SIDA: síndrome da imunodeficiência adquirida; HPV: papiloma vírus humano. --- densidAd...
Informar sobre a segurança dos anticoncepcionais hormonais. Lembrar que o anti-concepcional combinado não afeta a estatura e o peso corporal(84). Orientar vacinas para HPV, hepatite B e outrosDSTs: doenças sexualmente transmissíveis; SIDA: síndrome da imunodeficiência adquirida; HPV: papiloma vírus humano. --- densidAd...
Informar sobre a segurança dos anticoncepcionais hormonais. Lembrar que o anti-concepcional combinado não afeta a estatura e o peso corporal(84). Orientar vacinas para HPV, hepatite B e outrosDSTs: doenças sexualmente transmissíveis; SIDA: síndrome da imunodeficiência adquirida; HPV: papiloma vírus humano. --- densidAd...
{"justificativa": "O contexto analisado menciona que não existem evidências que suportem a relação causal entre ganho de peso e contraceptivos hormonais, o que se aplica ao Gestinol, que é um anticoncepcional hormonal. Portanto, fornece uma resposta clara à pergunta sobre o ganho de peso associado ao uso do medicamento...
19,091
teste de gravidez negativo uma semana após relação desprotegida, possibilidade de gravidez
fiz o teste com uma cemana após uma relação desprotegida e deu negativo posso está grávida mesmo assim
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasa sua avaliação clínica através da sua história clínica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretosfaça os seus exames periódicos e de rotinadeseja uma gravidez faça os seus e...
DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- Mulheres eutireóideas com anti-TPO positivo devem ser rastreadas durante e após a gestação por causa do riscoelevado de desenvolv...
DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- Mulheres eutireóideas com anti-TPO positivo devem ser rastreadas durante e após a gestação por causa do riscoelevado de desenvolv...
Adianta fazer teste gravidez 1 semana após relação? “Tive relações há uma semana sem preservativo. Já posso fazer o teste de gravidez para saber se estou grávida?” Não adianta fazer o teste de gravidez 1 semana após a relação sexual desprotegida. A maioria dos testes só consegue detectar o hormônio que indica a gravide...
Adianta fazer teste gravidez 1 semana após relação? “Tive relações há uma semana sem preservativo. Já posso fazer o teste de gravidez para saber se estou grávida?” Não adianta fazer o teste de gravidez 1 semana após a relação sexual desprotegida. A maioria dos testes só consegue detectar o hormônio que indica a gravide...
DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- Mulheres eutireóideas com anti-TPO positivo devem ser rastreadas durante e após a gestação por causa do riscoelevado de desenvolv...
DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- Testes e procedimentos ginecológicos diagnósticosPorShubhangi Kesavan, MD, Cleveland Clinic Learner College of Medicine, Case Wes...
DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- Testes e procedimentos ginecológicos diagnósticosPorShubhangi Kesavan, MD, Cleveland Clinic Learner College of Medicine, Case Wes...
DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o...
DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o...
Adianta fazer teste gravidez 1 semana após relação? “Tive relações há uma semana sem preservativo. Já posso fazer o teste de gravidez para saber se estou grávida?” Não adianta fazer o teste de gravidez 1 semana após a relação sexual desprotegida. A maioria dos testes só consegue detectar o hormônio que indica a gravide...
Adianta fazer teste gravidez 1 semana após relação? “Tive relações há uma semana sem preservativo. Já posso fazer o teste de gravidez para saber se estou grávida?” Não adianta fazer o teste de gravidez 1 semana após a relação sexual desprotegida. A maioria dos testes só consegue detectar o hormônio que indica a gravide...
DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o...
DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o...
DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem. --- Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o...
{"justificativa": "O contexto não aborda diretamente a questão sobre a possibilidade de gravidez após um teste de gravidez negativo. Embora mencione aspectos relacionados à gravidez e aborto, não fornece informações específicas sobre a interpretação de testes de gravidez ou a certeza sobre uma possível gravidez após um...
19,536
gravidez, relação desprotegida, menstruação, ciclo menstrual, sintomas de gravidez, período fértil
tive relacao desprotegidauma semana depois mentrueiposso esta gravida msm assimmeu ciclo é de dias
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasa sua avaliação clínica através da historia clinica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretosnão corra o risco de uma gravidez indesejada discuta a sua anticoncepçãonunca in...
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação o...
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação o...
Tive uma relação desprotegida e depois menstruei, posso estar grávida? “Tive uma relação sexual desprotegida faz alguns dias e, embora minha menstruação tenha vindo depois, ainda estou preocupada. Ainda assim, posso estar grávida?” É pouco provável que a mulher que teve a menstruação poucos dias depois de uma relação d...
Tive uma relação desprotegida e depois menstruei, posso estar grávida? “Tive uma relação sexual desprotegida faz alguns dias e, embora minha menstruação tenha vindo depois, ainda estou preocupada. Ainda assim, posso estar grávida?” É pouco provável que a mulher que teve a menstruação poucos dias depois de uma relação d...
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação o...
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação o...
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação o...
Agravada pela gravidezCardiopatias, hipertensão pulmonar, insuficiência renal, complicações anestésicas, cetocidose diabética, choque séptico. Não relacionada com a gravidezTraumas e acidentes, pneumonias e intercorrências neurológicas. --- 18Anormalidades comportamentais no puerpérioProtocolos Febrasgo | Nº118 | 2...
Agravada pela gravidezCardiopatias, hipertensão pulmonar, insuficiência renal, complicações anestésicas, cetocidose diabética, choque séptico. Não relacionada com a gravidezTraumas e acidentes, pneumonias e intercorrências neurológicas. --- 18Anormalidades comportamentais no puerpérioProtocolos Febrasgo | Nº118 | 2...
Tive relação desprotegida, posso engravidar? “Tive uma relação sexual sem proteção. Foi uma única vez, mas agora estou preocupada se fiquei grávida. Posso engravidar?” Toda relação sexual sem o uso de um método contraceptivo pode resultar em gravidez. As chances dependem principalmente da fase do ciclo menstrual em que...
Tive relação desprotegida, posso engravidar? “Tive uma relação sexual sem proteção. Foi uma única vez, mas agora estou preocupada se fiquei grávida. Posso engravidar?” Toda relação sexual sem o uso de um método contraceptivo pode resultar em gravidez. As chances dependem principalmente da fase do ciclo menstrual em que...
Agravada pela gravidezCardiopatias, hipertensão pulmonar, insuficiência renal, complicações anestésicas, cetocidose diabética, choque séptico. Não relacionada com a gravidezTraumas e acidentes, pneumonias e intercorrências neurológicas. --- 18Anormalidades comportamentais no puerpérioProtocolos Febrasgo | Nº118 | 2...
Agravada pela gravidezCardiopatias, hipertensão pulmonar, insuficiência renal, complicações anestésicas, cetocidose diabética, choque séptico. Não relacionada com a gravidezTraumas e acidentes, pneumonias e intercorrências neurológicas. --- 18Anormalidades comportamentais no puerpérioProtocolos Febrasgo | Nº118 | 2...
Agravada pela gravidezCardiopatias, hipertensão pulmonar, insuficiência renal, complicações anestésicas, cetocidose diabética, choque séptico. Não relacionada com a gravidezTraumas e acidentes, pneumonias e intercorrências neurológicas. --- 18Anormalidades comportamentais no puerpérioProtocolos Febrasgo | Nº118 | 2...
{"justificativa": "O contexto analisado não fornece informações relevantes para responder à pergunta sobre a possibilidade de gravidez após relação desprotegida e informações sobre o ciclo menstrual. O documento aborda questões relacionadas a complicações na gravidez e problemas de saúde específicos, mas não menciona a...
24,312
Uso prolongado de anticoncepcional injetável, amenorréia, efeitos colaterais, normalidade menstrual.
ja tem anos que eu tomo o anticoncepcional contracep injetavel e nao menstruo é normal
olá sim é normal o efeito adverso mais comum do contracept medroxiprogesterona é a ausência de menstruação que pode durar até ano e meio após a última aplicação
Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado oral (AHCO)A alta eficácia em comparação aos métodos de barreira e aos MBPF, somada a outros e...
Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado oral (AHCO)A alta eficácia em comparação aos métodos de barreira e aos MBPF, somada a outros e...
Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado oral (AHCO)A alta eficácia em comparação aos métodos de barreira e aos MBPF, somada a outros e...
Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado oral (AHCO)A alta eficácia em comparação aos métodos de barreira e aos MBPF, somada a outros e...
Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado oral (AHCO)A alta eficácia em comparação aos métodos de barreira e aos MBPF, somada a outros e...
Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado oral (AHCO)A alta eficácia em comparação aos métodos de barreira e aos MBPF, somada a outros e...
Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado oral (AHCO)A alta eficácia em comparação aos métodos de barreira e aos MBPF, somada a outros e...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- RESULTADOSAs princi...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- RESULTADOSAs princi...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- RESULTADOSAs princi...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- RESULTADOSAs princi...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- RESULTADOSAs princi...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- RESULTADOSAs princi...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- RESULTADOSAs princi...
{"justificativa": "O contexto aborda opções de métodos contraceptivos e menciona padrões de sangramento vaginal, mas não fornece informações específicas sobre a injeção anticoncepcional ou a ausência de menstruação como um efeito colateral. Portanto, não responde diretamente à pergunta do usuário.", "nota": 1}
2,666
clareamento HPV câncer cervical sistema imunológico eliminação vírus
não vejo consenso entre os especialistas sobre o clareamento do hpv vírus causador do câncer cervical afinal o nosso sistema imune consegue ou não eliminar o vírus
olá após inicio das relações sexuais até das mulheres apresentam exames positivos para o hpvas mulheres que contraem o hpv tem uma chance de do clareamento nos primeiros anosapós anos se o clareamento não ocorreu o risco maior é de permanecer uma infecção crônica e latenteuma grande parte das mulheres mantêm um reexpos...
Nos últimos 30 anos a agressão viral, especialmente pelo papilomavírus humano (HPV), é considerada ofator mais importante na gênese das lesões evolutivas do colo uterino. Com a maior prevalência atual de infecçãopelo HPV, observada especialmente em mulheres jovens, cresceu o número de casos de neoplasia cervical,inclus...
Nos últimos 30 anos a agressão viral, especialmente pelo papilomavírus humano (HPV), é considerada ofator mais importante na gênese das lesões evolutivas do colo uterino. Com a maior prevalência atual de infecçãopelo HPV, observada especialmente em mulheres jovens, cresceu o número de casos de neoplasia cervical,inclus...
Nos últimos 30 anos a agressão viral, especialmente pelo papilomavírus humano (HPV), é considerada ofator mais importante na gênese das lesões evolutivas do colo uterino. Com a maior prevalência atual de infecçãopelo HPV, observada especialmente em mulheres jovens, cresceu o número de casos de neoplasia cervical,inclus...
Nos últimos 30 anos a agressão viral, especialmente pelo papilomavírus humano (HPV), é considerada ofator mais importante na gênese das lesões evolutivas do colo uterino. Com a maior prevalência atual de infecçãopelo HPV, observada especialmente em mulheres jovens, cresceu o número de casos de neoplasia cervical,inclus...
Nos últimos 30 anos a agressão viral, especialmente pelo papilomavírus humano (HPV), é considerada ofator mais importante na gênese das lesões evolutivas do colo uterino. Com a maior prevalência atual de infecçãopelo HPV, observada especialmente em mulheres jovens, cresceu o número de casos de neoplasia cervical,inclus...
Nos últimos 30 anos a agressão viral, especialmente pelo papilomavírus humano (HPV), é considerada ofator mais importante na gênese das lesões evolutivas do colo uterino. Com a maior prevalência atual de infecçãopelo HPV, observada especialmente em mulheres jovens, cresceu o número de casos de neoplasia cervical,inclus...
Nos últimos 30 anos a agressão viral, especialmente pelo papilomavírus humano (HPV), é considerada ofator mais importante na gênese das lesões evolutivas do colo uterino. Com a maior prevalência atual de infecçãopelo HPV, observada especialmente em mulheres jovens, cresceu o número de casos de neoplasia cervical,inclus...
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/0...
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/0...
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/0...
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/0...
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/0...
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/0...
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/0...
{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre a imunogenicidade das vacinas contra HPV e a resposta imune a infecções, o que é relevante para entender as discussões sobre a capacidade do sistema imune de eliminar o vírus. No entanto, não aborda diretamente o consenso ou discordância entre especialistas sobr...
9,644
Ginecomastia, intervenção cirúrgica, tratamento, especialista recomendado, endocrinologista, cirurgião plástico.
tenho um problema de ginecomastia e gostaria de saber se uma intervenção cirúrgica seria necessárioe qual especialista devo procurar
olá para saber como tratar sua ginecomastia adequadamente procure um médico mastologista que é o médico especializado em doenças e distúrbios mamários abraço
Entre eles, o mais eficaz é o tamoxifeno. O uso de testosterona apenas está indicado nos casos com hipogonadismoconfirmado. Referências bibliográficas Narula HS, Carlson HE. Gynaecomastia: pathophysiology, diagnosis and treatment. Nat Rev Endocrinol. 2014; 10:684-98. Johnson RE, Kermott CA, Murad MH. Gynecomastia: eval...
Entre eles, o mais eficaz é o tamoxifeno. O uso de testosterona apenas está indicado nos casos com hipogonadismoconfirmado. Referências bibliográficas Narula HS, Carlson HE. Gynaecomastia: pathophysiology, diagnosis and treatment. Nat Rev Endocrinol. 2014; 10:684-98. Johnson RE, Kermott CA, Murad MH. Gynecomastia: eval...
Entre eles, o mais eficaz é o tamoxifeno. O uso de testosterona apenas está indicado nos casos com hipogonadismoconfirmado. Referências bibliográficas Narula HS, Carlson HE. Gynaecomastia: pathophysiology, diagnosis and treatment. Nat Rev Endocrinol. 2014; 10:684-98. Johnson RE, Kermott CA, Murad MH. Gynecomastia: eval...
Entre eles, o mais eficaz é o tamoxifeno. O uso de testosterona apenas está indicado nos casos com hipogonadismoconfirmado. Referências bibliográficas Narula HS, Carlson HE. Gynaecomastia: pathophysiology, diagnosis and treatment. Nat Rev Endocrinol. 2014; 10:684-98. Johnson RE, Kermott CA, Murad MH. Gynecomastia: eval...
Entre eles, o mais eficaz é o tamoxifeno. O uso de testosterona apenas está indicado nos casos com hipogonadismoconfirmado. Referências bibliográficas Narula HS, Carlson HE. Gynaecomastia: pathophysiology, diagnosis and treatment. Nat Rev Endocrinol. 2014; 10:684-98. Johnson RE, Kermott CA, Murad MH. Gynecomastia: eval...
Entre eles, o mais eficaz é o tamoxifeno. O uso de testosterona apenas está indicado nos casos com hipogonadismoconfirmado. Referências bibliográficas Narula HS, Carlson HE. Gynaecomastia: pathophysiology, diagnosis and treatment. Nat Rev Endocrinol. 2014; 10:684-98. Johnson RE, Kermott CA, Murad MH. Gynecomastia: eval...
Entre eles, o mais eficaz é o tamoxifeno. O uso de testosterona apenas está indicado nos casos com hipogonadismoconfirmado. Referências bibliográficas Narula HS, Carlson HE. Gynaecomastia: pathophysiology, diagnosis and treatment. Nat Rev Endocrinol. 2014; 10:684-98. Johnson RE, Kermott CA, Murad MH. Gynecomastia: eval...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- Causas adquiridasIatrogênica: glicocorticoidoterapia crônica (causa mais comum)Neoplasias: adenomas hipofisários, metástases para hipófise ou hipotálamo, ...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- Causas adquiridasIatrogênica: glicocorticoidoterapia crônica (causa mais comum)Neoplasias: adenomas hipofisários, metástases para hipófise ou hipotálamo, ...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- Causas adquiridasIatrogênica: glicocorticoidoterapia crônica (causa mais comum)Neoplasias: adenomas hipofisários, metástases para hipófise ou hipotálamo, ...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- Causas adquiridasIatrogênica: glicocorticoidoterapia crônica (causa mais comum)Neoplasias: adenomas hipofisários, metástases para hipófise ou hipotálamo, ...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- Causas adquiridasIatrogênica: glicocorticoidoterapia crônica (causa mais comum)Neoplasias: adenomas hipofisários, metástases para hipófise ou hipotálamo, ...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- Causas adquiridasIatrogênica: glicocorticoidoterapia crônica (causa mais comum)Neoplasias: adenomas hipofisários, metástases para hipófise ou hipotálamo, ...
(17-20) Entre as opções terapêuticas estão:• Anticoncepcionais orais combinados;• Progestagênios;• Análogos do GnRH;• Sistema intrauterino de levonorgestrel. --- Causas adquiridasIatrogênica: glicocorticoidoterapia crônica (causa mais comum)Neoplasias: adenomas hipofisários, metástases para hipófise ou hipotálamo, ...
{"justificativa": "O contexto analisado aborda opções de tratamento e intervenções médicas, mas não menciona especificamente a ginecomastia ou a indicação para cirurgia. Além disso, não indica qual especialista deve ser consultado. Portanto, a relevância é bastante limitada.", "nota": 1}
15,894
uso de anticoncepcional ciclo em pacientes com síndrome do ovário policístico (SOP)
quem tem sop pode usar o anticoncepcional ciclo
não ha contraindicação desta medicação no seu caso porém não é o mais indicado para controle dos sintomas da sindrome
INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infe...
INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infe...
INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infe...
INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infe...
INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infe...
INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infe...
INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infe...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
```json {"justificativa": "O contexto discute a síndrome dos ovários policísticos (SOP), suas manifestações e tratamentos relacionados à infertilidade, mas não fornece informações específicas sobre o uso do anticoncepcional ciclo por mulheres com SOP. Portanto, é útil, mas insuficiente para responder à pergunta do usuá...
4,162
resultado exame, rastreamento, ecotextura de fundo heterogênea, lesões sólidas, lesões císticas, linfonodos axilares, aspecto habitual
o resultado abaixo é omeu exame devomepreocuparindicacao rastreamentoecotextura de fundo heterogêneanão a evidências de lesões sólidas ou císticaslinfonodos axilares de aspecto habitual
olá não há descrição que exame foi feito e onde se for na mama parece uma ultrassonografia e o laudo descreve um exame normal mas é preciso confirmar com um médico mastologista
Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®. Linfonodos axilares, supra ou infraclavic...
Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®. Linfonodos axilares, supra ou infraclavic...
Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®. Linfonodos axilares, supra ou infraclavic...
Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®. Linfonodos axilares, supra ou infraclavic...
Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®. Linfonodos axilares, supra ou infraclavic...
Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®. Linfonodos axilares, supra ou infraclavic...
Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®. Linfonodos axilares, supra ou infraclavic...
Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®. Linfonodos axilares, supra ou infraclavic...
Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®. Linfonodos axilares, supra ou infraclavic...
Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®. Linfonodos axilares, supra ou infraclavic...
Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®. Linfonodos axilares, supra ou infraclavic...
Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®. Linfonodos axilares, supra ou infraclavic...
Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®. Linfonodos axilares, supra ou infraclavic...
Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®. Linfonodos axilares, supra ou infraclavic...
{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre critérios de suspeição e monitoramento de linfonodos axilares, mas não aborda especificamente o resultado do exame mencionado na pergunta. Embora mencione a importância da investigação em caso de suspeição, não fornece esclarecimentos diretos sobre o que o usuár...
24,141
sangramento pós-pílula do dia seguinte, efeito colateral, duração do sangramento, contracepção de emergência
tomei a pílula do dia seguinte e dps de dias comecei a sangrar já tem dias sangrando sem parar isso é normal
o sangramento após tomar a pílula do dia seguinte pode ser uma reação comum ao medicamento mas o sangramento prolongado como o que você está experimentando pode ser motivo de preocupação a pílula do dia seguinte contém uma alta dose de hormônios que podem desregular seu ciclo menstrual e causar sangramento anormal a in...
Outro aspecto importante observado foi o maior risco nos primeiros meses de uso da pílula combinada, que decai conforme o uso. (39) (B) Atual-mente não se recomenda interrupção temporária no uso de contraceptivos hormonais combinados, pois a cada reinício de uso do método, o risco de tromboembolismo é maior. --- Contra...
Outro aspecto importante observado foi o maior risco nos primeiros meses de uso da pílula combinada, que decai conforme o uso. (39) (B) Atual-mente não se recomenda interrupção temporária no uso de contraceptivos hormonais combinados, pois a cada reinício de uso do método, o risco de tromboembolismo é maior. --- Contra...
Sangramento após tomar pílula do dia seguinte é normal? “Tomei a pílula do dia seguinte e tive sangramento uma semana depois. Isso é normal? Por que ocorre?” Algumas mulheres podem ter pequenos sangramentos e/ou irregularidade menstrual após tomar a pílula do dia seguinte e isso acontece porque a pílula contém hormônio...
Sangramento após tomar pílula do dia seguinte é normal? “Tomei a pílula do dia seguinte e tive sangramento uma semana depois. Isso é normal? Por que ocorre?” Algumas mulheres podem ter pequenos sangramentos e/ou irregularidade menstrual após tomar a pílula do dia seguinte e isso acontece porque a pílula contém hormônio...
Outro aspecto importante observado foi o maior risco nos primeiros meses de uso da pílula combinada, que decai conforme o uso. (39) (B) Atual-mente não se recomenda interrupção temporária no uso de contraceptivos hormonais combinados, pois a cada reinício de uso do método, o risco de tromboembolismo é maior. --- Contra...
Outro aspecto importante observado foi o maior risco nos primeiros meses de uso da pílula combinada, que decai conforme o uso. (39) (B) Atual-mente não se recomenda interrupção temporária no uso de contraceptivos hormonais combinados, pois a cada reinício de uso do método, o risco de tromboembolismo é maior. --- Contra...
Outro aspecto importante observado foi o maior risco nos primeiros meses de uso da pílula combinada, que decai conforme o uso. (39) (B) Atual-mente não se recomenda interrupção temporária no uso de contraceptivos hormonais combinados, pois a cada reinício de uso do método, o risco de tromboembolismo é maior. --- Contra...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- 15inicialmente para o SUA na presença de lesões estruturais (PALM), a seguir na au-sência d...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- 15inicialmente para o SUA na presença de lesões estruturais (PALM), a seguir na au-sência d...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- 15inicialmente para o SUA na presença de lesões estruturais (PALM), a seguir na au-sência d...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- 15inicialmente para o SUA na presença de lesões estruturais (PALM), a seguir na au-sência d...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- 15inicialmente para o SUA na presença de lesões estruturais (PALM), a seguir na au-sência d...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- 15inicialmente para o SUA na presença de lesões estruturais (PALM), a seguir na au-sência d...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- 15inicialmente para o SUA na presença de lesões estruturais (PALM), a seguir na au-sência d...
{"justificativa": "O contexto fornecido menciona padrões de sangramento vaginal relacionados a métodos contraceptivos, mas não fornece informações específicas sobre a pílula do dia seguinte ou sobre a normalidade do sangramento prolongado após seu uso. Portanto, é útil, mas não suficiente para responder completamente à...
24,244
acetato de medroxiprogesterona, sangramento menstrual, efeitos colaterais, administração prolongada, irregularidade menstrual, uso de hormônios.
olá tomo acetato de medroxiprogesterona à quase um ano no caso é a terceira ampola que administrei e a um mês após a administração estou tendo alguns sangramentos bem pouquinho e nem em todos os dias isso é normal
o acetato de medroxiprogesterona é um tipo de progestágeno que é usado como contraceptivo hormonal de longa duração sendo administrado na forma de injeção o efeito contraceptivo do medicamento é baseado em sua capacidade de prevenir a ovulação e tornar o muco cervical mais espesso impedindo a passagem dos espermatozoid...
As formulações citadas na literatura são acetato de medroxiproges-terona oral (2,5 mg a 10 mg ao dia), noretisterona (2,5 mg e 5 mg ao dia), acetato de megestrol (40 e 320 mg ao dia), ou progesterona micronizada (200 mg e 400 mg ao dia), usadas do dia 5 ao 26 do ciclo ou continuamente. 21frequentes e relacio...
As formulações citadas na literatura são acetato de medroxiproges-terona oral (2,5 mg a 10 mg ao dia), noretisterona (2,5 mg e 5 mg ao dia), acetato de megestrol (40 e 320 mg ao dia), ou progesterona micronizada (200 mg e 400 mg ao dia), usadas do dia 5 ao 26 do ciclo ou continuamente. 21frequentes e relacio...
As formulações citadas na literatura são acetato de medroxiproges-terona oral (2,5 mg a 10 mg ao dia), noretisterona (2,5 mg e 5 mg ao dia), acetato de megestrol (40 e 320 mg ao dia), ou progesterona micronizada (200 mg e 400 mg ao dia), usadas do dia 5 ao 26 do ciclo ou continuamente. 21frequentes e relacio...
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{"justificativa": "O contexto informa que sangramentos irregulares são efeitos colaterais comuns do acetato de medroxiprogesterona, o que torna a situação do usuário relevante. Entretanto, não fornece informações suficientes sobre a frequência ou a gravidade dos sangramentos apresentados, limitando a resposta específic...
2,025
Papiloma mamário, hiperplasia, risco câncer de mama, nuliparidade, fatores de risco.
olá papiloma e hiperplasia na mama aumentam o risco para cancer anos e sem filhos
em geral os papilomas são benignos algumas situações como por exemplo a papilomatose ou seja a presença de múltiplos papilomas em uma determinada região da mama podem estar relacionadas ao câncer já as hiperplasias podem ser típicas ou atípicas no caso das atipías a chance desta paciente evoluir para uma doença maligna...
TABELA 35-3 Pacientes com risco superior a 5-10% de predisposição herdada a câncer de mama e de ovário para as quais a avaliação de risco genético pode ser útilaMulheres com câncer de mama com # 40 anosMulheres com câncer de mama bilateral (particularmente quando o primeiro câncer tiver ocorrido com # 50 anos)Mulhere...
TABELA 35-3 Pacientes com risco superior a 5-10% de predisposição herdada a câncer de mama e de ovário para as quais a avaliação de risco genético pode ser útilaMulheres com câncer de mama com # 40 anosMulheres com câncer de mama bilateral (particularmente quando o primeiro câncer tiver ocorrido com # 50 anos)Mulhere...
TABELA 35-3 Pacientes com risco superior a 5-10% de predisposição herdada a câncer de mama e de ovário para as quais a avaliação de risco genético pode ser útilaMulheres com câncer de mama com # 40 anosMulheres com câncer de mama bilateral (particularmente quando o primeiro câncer tiver ocorrido com # 50 anos)Mulhere...
TABELA 35-3 Pacientes com risco superior a 5-10% de predisposição herdada a câncer de mama e de ovário para as quais a avaliação de risco genético pode ser útilaMulheres com câncer de mama com # 40 anosMulheres com câncer de mama bilateral (particularmente quando o primeiro câncer tiver ocorrido com # 50 anos)Mulhere...
TABELA 35-3 Pacientes com risco superior a 5-10% de predisposição herdada a câncer de mama e de ovário para as quais a avaliação de risco genético pode ser útilaMulheres com câncer de mama com # 40 anosMulheres com câncer de mama bilateral (particularmente quando o primeiro câncer tiver ocorrido com # 50 anos)Mulhere...
TABELA 35-3 Pacientes com risco superior a 5-10% de predisposição herdada a câncer de mama e de ovário para as quais a avaliação de risco genético pode ser útilaMulheres com câncer de mama com # 40 anosMulheres com câncer de mama bilateral (particularmente quando o primeiro câncer tiver ocorrido com # 50 anos)Mulhere...
TABELA 35-3 Pacientes com risco superior a 5-10% de predisposição herdada a câncer de mama e de ovário para as quais a avaliação de risco genético pode ser útilaMulheres com câncer de mama com # 40 anosMulheres com câncer de mama bilateral (particularmente quando o primeiro câncer tiver ocorrido com # 50 anos)Mulhere...
Fatores de riscoOs fatores de risco para a hemorragia pós-parto incluem descolamento prematuro da placenta (DPP),placenta prévia/acreta, retenção placentária, gravidez gemelar, pré-eclâmpsia, história de hemorragia pós-parto,obesidade, anemia, idade materna avançada, macrossomia fetal, cesárea, episiotomia mediolateral...
Fatores de riscoOs fatores de risco para a hemorragia pós-parto incluem descolamento prematuro da placenta (DPP),placenta prévia/acreta, retenção placentária, gravidez gemelar, pré-eclâmpsia, história de hemorragia pós-parto,obesidade, anemia, idade materna avançada, macrossomia fetal, cesárea, episiotomia mediolateral...
Fatores de riscoOs fatores de risco para a hemorragia pós-parto incluem descolamento prematuro da placenta (DPP),placenta prévia/acreta, retenção placentária, gravidez gemelar, pré-eclâmpsia, história de hemorragia pós-parto,obesidade, anemia, idade materna avançada, macrossomia fetal, cesárea, episiotomia mediolateral...
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Fatores de riscoOs fatores de risco para a hemorragia pós-parto incluem descolamento prematuro da placenta (DPP),placenta prévia/acreta, retenção placentária, gravidez gemelar, pré-eclâmpsia, história de hemorragia pós-parto,obesidade, anemia, idade materna avançada, macrossomia fetal, cesárea, episiotomia mediolateral...
Fatores de riscoOs fatores de risco para a hemorragia pós-parto incluem descolamento prematuro da placenta (DPP),placenta prévia/acreta, retenção placentária, gravidez gemelar, pré-eclâmpsia, história de hemorragia pós-parto,obesidade, anemia, idade materna avançada, macrossomia fetal, cesárea, episiotomia mediolateral...
Fatores de riscoOs fatores de risco para a hemorragia pós-parto incluem descolamento prematuro da placenta (DPP),placenta prévia/acreta, retenção placentária, gravidez gemelar, pré-eclâmpsia, história de hemorragia pós-parto,obesidade, anemia, idade materna avançada, macrossomia fetal, cesárea, episiotomia mediolateral...
{"justificativa": "O contexto examinado menciona a relação entre a hiperplasia ductal atípica e o aumento do risco de câncer de mama, além de fatores como densidade mamográfica. No entanto, não aborda a questão específica dos papilomas, do risco em mulheres sem filhos, ou do aspecto temporal ('anos') mencionado na perg...
9,029
HPV, conização, vírus inativo, transmissão sexual, infecção, relação desprotegida.
tenho hpv fiz conização é verdade que após a cirurgia o virus fica inativo ou isso é mito pois se ele ficar inativo e eu ter relação com meu marido sem camisinha vou ser infectada novamente
olá com relação ao hpv você pode ter uma lesão clínica que são as verrugas genitais a lesão suclinica que é a lesão no colo uterino que foi retirada pela conização ou a infecção latente que é a presença do vírus na ausência de qualquer lesão no colo uterino ou verruga genitalo fato de você ter feito a conização e trata...
Keywords: Sexuality; Adolescent; Sexual health 55 transmissíveis. • adolescentes devem receber orientação sobre comportamentos sexuais responsáveis. • a associação com álcool e uso de drogas contribuem para a piora dos indicadores. • envolvimento e atitudes dos pais afetam positivamente o comportamento d...
Keywords: Sexuality; Adolescent; Sexual health 55 transmissíveis. • adolescentes devem receber orientação sobre comportamentos sexuais responsáveis. • a associação com álcool e uso de drogas contribuem para a piora dos indicadores. • envolvimento e atitudes dos pais afetam positivamente o comportamento d...
Keywords: Sexuality; Adolescent; Sexual health 55 transmissíveis. • adolescentes devem receber orientação sobre comportamentos sexuais responsáveis. • a associação com álcool e uso de drogas contribuem para a piora dos indicadores. • envolvimento e atitudes dos pais afetam positivamente o comportamento d...
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Violência sexual Abuso sexual, estupro, autoestima rebaixada, valores negativos em relação à sexualidade.(20,21)Quebra de contrato Traições cursam com DSH(22) e dificuldade de entrega. Repressão sexual Familiar, religiosa e social no processo de formação da sexualidade induz sentimento negativo em relação à sua sexuali...
Violência sexual Abuso sexual, estupro, autoestima rebaixada, valores negativos em relação à sexualidade.(20,21)Quebra de contrato Traições cursam com DSH(22) e dificuldade de entrega. Repressão sexual Familiar, religiosa e social no processo de formação da sexualidade induz sentimento negativo em relação à sua sexuali...
Violência sexual Abuso sexual, estupro, autoestima rebaixada, valores negativos em relação à sexualidade.(20,21)Quebra de contrato Traições cursam com DSH(22) e dificuldade de entrega. Repressão sexual Familiar, religiosa e social no processo de formação da sexualidade induz sentimento negativo em relação à sua sexuali...
Violência sexual Abuso sexual, estupro, autoestima rebaixada, valores negativos em relação à sexualidade.(20,21)Quebra de contrato Traições cursam com DSH(22) e dificuldade de entrega. Repressão sexual Familiar, religiosa e social no processo de formação da sexualidade induz sentimento negativo em relação à sua sexuali...
Violência sexual Abuso sexual, estupro, autoestima rebaixada, valores negativos em relação à sexualidade.(20,21)Quebra de contrato Traições cursam com DSH(22) e dificuldade de entrega. Repressão sexual Familiar, religiosa e social no processo de formação da sexualidade induz sentimento negativo em relação à sua sexuali...
Violência sexual Abuso sexual, estupro, autoestima rebaixada, valores negativos em relação à sexualidade.(20,21)Quebra de contrato Traições cursam com DSH(22) e dificuldade de entrega. Repressão sexual Familiar, religiosa e social no processo de formação da sexualidade induz sentimento negativo em relação à sua sexuali...
Violência sexual Abuso sexual, estupro, autoestima rebaixada, valores negativos em relação à sexualidade.(20,21)Quebra de contrato Traições cursam com DSH(22) e dificuldade de entrega. Repressão sexual Familiar, religiosa e social no processo de formação da sexualidade induz sentimento negativo em relação à sua sexuali...
{"justificativa": "O contexto aborda informações sobre HPV, mas não responde diretamente à pergunta sobre a inatividade do vírus após a conização e o risco de reinfecção. A pergunta requer uma resposta específica relacionada à cirurgia e ao comportamento sexual subsequente, enquanto o documento analisa aspectos mais ge...
12,128
infecção urinária, tratamento, flogo rosa, eficácia, indicação médica
estou com uma infeção urinária a dra mandou que eu usar flogo rosa será que é para isso obrigada
olá sempre siga as orientações do seu médico esclareça suas dúvidaso que você está sentindo está com ardor para urinar tem alteração da coloração e odor urinário tem dor pélvica tem infecção urinária de repetiçãoa sua avaliação clínica através da sua história clínica suas queixas e seu exame físico é fundamental para o...
19Santos Filho OO, Telini AHProtocolos Febrasgo | Nº87 | 2018ver aqueles com a menor concentração inibitória bacteriana e respeitando a tolerabilidade, disponibilidade e segurança para o binômio materno-fetal. 3. Valorização dos sinais clínicos das formas sintomáticas para diagnóstico e tratamento precoces visando ...
19Santos Filho OO, Telini AHProtocolos Febrasgo | Nº87 | 2018ver aqueles com a menor concentração inibitória bacteriana e respeitando a tolerabilidade, disponibilidade e segurança para o binômio materno-fetal. 3. Valorização dos sinais clínicos das formas sintomáticas para diagnóstico e tratamento precoces visando ...
19Santos Filho OO, Telini AHProtocolos Febrasgo | Nº87 | 2018ver aqueles com a menor concentração inibitória bacteriana e respeitando a tolerabilidade, disponibilidade e segurança para o binômio materno-fetal. 3. Valorização dos sinais clínicos das formas sintomáticas para diagnóstico e tratamento precoces visando ...
19Santos Filho OO, Telini AHProtocolos Febrasgo | Nº87 | 2018ver aqueles com a menor concentração inibitória bacteriana e respeitando a tolerabilidade, disponibilidade e segurança para o binômio materno-fetal. 3. Valorização dos sinais clínicos das formas sintomáticas para diagnóstico e tratamento precoces visando ...
19Santos Filho OO, Telini AHProtocolos Febrasgo | Nº87 | 2018ver aqueles com a menor concentração inibitória bacteriana e respeitando a tolerabilidade, disponibilidade e segurança para o binômio materno-fetal. 3. Valorização dos sinais clínicos das formas sintomáticas para diagnóstico e tratamento precoces visando ...
19Santos Filho OO, Telini AHProtocolos Febrasgo | Nº87 | 2018ver aqueles com a menor concentração inibitória bacteriana e respeitando a tolerabilidade, disponibilidade e segurança para o binômio materno-fetal. 3. Valorização dos sinais clínicos das formas sintomáticas para diagnóstico e tratamento precoces visando ...
19Santos Filho OO, Telini AHProtocolos Febrasgo | Nº87 | 2018ver aqueles com a menor concentração inibitória bacteriana e respeitando a tolerabilidade, disponibilidade e segurança para o binômio materno-fetal. 3. Valorização dos sinais clínicos das formas sintomáticas para diagnóstico e tratamento precoces visando ...
Duração do diabetes*Microalbuminúria*Fatores genéticos*Mau controle glicêmico**Hipertensão arterial**Tabagismo**Hipercolesterolemia**Obesidade (?)**Obstrução urinária***Infecção urinária crônica de repetição***Uso de fármacos nefrotóxicos****Fator de risco para surgimento. **Fator de risco para surgimento e progressão....
Duração do diabetes*Microalbuminúria*Fatores genéticos*Mau controle glicêmico**Hipertensão arterial**Tabagismo**Hipercolesterolemia**Obesidade (?)**Obstrução urinária***Infecção urinária crônica de repetição***Uso de fármacos nefrotóxicos****Fator de risco para surgimento. **Fator de risco para surgimento e progressão....
Duração do diabetes*Microalbuminúria*Fatores genéticos*Mau controle glicêmico**Hipertensão arterial**Tabagismo**Hipercolesterolemia**Obesidade (?)**Obstrução urinária***Infecção urinária crônica de repetição***Uso de fármacos nefrotóxicos****Fator de risco para surgimento. **Fator de risco para surgimento e progressão....
Duração do diabetes*Microalbuminúria*Fatores genéticos*Mau controle glicêmico**Hipertensão arterial**Tabagismo**Hipercolesterolemia**Obesidade (?)**Obstrução urinária***Infecção urinária crônica de repetição***Uso de fármacos nefrotóxicos****Fator de risco para surgimento. **Fator de risco para surgimento e progressão....
Duração do diabetes*Microalbuminúria*Fatores genéticos*Mau controle glicêmico**Hipertensão arterial**Tabagismo**Hipercolesterolemia**Obesidade (?)**Obstrução urinária***Infecção urinária crônica de repetição***Uso de fármacos nefrotóxicos****Fator de risco para surgimento. **Fator de risco para surgimento e progressão....
Duração do diabetes*Microalbuminúria*Fatores genéticos*Mau controle glicêmico**Hipertensão arterial**Tabagismo**Hipercolesterolemia**Obesidade (?)**Obstrução urinária***Infecção urinária crônica de repetição***Uso de fármacos nefrotóxicos****Fator de risco para surgimento. **Fator de risco para surgimento e progressão....
Duração do diabetes*Microalbuminúria*Fatores genéticos*Mau controle glicêmico**Hipertensão arterial**Tabagismo**Hipercolesterolemia**Obesidade (?)**Obstrução urinária***Infecção urinária crônica de repetição***Uso de fármacos nefrotóxicos****Fator de risco para surgimento. **Fator de risco para surgimento e progressão....
{"justificativa": "O contexto fornecido não contém informações relevantes sobre infecções urinárias ou o uso de flogo rosa. Ele abrange tópicos relacionados a diabetes, cesáreas e várias condições médicas, mas não aborda a questão específica da infecção urinária mencionada na pergunta.", "nota": 1}
24,790
atraso menstrual, borra marrom, noregyna, possível gravidez, preocupação com gravidez
olá não tomei a noregyna mês passado e esse mês minha mestruacao não veio depois do atraso desceu uma borra marrom muito pouca estou muito preucupada e na dúvida se posso está grávida
olá nunca inicie ou troque a forma de uso de uma medicação anticoncepcional sem a ajuda do seu médico nem todas as mulheres podem usar qualquer anticoncepcional essas medicações podem estar associadas a eventos graves como trombose o uso errado pode aumentar o risco de uma gravidez indesejadaconverse com o seu médico e...
• Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e medo de não conseguir amamentar;• Ingurgitamento mamário e infecção na mama;• Diminuição na produção do leite, decorrente de dor, estresse no processo de amamentação e da interrupção da amamentação sem acompanhamento; e• Início de desmame com a introdução de mamade...
• Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e medo de não conseguir amamentar;• Ingurgitamento mamário e infecção na mama;• Diminuição na produção do leite, decorrente de dor, estresse no processo de amamentação e da interrupção da amamentação sem acompanhamento; e• Início de desmame com a introdução de mamade...
• Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e medo de não conseguir amamentar;• Ingurgitamento mamário e infecção na mama;• Diminuição na produção do leite, decorrente de dor, estresse no processo de amamentação e da interrupção da amamentação sem acompanhamento; e• Início de desmame com a introdução de mamade...
• Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e medo de não conseguir amamentar;• Ingurgitamento mamário e infecção na mama;• Diminuição na produção do leite, decorrente de dor, estresse no processo de amamentação e da interrupção da amamentação sem acompanhamento; e• Início de desmame com a introdução de mamade...
• Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e medo de não conseguir amamentar;• Ingurgitamento mamário e infecção na mama;• Diminuição na produção do leite, decorrente de dor, estresse no processo de amamentação e da interrupção da amamentação sem acompanhamento; e• Início de desmame com a introdução de mamade...
• Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e medo de não conseguir amamentar;• Ingurgitamento mamário e infecção na mama;• Diminuição na produção do leite, decorrente de dor, estresse no processo de amamentação e da interrupção da amamentação sem acompanhamento; e• Início de desmame com a introdução de mamade...
• Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e medo de não conseguir amamentar;• Ingurgitamento mamário e infecção na mama;• Diminuição na produção do leite, decorrente de dor, estresse no processo de amamentação e da interrupção da amamentação sem acompanhamento; e• Início de desmame com a introdução de mamade...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
{"justificativa": "O contexto analisado fala sobre várias condições médicas e exames relacionados à saúde reprodutiva, mas não aborda diretamente a situação específica da falta de menstruação e a preocupação com a gravidez. Portanto, ele não oferece informações suficientes para responder à pergunta do usuário adequadam...
18,313
Zopiclona, quetiapina, gravidez, riscos teratogênicos, segurança durante a gestação, efeitos colaterais perinatais.
o uso da zopiclona e quitiapina representam riscos quando há gravidez se sim quais riscos
olá o uso de quetiapina é seguro na gestação já o uso de de zopiclona não é recomendado na gestação pois não existem estudos conclusivos sobre sua segurança em relação ao feto
AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são seguras para o feto, mas trom-bocitopenia induzida pela heparina e osteopenia materna podem ocorrer. --- O tabaco aumenta o risco de complicações obstétricas como, por...
34 Há dois relatos de casosobre o uso na amamentação que referem baixa concentração no leite materno eausência de relatos de efeitos colaterais. Uma revisão considerou tanto a ziprasidonaquanto o aripiprazol não recomendados na amamentação. 40EM RESUMOApesar do aumento das evidências que envolvem o uso de APAs na gesta...
AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são seguras para o feto, mas trom-bocitopenia induzida pela heparina e osteopenia materna podem ocorrer. --- O tabaco aumenta o risco de complicações obstétricas como, por...
AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são seguras para o feto, mas trom-bocitopenia induzida pela heparina e osteopenia materna podem ocorrer. --- O tabaco aumenta o risco de complicações obstétricas como, por...
AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são seguras para o feto, mas trom-bocitopenia induzida pela heparina e osteopenia materna podem ocorrer. --- O tabaco aumenta o risco de complicações obstétricas como, por...
AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são seguras para o feto, mas trom-bocitopenia induzida pela heparina e osteopenia materna podem ocorrer. --- O tabaco aumenta o risco de complicações obstétricas como, por...
AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são seguras para o feto, mas trom-bocitopenia induzida pela heparina e osteopenia materna podem ocorrer. --- O tabaco aumenta o risco de complicações obstétricas como, por...
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são ...
6 A eficácia da quetiapina também tem sido testadaem um grande número de transtornos psiquiátricos, em associação com outrosmedicamentos ou em monoterapia: TAG, TOC refratário, TEPT, tratamento dossintomas de delirium, dependência de álcool, dependência de cocaína, anorexianervosa, transtorno da conduta em adolescentes...
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são ...
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são ...
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são ...
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são ...
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- AnticoagulanteApós ao parto, avaliar os anticoagulantes orais, que são seguros durante a lactação, assim como as heparinas. ComplicaçõesAs heparinas são ...
{"justificativa": "O contexto fornecido não aborda o uso de zopiclona e quetiapina, nem os riscos associados a esses medicamentos durante a gravidez. Portanto, a informação é irrelevante para a pergunta.", "nota": 1}
1,552
contato sexual, camisinha estourada, transmissão sífilis, infecção por Treponema pallidum, risco de contaminação, prevenção doenças sexualmente transmissíveis
meu marido tem siflis a camisinha estourou mas ele não gozou e nos trocamos de camisinha eu peguei siflis
depende seu marido fez o tratamento para a sifilisse não ele pode sim ter transmitido para você procure seu médico e faça os exames de rastreio para sifilis caso você tenha contraído faça o tratamento de forma adequada pra evitar complicações da doença
Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi estimado. O risco de tricomoní-ase é de quase 12%; vaginose bacteriana, 12%; gonorreia, 4 a 12%; infecção por Chlamydia, 2 a 14%; sífilis, 5% e infecção pelo vírus da imunodeficiência humana ...
Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi estimado. O risco de tricomoní-ase é de quase 12%; vaginose bacteriana, 12%; gonorreia, 4 a 12%; infecção por Chlamydia, 2 a 14%; sífilis, 5% e infecção pelo vírus da imunodeficiência humana ...
Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi estimado. O risco de tricomoní-ase é de quase 12%; vaginose bacteriana, 12%; gonorreia, 4 a 12%; infecção por Chlamydia, 2 a 14%; sífilis, 5% e infecção pelo vírus da imunodeficiência humana ...
Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi estimado. O risco de tricomoní-ase é de quase 12%; vaginose bacteriana, 12%; gonorreia, 4 a 12%; infecção por Chlamydia, 2 a 14%; sífilis, 5% e infecção pelo vírus da imunodeficiência humana ...
Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi estimado. O risco de tricomoní-ase é de quase 12%; vaginose bacteriana, 12%; gonorreia, 4 a 12%; infecção por Chlamydia, 2 a 14%; sífilis, 5% e infecção pelo vírus da imunodeficiência humana ...
Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi estimado. O risco de tricomoní-ase é de quase 12%; vaginose bacteriana, 12%; gonorreia, 4 a 12%; infecção por Chlamydia, 2 a 14%; sífilis, 5% e infecção pelo vírus da imunodeficiência humana ...
Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi estimado. O risco de tricomoní-ase é de quase 12%; vaginose bacteriana, 12%; gonorreia, 4 a 12%; infecção por Chlamydia, 2 a 14%; sífilis, 5% e infecção pelo vírus da imunodeficiência humana ...
Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi estimado. O risco de tricomoní-ase é de quase 12%; vaginose bacteriana, 12%; gonorreia, 4 a 12%; infecção por Chlamydia, 2 a 14%; sífilis, 5% e infecção pelo vírus da imunodeficiência humana ...
Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi estimado. O risco de tricomoní-ase é de quase 12%; vaginose bacteriana, 12%; gonorreia, 4 a 12%; infecção por Chlamydia, 2 a 14%; sífilis, 5% e infecção pelo vírus da imunodeficiência humana ...
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Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi estimado. O risco de tricomoní-ase é de quase 12%; vaginose bacteriana, 12%; gonorreia, 4 a 12%; infecção por Chlamydia, 2 a 14%; sífilis, 5% e infecção pelo vírus da imunodeficiência humana ...
Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi estimado. O risco de tricomoní-ase é de quase 12%; vaginose bacteriana, 12%; gonorreia, 4 a 12%; infecção por Chlamydia, 2 a 14%; sífilis, 5% e infecção pelo vírus da imunodeficiência humana ...
Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi estimado. O risco de tricomoní-ase é de quase 12%; vaginose bacteriana, 12%; gonorreia, 4 a 12%; infecção por Chlamydia, 2 a 14%; sífilis, 5% e infecção pelo vírus da imunodeficiência humana ...
Prevenção de doenças sexualmente transmissíveisO risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST) com um estupro foi estimado. O risco de tricomoní-ase é de quase 12%; vaginose bacteriana, 12%; gonorreia, 4 a 12%; infecção por Chlamydia, 2 a 14%; sífilis, 5% e infecção pelo vírus da imunodeficiência humana ...
{"justificativa": "O contexto aborda a sífilis e os riscos de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, mas não responde diretamente à situação específica do usuário sobre a possibilidade de transmissão após a camisinha estourar, especialmente porque ele não ejaculou. Isso resulta em informações úteis, mas não...
15,720
diagnóstico síndrome dos ovários policísticos, dor no baixo ventre, dor fora do período menstrual, menstruação irregular, inchaço abdominal, dor durante relação sexual, tratamento com anticoncepcionais
olá fui diagnosticada com sop tenho muita dor no baixo ventre mesmo fora do período menstrual menstruação muito desregulada muito inchaço e dor na relação sexual são todos sintomas apenas da sop e o tratamento é realmente somente com anticoncepcionais
oláo tratamento da sindrome de ovários policísticos não consiste no uso de anticoncepcionais essas medicações somente regulam o ciclos menstrual mas não tratam a doença a sop é uma síndrome metabólica que precisa ser tratada com atividade física perda de peso e uso de medicações hipoglicemiantes entre outras procure um...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
```json {"justificativa": "O contexto fornece informações importantes sobre a síndrome do ovário policístico (SOP), incluindo suas características e manifestações clínicas como dor, irregularidade menstrual e hiperandrogenismo. No entanto, não aborda diretamente o tratamento específico dos sintomas mencionados pela usu...
25,779
Transmissão vertical do vírus herpes simplex para recém-nascidos.
olá o homem ou a mulher que tem o vírus da herpes os filhos que eles tiverem podem nascer com o vírus
bom diaos filhos não nascerão com herpeso único cuidado sugerido é que evite o parto normal em caso da gestante estar apresentando lesões ativas de herpes genital no momento do partoatenciosamente
Em geral, recém-nascidos com infecção pelo CMV adquirida após o parto não apresentam problemas, a nãoser quando são extremamente pré-termo ou de muito baixo peso. --- Existem, no mínimo, 6 sequências genômicas diferentes do HCV, denominadas genótipos (1 a 6), os quaispodem ser divididos em subtipos (a, b e c) e inúmera...
Em geral, recém-nascidos com infecção pelo CMV adquirida após o parto não apresentam problemas, a nãoser quando são extremamente pré-termo ou de muito baixo peso. --- Existem, no mínimo, 6 sequências genômicas diferentes do HCV, denominadas genótipos (1 a 6), os quaispodem ser divididos em subtipos (a, b e c) e inúmera...
Em geral, recém-nascidos com infecção pelo CMV adquirida após o parto não apresentam problemas, a nãoser quando são extremamente pré-termo ou de muito baixo peso. --- Existem, no mínimo, 6 sequências genômicas diferentes do HCV, denominadas genótipos (1 a 6), os quaispodem ser divididos em subtipos (a, b e c) e inúmera...
Em geral, recém-nascidos com infecção pelo CMV adquirida após o parto não apresentam problemas, a nãoser quando são extremamente pré-termo ou de muito baixo peso. --- Existem, no mínimo, 6 sequências genômicas diferentes do HCV, denominadas genótipos (1 a 6), os quaispodem ser divididos em subtipos (a, b e c) e inúmera...
Em geral, recém-nascidos com infecção pelo CMV adquirida após o parto não apresentam problemas, a nãoser quando são extremamente pré-termo ou de muito baixo peso. --- Existem, no mínimo, 6 sequências genômicas diferentes do HCV, denominadas genótipos (1 a 6), os quaispodem ser divididos em subtipos (a, b e c) e inúmera...
Em geral, recém-nascidos com infecção pelo CMV adquirida após o parto não apresentam problemas, a nãoser quando são extremamente pré-termo ou de muito baixo peso. --- Existem, no mínimo, 6 sequências genômicas diferentes do HCV, denominadas genótipos (1 a 6), os quaispodem ser divididos em subtipos (a, b e c) e inúmera...
Em geral, recém-nascidos com infecção pelo CMV adquirida após o parto não apresentam problemas, a nãoser quando são extremamente pré-termo ou de muito baixo peso. --- Existem, no mínimo, 6 sequências genômicas diferentes do HCV, denominadas genótipos (1 a 6), os quaispodem ser divididos em subtipos (a, b e c) e inúmera...
Em geral, recém-nascidos com infecção pelo CMV adquirida após o parto não apresentam problemas, a nãoser quando são extremamente pré-termo ou de muito baixo peso. --- Vírus do herpes simplesA infecção materna pelo vírus do herpes simples no início da gravidez aumenta a taxa de aborto em três vezes. Ainfecção após a 20ª...
Em geral, recém-nascidos com infecção pelo CMV adquirida após o parto não apresentam problemas, a nãoser quando são extremamente pré-termo ou de muito baixo peso. --- Vírus do herpes simplesA infecção materna pelo vírus do herpes simples no início da gravidez aumenta a taxa de aborto em três vezes. Ainfecção após a 20ª...
Em geral, recém-nascidos com infecção pelo CMV adquirida após o parto não apresentam problemas, a nãoser quando são extremamente pré-termo ou de muito baixo peso. --- Vírus do herpes simplesA infecção materna pelo vírus do herpes simples no início da gravidez aumenta a taxa de aborto em três vezes. Ainfecção após a 20ª...
Em geral, recém-nascidos com infecção pelo CMV adquirida após o parto não apresentam problemas, a nãoser quando são extremamente pré-termo ou de muito baixo peso. --- Vírus do herpes simplesA infecção materna pelo vírus do herpes simples no início da gravidez aumenta a taxa de aborto em três vezes. Ainfecção após a 20ª...
Em geral, recém-nascidos com infecção pelo CMV adquirida após o parto não apresentam problemas, a nãoser quando são extremamente pré-termo ou de muito baixo peso. --- Vírus do herpes simplesA infecção materna pelo vírus do herpes simples no início da gravidez aumenta a taxa de aborto em três vezes. Ainfecção após a 20ª...
Em geral, recém-nascidos com infecção pelo CMV adquirida após o parto não apresentam problemas, a nãoser quando são extremamente pré-termo ou de muito baixo peso. --- Vírus do herpes simplesA infecção materna pelo vírus do herpes simples no início da gravidez aumenta a taxa de aborto em três vezes. Ainfecção após a 20ª...
Em geral, recém-nascidos com infecção pelo CMV adquirida após o parto não apresentam problemas, a nãoser quando são extremamente pré-termo ou de muito baixo peso. --- Vírus do herpes simplesA infecção materna pelo vírus do herpes simples no início da gravidez aumenta a taxa de aborto em três vezes. Ainfecção após a 20ª...
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre o risco de infecção neonatal por herpes simples em recém-nascidos, incluindo a transmissão vertical e os fatores que influenciam essa transmissão. No entanto, a resposta não aborda diretamente a questão da transmissão do vírus da herpes de pais para fil...
6,812
útero baixo, prolapso uterino, exercícios, tratamento conservador, fortalecimento do assoalho pélvico, recuperação, tempo de evolução
estou com o útero baixo grau pode voltar só com exercícios com o tempo ele desce mais
o tratamento de prolapsos plvicos bexiga útero e reto podem ter bons resultados com fisioterapia pélvica mas é preciso realizar avaliação e tratamento com profissional especialista o treino deve ser personalizado e os exercícios realizados de forma correta ou seja ativações efetivas da musculatura pélvica para melhorar...
Hoffman_23.indd 623 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comTRATAMENTO ■ Conservador/não cirúrgicoExercícios para fortalecimento do soalho pélvicoO tratamento conservador é uma abordagem inicial razoável para a maioria das pacientes com incontinência urinária. O raciocínio que embasa o tratamento conservador é a...
Hoffman_23.indd 623 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comTRATAMENTO ■ Conservador/não cirúrgicoExercícios para fortalecimento do soalho pélvicoO tratamento conservador é uma abordagem inicial razoável para a maioria das pacientes com incontinência urinária. O raciocínio que embasa o tratamento conservador é a...
Hoffman_23.indd 623 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comTRATAMENTO ■ Conservador/não cirúrgicoExercícios para fortalecimento do soalho pélvicoO tratamento conservador é uma abordagem inicial razoável para a maioria das pacientes com incontinência urinária. O raciocínio que embasa o tratamento conservador é a...
Hoffman_23.indd 623 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comTRATAMENTO ■ Conservador/não cirúrgicoExercícios para fortalecimento do soalho pélvicoO tratamento conservador é uma abordagem inicial razoável para a maioria das pacientes com incontinência urinária. O raciocínio que embasa o tratamento conservador é a...
Hoffman_23.indd 623 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comTRATAMENTO ■ Conservador/não cirúrgicoExercícios para fortalecimento do soalho pélvicoO tratamento conservador é uma abordagem inicial razoável para a maioria das pacientes com incontinência urinária. O raciocínio que embasa o tratamento conservador é a...
Hoffman_23.indd 623 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comTRATAMENTO ■ Conservador/não cirúrgicoExercícios para fortalecimento do soalho pélvicoO tratamento conservador é uma abordagem inicial razoável para a maioria das pacientes com incontinência urinária. O raciocínio que embasa o tratamento conservador é a...
Hoffman_23.indd 623 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comTRATAMENTO ■ Conservador/não cirúrgicoExercícios para fortalecimento do soalho pélvicoO tratamento conservador é uma abordagem inicial razoável para a maioria das pacientes com incontinência urinária. O raciocínio que embasa o tratamento conservador é a...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
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{"justificativa": "O contexto fornecido contém informações sobre procedimentos cirúrgicos e prevenção de prolapso, mas não aborda diretamente a possibilidade de recuperação do útero em baixo grau apenas com exercícios. Faltam detalhes específicos sobre a eficácia dos exercícios e o tempo necessário para a recuperação, ...
27,580
mioma uterino, atividade sexual, sexualidade, normas de atividade sexual, efeitos do mioma na sexualidade
quem tem mioma pode realizar atividade sexual normalmente
se não for um mioma muito grande ou se não for um mioma em localização submucosa interna que sangra mais facilmente não há interferência de miomas com atividade sexual
■ Atividade sexualUm número elevado de parceiros sexuais e a primeira rela-ção sexual em idade precoce aumentam o risco de câncer de colo uterino. T er mais de seis parceiros sexuais durante a vida multiplica consideravelmente o risco relativo para esse tipo de câncer. De forma semelhante, a primeira relação sexual em ...
■ Atividade sexualUm número elevado de parceiros sexuais e a primeira rela-ção sexual em idade precoce aumentam o risco de câncer de colo uterino. T er mais de seis parceiros sexuais durante a vida multiplica consideravelmente o risco relativo para esse tipo de câncer. De forma semelhante, a primeira relação sexual em ...
■ Atividade sexualUm número elevado de parceiros sexuais e a primeira rela-ção sexual em idade precoce aumentam o risco de câncer de colo uterino. T er mais de seis parceiros sexuais durante a vida multiplica consideravelmente o risco relativo para esse tipo de câncer. De forma semelhante, a primeira relação sexual em ...
■ Atividade sexualUm número elevado de parceiros sexuais e a primeira rela-ção sexual em idade precoce aumentam o risco de câncer de colo uterino. T er mais de seis parceiros sexuais durante a vida multiplica consideravelmente o risco relativo para esse tipo de câncer. De forma semelhante, a primeira relação sexual em ...
■ Atividade sexualUm número elevado de parceiros sexuais e a primeira rela-ção sexual em idade precoce aumentam o risco de câncer de colo uterino. T er mais de seis parceiros sexuais durante a vida multiplica consideravelmente o risco relativo para esse tipo de câncer. De forma semelhante, a primeira relação sexual em ...
■ Atividade sexualUm número elevado de parceiros sexuais e a primeira rela-ção sexual em idade precoce aumentam o risco de câncer de colo uterino. T er mais de seis parceiros sexuais durante a vida multiplica consideravelmente o risco relativo para esse tipo de câncer. De forma semelhante, a primeira relação sexual em ...
■ Atividade sexualUm número elevado de parceiros sexuais e a primeira rela-ção sexual em idade precoce aumentam o risco de câncer de colo uterino. T er mais de seis parceiros sexuais durante a vida multiplica consideravelmente o risco relativo para esse tipo de câncer. De forma semelhante, a primeira relação sexual em ...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
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AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
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{"justificativa": "O contexto fornecido não aborda especificamente informações sobre atividade sexual em pacientes com mioma, limitando bastante sua relevância para a pergunta. Enquanto menciona opções de tratamento para miomas, não esclarece se a atividade sexual é segura ou não para essas mulheres.", "nota": 1}
21,454
Cisto parovariano, uso de DIU, contracepção, contraindicações.
tenho cisto parovariano posso colocar diu
para responder a sua pergunta com maior precisão seria importante saber o volume desse cisto há quanto tempo ele existe quais exames foram realizados para diagnostico e seguimento do mesmo
Quadro 49.10 Contraindicações para a TRT. --- Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- As principais contraindicações para a versão externa são: gemelidade, oligoidramni...
Quadro 49.10 Contraindicações para a TRT. --- Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- As principais contraindicações para a versão externa são: gemelidade, oligoidramni...
Quadro 49.10 Contraindicações para a TRT. --- Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- As principais contraindicações para a versão externa são: gemelidade, oligoidramni...
Quadro 49.10 Contraindicações para a TRT. --- Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- As principais contraindicações para a versão externa são: gemelidade, oligoidramni...
Quadro 49.10 Contraindicações para a TRT. --- Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- As principais contraindicações para a versão externa são: gemelidade, oligoidramni...
Quadro 49.10 Contraindicações para a TRT. --- Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- As principais contraindicações para a versão externa são: gemelidade, oligoidramni...
Quadro 49.10 Contraindicações para a TRT. --- Contraindicações relativas (B):(71,74)• fator de risco para DSTs ou HIV;• imunodeficiência;• de 48 horas a quatro semanas pós-parto;• câncer de ovário;• doença trofoblástica benigna. --- As principais contraindicações para a versão externa são: gemelidade, oligoidramni...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
{"justificativa": "O contexto não menciona especificamente cistos parovarianos como uma contraindicação para o uso do DIU. No entanto, aborda várias outras contraindicações relevantes, mas não fornece uma resposta direta ou informações sobre a situação específica do usuário. Portanto, a relevância é limitada.", "nota":...
29,060
vasectomia, gravidez após vasectomia, espermograma, ausência de espermatozoides, infertilidade masculina, falha da vasectomia
meu esposo fez vasectomia e anos e meio após a cirurgia fiquei grávida hoje a bebê completou meses ele realizou espermograma mas deu zeradoqual a explicação para isso estou sem entender
não há como avaliarmos exames sem uma avaliação do paciente geralmente após a cirurgia de vasectomia aguardamos um período de meses para verificar se existe indícios de ainda terem espermatozóides no trajeto mesmo com um exame inicial azoospermico sem espermatozóides podem ocorrer a presença de recanalizações o canal d...
■ Etiologia da infertilidade masculinaEm geral, as causas de infertilidade masculina podem ser clas-sificadas como anormalidades na produção de espermatozoi-des, anormalidades espermáticas funcionais e obstrução do deferente. --- A falência testicular é habitualmente uma causa não tratável de infertilidade masculina. P...
■ Etiologia da infertilidade masculinaEm geral, as causas de infertilidade masculina podem ser clas-sificadas como anormalidades na produção de espermatozoi-des, anormalidades espermáticas funcionais e obstrução do deferente. --- A falência testicular é habitualmente uma causa não tratável de infertilidade masculina. P...
■ Etiologia da infertilidade masculinaEm geral, as causas de infertilidade masculina podem ser clas-sificadas como anormalidades na produção de espermatozoi-des, anormalidades espermáticas funcionais e obstrução do deferente. --- A falência testicular é habitualmente uma causa não tratável de infertilidade masculina. P...
■ Etiologia da infertilidade masculinaEm geral, as causas de infertilidade masculina podem ser clas-sificadas como anormalidades na produção de espermatozoi-des, anormalidades espermáticas funcionais e obstrução do deferente. --- A falência testicular é habitualmente uma causa não tratável de infertilidade masculina. P...
■ Etiologia da infertilidade masculinaEm geral, as causas de infertilidade masculina podem ser clas-sificadas como anormalidades na produção de espermatozoi-des, anormalidades espermáticas funcionais e obstrução do deferente. --- A falência testicular é habitualmente uma causa não tratável de infertilidade masculina. P...
■ Etiologia da infertilidade masculinaEm geral, as causas de infertilidade masculina podem ser clas-sificadas como anormalidades na produção de espermatozoi-des, anormalidades espermáticas funcionais e obstrução do deferente. --- A falência testicular é habitualmente uma causa não tratável de infertilidade masculina. P...
■ Etiologia da infertilidade masculinaEm geral, as causas de infertilidade masculina podem ser clas-sificadas como anormalidades na produção de espermatozoi-des, anormalidades espermáticas funcionais e obstrução do deferente. --- A falência testicular é habitualmente uma causa não tratável de infertilidade masculina. P...
Insuficiência testicular adquiridaNeste item, incluem-se orquite viral (causa mais comum após a puberdade), AIDS, traumatismo, irradiação, distúrbioautoimune, castração, hanseníase, doenças infiltrativas (hemocromatose, amiloidose), doenças neurológicas (distrofia miotônicae lesão do cordão medular), insuficiência rena...
Insuficiência testicular adquiridaNeste item, incluem-se orquite viral (causa mais comum após a puberdade), AIDS, traumatismo, irradiação, distúrbioautoimune, castração, hanseníase, doenças infiltrativas (hemocromatose, amiloidose), doenças neurológicas (distrofia miotônicae lesão do cordão medular), insuficiência rena...
Insuficiência testicular adquiridaNeste item, incluem-se orquite viral (causa mais comum após a puberdade), AIDS, traumatismo, irradiação, distúrbioautoimune, castração, hanseníase, doenças infiltrativas (hemocromatose, amiloidose), doenças neurológicas (distrofia miotônicae lesão do cordão medular), insuficiência rena...
Insuficiência testicular adquiridaNeste item, incluem-se orquite viral (causa mais comum após a puberdade), AIDS, traumatismo, irradiação, distúrbioautoimune, castração, hanseníase, doenças infiltrativas (hemocromatose, amiloidose), doenças neurológicas (distrofia miotônicae lesão do cordão medular), insuficiência rena...
Insuficiência testicular adquiridaNeste item, incluem-se orquite viral (causa mais comum após a puberdade), AIDS, traumatismo, irradiação, distúrbioautoimune, castração, hanseníase, doenças infiltrativas (hemocromatose, amiloidose), doenças neurológicas (distrofia miotônicae lesão do cordão medular), insuficiência rena...
Insuficiência testicular adquiridaNeste item, incluem-se orquite viral (causa mais comum após a puberdade), AIDS, traumatismo, irradiação, distúrbioautoimune, castração, hanseníase, doenças infiltrativas (hemocromatose, amiloidose), doenças neurológicas (distrofia miotônicae lesão do cordão medular), insuficiência rena...
Insuficiência testicular adquiridaNeste item, incluem-se orquite viral (causa mais comum após a puberdade), AIDS, traumatismo, irradiação, distúrbioautoimune, castração, hanseníase, doenças infiltrativas (hemocromatose, amiloidose), doenças neurológicas (distrofia miotônicae lesão do cordão medular), insuficiência rena...
{"justificativa": "O contexto analisado menciona condições que podem levar à ausência de esperma, como a aspermia e problemas de saúde que afetam a produção de espermatozoides. Isso pode ajudar a entender a situação do usuário, mas não fornece uma explicação específica sobre a vasectomia ou a gravidez subsequente. Port...
10,114
candidíase recorrente, anticoncepcional Allestra, interrupção do uso, menstruação, impacto do sangue menstrual alcalino na candidíase
eu tomo o allestra faz poucos meses e comecei a ter quadros repetitivos de candidiase como mesmo com tratamento não parava eu decidi interromper o uso do anticoncepcional pois li que várias mulheres que fazem uso dele tem candidiase de forma recorrente a cartela ainda estava no meio e agora eu menstruei no caso por eu ...
a candidise tende a piorar nos casos de excesso de acidez por exemplo provocado por alguns contracetivos hormonais já a menstruação por alcalinizar tende a ajudar a aliviar
Diagnóstico diferencialOutras vulvovaginites como vaginose bacteriana, tricomoníase, vaginite hipotrófica, vaginite inflamatóriaesfoliativa, processos alérgicos, líquen e doença de Paget vulvar. ObservaçõesA maioria das mulheres tem pelo menos um surto de candidíase durante a vidaCandidíase vulvovaginal ocorre frequent...
Diagnóstico diferencialOutras vulvovaginites como vaginose bacteriana, tricomoníase, vaginite hipotrófica, vaginite inflamatóriaesfoliativa, processos alérgicos, líquen e doença de Paget vulvar. ObservaçõesA maioria das mulheres tem pelo menos um surto de candidíase durante a vidaCandidíase vulvovaginal ocorre frequent...
Diagnóstico diferencialOutras vulvovaginites como vaginose bacteriana, tricomoníase, vaginite hipotrófica, vaginite inflamatóriaesfoliativa, processos alérgicos, líquen e doença de Paget vulvar. ObservaçõesA maioria das mulheres tem pelo menos um surto de candidíase durante a vidaCandidíase vulvovaginal ocorre frequent...
Diagnóstico diferencialOutras vulvovaginites como vaginose bacteriana, tricomoníase, vaginite hipotrófica, vaginite inflamatóriaesfoliativa, processos alérgicos, líquen e doença de Paget vulvar. ObservaçõesA maioria das mulheres tem pelo menos um surto de candidíase durante a vidaCandidíase vulvovaginal ocorre frequent...
Diagnóstico diferencialOutras vulvovaginites como vaginose bacteriana, tricomoníase, vaginite hipotrófica, vaginite inflamatóriaesfoliativa, processos alérgicos, líquen e doença de Paget vulvar. ObservaçõesA maioria das mulheres tem pelo menos um surto de candidíase durante a vidaCandidíase vulvovaginal ocorre frequent...
Diagnóstico diferencialOutras vulvovaginites como vaginose bacteriana, tricomoníase, vaginite hipotrófica, vaginite inflamatóriaesfoliativa, processos alérgicos, líquen e doença de Paget vulvar. ObservaçõesA maioria das mulheres tem pelo menos um surto de candidíase durante a vidaCandidíase vulvovaginal ocorre frequent...
Diagnóstico diferencialOutras vulvovaginites como vaginose bacteriana, tricomoníase, vaginite hipotrófica, vaginite inflamatóriaesfoliativa, processos alérgicos, líquen e doença de Paget vulvar. ObservaçõesA maioria das mulheres tem pelo menos um surto de candidíase durante a vidaCandidíase vulvovaginal ocorre frequent...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Substâncias aromatizáveis em estrogênioTestosterona, esteroides anabolizantes, androstenedi...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Substâncias aromatizáveis em estrogênioTestosterona, esteroides anabolizantes, androstenedi...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Substâncias aromatizáveis em estrogênioTestosterona, esteroides anabolizantes, androstenedi...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Substâncias aromatizáveis em estrogênioTestosterona, esteroides anabolizantes, androstenedi...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Substâncias aromatizáveis em estrogênioTestosterona, esteroides anabolizantes, androstenedi...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Substâncias aromatizáveis em estrogênioTestosterona, esteroides anabolizantes, androstenedi...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Substâncias aromatizáveis em estrogênioTestosterona, esteroides anabolizantes, androstenedi...
{"justificativa": "O contexto analisado apresenta informações sobre padrões de sangramento vaginal e diversos fatores que podem influenciar a menstruação e condições de saúde, mas não trata especificamente da relação entre candidíase e menstruação, nem aborda diretamente a preocupação do usuário sobre o uso de anticonc...
20,216
aborto retido, dificuldade para engravidar, curetagem, fertilidade, concepção futura
tive um aborto retido nesse caso eu vou ter dificuldade para engravidar novamentevai fazer ano que passei pelo o procedimento da curetagem
o fato de ter um abortamento retido ou não não é o provavel motivo de não ter conseguido engravidar de novo de fato no entanto se foi necessária curetagem ou se houve infecção por ocasião do abortamento pode haver algum problema no útero mas pode ser algum outro problema assim só fazendo uma boa consulta para esclarece...
Além disso, para muitas mulheres inférteis, particularmente as com grave comprometimento nas tubas uterinas, a fertilizaçãoin vitro (FIV) é aconselhável quando a reparação cirúrgica das tubas uterinas não for bem-sucedida.2,43Na Conferência do Cairo foram descritas medidas com relação aos direitos à saúde reprodutiva, ...
Além disso, para muitas mulheres inférteis, particularmente as com grave comprometimento nas tubas uterinas, a fertilizaçãoin vitro (FIV) é aconselhável quando a reparação cirúrgica das tubas uterinas não for bem-sucedida.2,43Na Conferência do Cairo foram descritas medidas com relação aos direitos à saúde reprodutiva, ...
Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestaç...
Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestaç...
Além disso, para muitas mulheres inférteis, particularmente as com grave comprometimento nas tubas uterinas, a fertilizaçãoin vitro (FIV) é aconselhável quando a reparação cirúrgica das tubas uterinas não for bem-sucedida.2,43Na Conferência do Cairo foram descritas medidas com relação aos direitos à saúde reprodutiva, ...
Além disso, para muitas mulheres inférteis, particularmente as com grave comprometimento nas tubas uterinas, a fertilizaçãoin vitro (FIV) é aconselhável quando a reparação cirúrgica das tubas uterinas não for bem-sucedida.2,43Na Conferência do Cairo foram descritas medidas com relação aos direitos à saúde reprodutiva, ...
Além disso, para muitas mulheres inférteis, particularmente as com grave comprometimento nas tubas uterinas, a fertilizaçãoin vitro (FIV) é aconselhável quando a reparação cirúrgica das tubas uterinas não for bem-sucedida.2,43Na Conferência do Cairo foram descritas medidas com relação aos direitos à saúde reprodutiva, ...
Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte...
Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte...
Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte...
Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte...
Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte...
Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte...
Ameaça de abortamento: gravidez complicada por sangramento antes de 20 semanasAbortamento inevitável: o colo está dilatado, mas o produto da concepção não foi eliminadoAbortamento completo: todo o produto da concepção foi eliminado sem a necessidade de intervenção médica ou cirúrgicaAbortamento incompleto: alguma parte...
{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre abortamentos e suas complicações, incluindo abortamento retido e suas consequências. Além disso, menciona causas da infertilidade, como infecções e problemas relacionados a procedimentos abortivos, que são relevantes para a pergunta sobre dificuldades para engra...
28,170
sangramento irregular, uso de anticoncepcionais, Primogyna, Tâmisa, efeitos colaterais, amenorreia, interrupção hormonal, interações medicamentosas
minha esposa tá tomando dois anticoncepicionais primosiston e tâmisa um pela manhã e um pela noite ela passa três dias sem sangramento e volta a sangrar muito oque pode ser
olá nunca inicie uma medicação anticoncepcional como o tamisa ou hormonal como o primosiston sem ajuda do seu médico nem todas as mulheres podem usar qualquer anticoncepcional essas medicações podem estar associadas a eventos graves como trombose o uso errado pode aumentar o risco de uma gravidez indesejadaas mulheres ...
Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado ...
Menos comuns: abstinência, acatisia, agranulocitose, alteração da temperaturacorporal, anemia, anorgasmia, ansiedade, arritmias, aumento das ereções penianasnoturnas, aumento do apetite, aumento da libido, bradicardia sinusal, calafrios,calorões, ciclagem rápida, confusão, constipação, contraturas musculares, convulsõe...
Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado ...
Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado ...
Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado ...
Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado ...
Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado ...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da me...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da me...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da me...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da me...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da me...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da me...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da me...
{"justificativa": "O contexto analisado menciona métodos contraceptivos e seus efeitos colaterais, mas não aborda especificamente os padrões de sangramento associados ao uso de anticoncepcionais, como os mencionados pelo usuário. Portanto, as informações são úteis, mas insuficientes para responder completamente à pergu...
24,406
sangramento pós-uso pílula do dia seguinte duração
quantos dias fica o sangramento após toma a pílula do dia seguinte
após utilizar a pílula do dia seguinte o sangramento pode ficar irregular e não é possível saber exatamente por quanto tempo isso pode durar importante você saber que esse é um método pra ser utilizado esporadicamente converse com sua ginecologista pra verificar um método contraceptivo eficaz pra você se for do seu int...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. sangramento crônico 150 mg intramuscular injetados a cada 12 semanas. sangramento crônicoAcetato...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. sangramento crônico 150 mg intramuscular injetados a cada 12 semanas. sangramento crônicoAcetato...
Sangramento após tomar pílula do dia seguinte é normal? “Tomei a pílula do dia seguinte e tive sangramento uma semana depois. Isso é normal? Por que ocorre?” Algumas mulheres podem ter pequenos sangramentos e/ou irregularidade menstrual após tomar a pílula do dia seguinte e isso acontece porque a pílula contém hormônio...
Sangramento após tomar pílula do dia seguinte é normal? “Tomei a pílula do dia seguinte e tive sangramento uma semana depois. Isso é normal? Por que ocorre?” Algumas mulheres podem ter pequenos sangramentos e/ou irregularidade menstrual após tomar a pílula do dia seguinte e isso acontece porque a pílula contém hormônio...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. sangramento crônico 150 mg intramuscular injetados a cada 12 semanas. sangramento crônicoAcetato...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. sangramento crônico 150 mg intramuscular injetados a cada 12 semanas. sangramento crônicoAcetato...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- sangramento crônicoColocação do SIU-LNG a cada cinco anos, com liberação de 20 mcg/dia. sangramento crônico 150 mg intramuscular injetados a cada 12 semanas. sangramento crônicoAcetato...
sangraMento uterino anorMal aguDo e crônico medicação regime eficáciasangramento agudo Contraceptivos com etinilestradiol 30 mcg ou 35 mcg 1 compr./dia 8/8 horas por 7 dias, seguido de 1compr./dia por 3 semanas. sangramento crônicocontraceptivos orais combinados, combinados transdérmicos ou anel vaginal combinado – tod...
sangraMento uterino anorMal aguDo e crônico medicação regime eficáciasangramento agudo Contraceptivos com etinilestradiol 30 mcg ou 35 mcg 1 compr./dia 8/8 horas por 7 dias, seguido de 1compr./dia por 3 semanas. sangramento crônicocontraceptivos orais combinados, combinados transdérmicos ou anel vaginal combinado – tod...
Sangramento após tomar pílula do dia seguinte é normal? “Tomei a pílula do dia seguinte e tive sangramento uma semana depois. Isso é normal? Por que ocorre?” Algumas mulheres podem ter pequenos sangramentos e/ou irregularidade menstrual após tomar a pílula do dia seguinte e isso acontece porque a pílula contém hormônio...
Sangramento após tomar pílula do dia seguinte é normal? “Tomei a pílula do dia seguinte e tive sangramento uma semana depois. Isso é normal? Por que ocorre?” Algumas mulheres podem ter pequenos sangramentos e/ou irregularidade menstrual após tomar a pílula do dia seguinte e isso acontece porque a pílula contém hormônio...
sangraMento uterino anorMal aguDo e crônico medicação regime eficáciasangramento agudo Contraceptivos com etinilestradiol 30 mcg ou 35 mcg 1 compr./dia 8/8 horas por 7 dias, seguido de 1compr./dia por 3 semanas. sangramento crônicocontraceptivos orais combinados, combinados transdérmicos ou anel vaginal combinado – tod...
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{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre diferentes tipos de sangramento relacionados a métodos contraceptivos, mas não menciona especificamente o sangramento após o uso da pílula do dia seguinte. Portanto, falta informação específica para responder à pergunta.", "nota": 1}
11,720
gonorreia assintomática, infecção gonocócica, persistência sem sintomas, diagnóstico tardio, portador assintomático, complicações, transmissão.
é possível uma pessoa ter gonorréia sem apresentar sintomas durante ou anos ou até mais
olá sim é possível existe os portadores assintomáticos isto é possuem a bactéria e não apresentam qualquer sintomas ou apresentam poucos sintomasno caso da gonorreia o grande portador assintomático é a mulhera gonorreia pode vir acompanhada da clamidia o ideal seria o tratamento das duas infecções com dois tipos de ant...
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve rel...
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve rel...
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve rel...
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ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve rel...
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve rel...
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve rel...
Gonorreia e gravidezA gonorreia na gravidez pode estar associada a alto risco de prematuridade, ruptura prematura dasmembranas, perdas fetais, crescimento intrauterino retardado e febre no puerpério. Bartolinite pós-parto, peri-hepatite, artrite, endometrite e endocardite podem ocorrer. Complicações no recém-nascido in...
Gonorreia e gravidezA gonorreia na gravidez pode estar associada a alto risco de prematuridade, ruptura prematura dasmembranas, perdas fetais, crescimento intrauterino retardado e febre no puerpério. Bartolinite pós-parto, peri-hepatite, artrite, endometrite e endocardite podem ocorrer. Complicações no recém-nascido in...
Gonorreia e gravidezA gonorreia na gravidez pode estar associada a alto risco de prematuridade, ruptura prematura dasmembranas, perdas fetais, crescimento intrauterino retardado e febre no puerpério. Bartolinite pós-parto, peri-hepatite, artrite, endometrite e endocardite podem ocorrer. Complicações no recém-nascido in...
Gonorreia e gravidezA gonorreia na gravidez pode estar associada a alto risco de prematuridade, ruptura prematura dasmembranas, perdas fetais, crescimento intrauterino retardado e febre no puerpério. Bartolinite pós-parto, peri-hepatite, artrite, endometrite e endocardite podem ocorrer. Complicações no recém-nascido in...
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Gonorreia e gravidezA gonorreia na gravidez pode estar associada a alto risco de prematuridade, ruptura prematura dasmembranas, perdas fetais, crescimento intrauterino retardado e febre no puerpério. Bartolinite pós-parto, peri-hepatite, artrite, endometrite e endocardite podem ocorrer. Complicações no recém-nascido in...
Gonorreia e gravidezA gonorreia na gravidez pode estar associada a alto risco de prematuridade, ruptura prematura dasmembranas, perdas fetais, crescimento intrauterino retardado e febre no puerpério. Bartolinite pós-parto, peri-hepatite, artrite, endometrite e endocardite podem ocorrer. Complicações no recém-nascido in...
{"justificativa": "O contexto fornecido não aborda a questão específica sobre a possibilidade de uma pessoa ter gonorreia sem apresentar sintomas, que é o foco principal da pergunta. Embora mencione a infecção e complicações associadas, não discute a assintomaticidade da gonorreia.", "nota": 1}
4,234
nódulo mamário, medindo x cm, BI-RADS II, consulta mastologista
olá fiz por dois anos seguido exames mamares e tive o resultado de nódulo medindo x cm biradsusiiidevo procurar um mastologista
procurar um mastologista pode ser uma atitude excelente que vai tranquilizar você ao que tudo indica mas eu acho que basta conversar e pedir esclarecimentos ao seu médico
BI-RADS II – É uma mamogra/f_i a negativa para neoplasia, mas que tem um achado radiológico a ser descrito. Estes achados po-dem ser:• Nódulos: linfonodos intramamários, hamartoma, /f_i broadeno-ma calci/f_i cado, cisto oleoso, galactocele, cistos simples (con/f_i r-mados pela ultrassonogra/f_i a). --- Densidade f...
BI-RADS II – É uma mamogra/f_i a negativa para neoplasia, mas que tem um achado radiológico a ser descrito. Estes achados po-dem ser:• Nódulos: linfonodos intramamários, hamartoma, /f_i broadeno-ma calci/f_i cado, cisto oleoso, galactocele, cistos simples (con/f_i r-mados pela ultrassonogra/f_i a). --- Densidade f...
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BI-RADS II – É uma mamogra/f_i a negativa para neoplasia, mas que tem um achado radiológico a ser descrito. Estes achados po-dem ser:• Nódulos: linfonodos intramamários, hamartoma, /f_i broadeno-ma calci/f_i cado, cisto oleoso, galactocele, cistos simples (con/f_i r-mados pela ultrassonogra/f_i a). --- • Calci/f_...
{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre os diferentes níveis de classificação BI-RADS e descreve achados relacionados a exames mamários. Entretanto, não responde diretamente à dúvida do usuário sobre a necessidade de procurar um mastologista após um exame que resultou em um nódulo. Faltam informações ...
17,782
gravidez após cirurgia gravidez ectópica, risco de gravidez, tempo para nova gravidez, contracepção pós-cirurgia
após uma cirurgia de gravidez ectopica a mulher corre o risco de engravidar rápido se não usar proteção ou demora muito para engravidar de novo beijos aguardo resposta
bom diaé importante se prevenir por alguns meses após a cirurgia para retirada da tuba por gravidez ectópica sem prevenção a gravidez poderá ocorrer rapidamente simatenciosamente
A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por v...
A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por v...
A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por v...
A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por v...
A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por v...
A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por v...
A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por v...
A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por v...
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A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por v...
A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por v...
A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por v...
A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por v...
A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas. PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por v...
{"justificativa": "O contexto fornece informações relevantes sobre o retorno da ovulação e a necessidade de uso de contracepção após a cirurgia de gravidez ectópica, indicando que as pacientes devem iniciar a contracepção logo após a cirurgia. No entanto, não aborda especificamente a rapidez com que a mulher pode engra...
203
endometriose, tratamento, Pietra, amenorreia, secreção mamária, líquida branca, fisiologia, galactorreia
olá tenho endometriose e estou tomando o pietra ed há meses e parei de menstruar mas agora no mês começou sair líquido branco dos seios é normal
olá não é o usual acontecer isso mas siga tomando o pietra ed e procure seu médico ou médica para reavaliação ok deve ser alguma reação hormonal nada grave ok
Hoffman_16.indd 449 03/10/13 17:01apostilasmedicina@hotmail.comCom a avaliação endócrina de um pequeno número de pacientes não foi possível demonstrar um padrão consistente de desequilíbrio hormonal. Alterações na frequência de pul-sos de LH, concomitantes a elevação nos níveis séricos dos an-drogênios, podem expli...
Hoffman_16.indd 449 03/10/13 17:01apostilasmedicina@hotmail.comCom a avaliação endócrina de um pequeno número de pacientes não foi possível demonstrar um padrão consistente de desequilíbrio hormonal. Alterações na frequência de pul-sos de LH, concomitantes a elevação nos níveis séricos dos an-drogênios, podem expli...
Hoffman_16.indd 449 03/10/13 17:01apostilasmedicina@hotmail.comCom a avaliação endócrina de um pequeno número de pacientes não foi possível demonstrar um padrão consistente de desequilíbrio hormonal. Alterações na frequência de pul-sos de LH, concomitantes a elevação nos níveis séricos dos an-drogênios, podem expli...
Hoffman_16.indd 449 03/10/13 17:01apostilasmedicina@hotmail.comCom a avaliação endócrina de um pequeno número de pacientes não foi possível demonstrar um padrão consistente de desequilíbrio hormonal. Alterações na frequência de pul-sos de LH, concomitantes a elevação nos níveis séricos dos an-drogênios, podem expli...
Hoffman_16.indd 449 03/10/13 17:01apostilasmedicina@hotmail.comCom a avaliação endócrina de um pequeno número de pacientes não foi possível demonstrar um padrão consistente de desequilíbrio hormonal. Alterações na frequência de pul-sos de LH, concomitantes a elevação nos níveis séricos dos an-drogênios, podem expli...
Hoffman_16.indd 449 03/10/13 17:01apostilasmedicina@hotmail.comCom a avaliação endócrina de um pequeno número de pacientes não foi possível demonstrar um padrão consistente de desequilíbrio hormonal. Alterações na frequência de pul-sos de LH, concomitantes a elevação nos níveis séricos dos an-drogênios, podem expli...
Hoffman_16.indd 449 03/10/13 17:01apostilasmedicina@hotmail.comCom a avaliação endócrina de um pequeno número de pacientes não foi possível demonstrar um padrão consistente de desequilíbrio hormonal. Alterações na frequência de pul-sos de LH, concomitantes a elevação nos níveis séricos dos an-drogênios, podem expli...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- ■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível o...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- ■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível o...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- ■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível o...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- ■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível o...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- ■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível o...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- ■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível o...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- ■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível o...
{"justificativa": "O contexto analisado parece se concentrar em diversos aspectos relacionados à terapia hormonal e outras terapias médicas, mas não aborda especificamente a situação da endometriose, uso de medicamentos como o Pietra Ed, ou a questão do líquido branco saindo dos seios. Portanto, embora contenha informa...
20,826
Diagnóstico cisto funcional, resolução dor, acompanhamento sintomatologia, exames de imagem, avaliação clínica.
como vou saber se o cisto funcional desapareceu vai sumir a dor
oi geralmente após a menstruação os cistos funcionais desaparecem é importante uma avaliação médica especializada e uma ultrassonografia pra ver as características do cisto fluxo e tamanho para descartar outro tipos de cistos
• Diagnóstico: por meio de técnicas de biologia molecular que apresentam elevada sensibilidade e especificidade. Entretanto a pesquisa deste vírus em pacientes sem lesão clínica e/ou sub-clínica tem indicações limitadas. --- Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de pla...
• Diagnóstico: por meio de técnicas de biologia molecular que apresentam elevada sensibilidade e especificidade. Entretanto a pesquisa deste vírus em pacientes sem lesão clínica e/ou sub-clínica tem indicações limitadas. --- Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de pla...
• Diagnóstico: por meio de técnicas de biologia molecular que apresentam elevada sensibilidade e especificidade. Entretanto a pesquisa deste vírus em pacientes sem lesão clínica e/ou sub-clínica tem indicações limitadas. --- Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de pla...
• Diagnóstico: por meio de técnicas de biologia molecular que apresentam elevada sensibilidade e especificidade. Entretanto a pesquisa deste vírus em pacientes sem lesão clínica e/ou sub-clínica tem indicações limitadas. --- Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de pla...
• Diagnóstico: por meio de técnicas de biologia molecular que apresentam elevada sensibilidade e especificidade. Entretanto a pesquisa deste vírus em pacientes sem lesão clínica e/ou sub-clínica tem indicações limitadas. --- Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de pla...
• Diagnóstico: por meio de técnicas de biologia molecular que apresentam elevada sensibilidade e especificidade. Entretanto a pesquisa deste vírus em pacientes sem lesão clínica e/ou sub-clínica tem indicações limitadas. --- Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de pla...
• Diagnóstico: por meio de técnicas de biologia molecular que apresentam elevada sensibilidade e especificidade. Entretanto a pesquisa deste vírus em pacientes sem lesão clínica e/ou sub-clínica tem indicações limitadas. --- Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de pla...
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de s...
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de s...
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de s...
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de s...
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de s...
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de s...
■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de s...
{"justificativa": "O contexto não aborda diretamente o desaparecimento de cistos funcionais ou a relação entre a dor e a sua resolução. Inclui informações sobre a avaliação de cistos ovarianos e a necessidade de exames, mas não responde à pergunta específica do usuário.", "nota": 1}
24,826
anticoncepcional, menstruação, ciclo menstrual, regularidade, efeito do medicamento
tomei apenas comprimidos do anticoncepcional quando parar a menstruação vai descer normal
olá nunca inicie ou troque uma medicação anticoncepcional sem a ajuda do seu médico nem todas as mulheres podem usar qualquer anticoncepcional essas medicações podem estar associadas a eventos graves como trombose o uso errado pode aumentar o risco de uma gravidez indesejadaconverse com o seu médico esclareça suas dúvi...
Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado oral (AHCO)A alta eficácia em comparação aos métodos de barreira e aos MBPF, somada a outros e...
Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado oral (AHCO)A alta eficácia em comparação aos métodos de barreira e aos MBPF, somada a outros e...
Tomo anticoncepcional e a menstruação não veio, posso estar grávida? “Tomo anticoncepcional mas a menstruação não veio quando deveria, posso estar grávida?” Caso tenha ocorrido alguma irregularidade no uso do anticoncepcional existe o risco de gravidez, mas caso o uso do anticoncepcional tenha sido correto, sem nenhuma...
Tomo anticoncepcional e a menstruação não veio, posso estar grávida? “Tomo anticoncepcional mas a menstruação não veio quando deveria, posso estar grávida?” Caso tenha ocorrido alguma irregularidade no uso do anticoncepcional existe o risco de gravidez, mas caso o uso do anticoncepcional tenha sido correto, sem nenhuma...
Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado oral (AHCO)A alta eficácia em comparação aos métodos de barreira e aos MBPF, somada a outros e...
Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado oral (AHCO)A alta eficácia em comparação aos métodos de barreira e aos MBPF, somada a outros e...
Não há condição médica que restrinja, de forma absoluta, o procedimento.Todavia, por envolver ato cirúrgico, deve serjudiciosamente analisado.1,2,7Métodos hormonaisAnticoncepcional combinadoAnticoncepcional hormonal combinado oral (AHCO)A alta eficácia em comparação aos métodos de barreira e aos MBPF, somada a outros e...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Substâncias/estimuladores da produção endógen...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Substâncias/estimuladores da produção endógen...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Substâncias/estimuladores da produção endógen...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Substâncias/estimuladores da produção endógen...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Substâncias/estimuladores da produção endógen...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Substâncias/estimuladores da produção endógen...
4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais. --- Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas. --- Substâncias/estimuladores da produção endógen...
{"justificativa": "O contexto fornecido não aborda diretamente as questões relacionadas ao uso de anticoncepcionais e sua influência sobre o ciclo menstrual, focando em terapia hormonal da menopausa e outros medicamentos sem discussão sobre anticoncepcionais específicos.", "nota": 1}
3,262
cauterização uterina, ciclo menstrual, sangramento menstrual prolongado, retorno médico, acompanhamento pós-cauterização
fiz cauterizaçao no útero dias depois minha menstruação desceu só que tenho retorno logo logo e já faz dias que ela está descendo será que posso ter o retorno mesmo menstruação
é possível que o sangramento que você está apresentando não seja menstruação mas o sangramento do colo uterino que ocorre após o procedimento de conização que é normal na dúvida seria interessante você procurar o médico que fez seu procedimento para esclarecer e te orientar
■ AcompanhamentoO acompanhamento em longo prazo das pacientes com câncer de mama após o tratamento deve incluir anamnese e exame físico periódicos, tanto gerais quanto direcionados para a de-tecção de sinais ou sintomas de recorrência. As mulheres que tenham optado por conservar a mama devem estar cientes de que o teci...
■ AcompanhamentoO acompanhamento em longo prazo das pacientes com câncer de mama após o tratamento deve incluir anamnese e exame físico periódicos, tanto gerais quanto direcionados para a de-tecção de sinais ou sintomas de recorrência. As mulheres que tenham optado por conservar a mama devem estar cientes de que o teci...
■ AcompanhamentoO acompanhamento em longo prazo das pacientes com câncer de mama após o tratamento deve incluir anamnese e exame físico periódicos, tanto gerais quanto direcionados para a de-tecção de sinais ou sintomas de recorrência. As mulheres que tenham optado por conservar a mama devem estar cientes de que o teci...
■ AcompanhamentoO acompanhamento em longo prazo das pacientes com câncer de mama após o tratamento deve incluir anamnese e exame físico periódicos, tanto gerais quanto direcionados para a de-tecção de sinais ou sintomas de recorrência. As mulheres que tenham optado por conservar a mama devem estar cientes de que o teci...
■ AcompanhamentoO acompanhamento em longo prazo das pacientes com câncer de mama após o tratamento deve incluir anamnese e exame físico periódicos, tanto gerais quanto direcionados para a de-tecção de sinais ou sintomas de recorrência. As mulheres que tenham optado por conservar a mama devem estar cientes de que o teci...
■ AcompanhamentoO acompanhamento em longo prazo das pacientes com câncer de mama após o tratamento deve incluir anamnese e exame físico periódicos, tanto gerais quanto direcionados para a de-tecção de sinais ou sintomas de recorrência. As mulheres que tenham optado por conservar a mama devem estar cientes de que o teci...
■ AcompanhamentoO acompanhamento em longo prazo das pacientes com câncer de mama após o tratamento deve incluir anamnese e exame físico periódicos, tanto gerais quanto direcionados para a de-tecção de sinais ou sintomas de recorrência. As mulheres que tenham optado por conservar a mama devem estar cientes de que o teci...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Alguns pontos são importantes para se questionar na anamnese:• Duração, curso e localização da dor. • Relação da dor com o ciclo menstrual com tendência de iniciar durante ou logo após ...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Alguns pontos são importantes para se questionar na anamnese:• Duração, curso e localização da dor. • Relação da dor com o ciclo menstrual com tendência de iniciar durante ou logo após ...
figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Alguns pontos são importantes para se questionar na anamnese:• Duração, curso e localização da dor. • Relação da dor com o ciclo menstrual com tendência de iniciar durante ou logo após ...
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figura 2 Padrões de sangramento vaginal induzidos por métodos contraceptivos.(74)epiSódioS de Sangramento ou Spotting em 90 diaS. --- Alguns pontos são importantes para se questionar na anamnese:• Duração, curso e localização da dor. • Relação da dor com o ciclo menstrual com tendência de iniciar durante ou logo após ...
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre padrões de sangramento vaginal e cuidados pós-operatórios, mas não aborda diretamente a questão específica sobre a menstruação após a cauterização e se o retorno à consulta médica é possível durante o sangramento. Portanto, falta a informação necessária para uma r...
9,786
achados ecográficos adenomiose ultrassonografia transvaginal significado
o que significa achados ecográficos sugestivos de adenomiose numa trasvaginal
ola a adenomiose no passado era chamada de endometriose interna nada mais é do que uma variante da endometriose presença de células do endométrio camada mais interna do útero na pelve e órgãos pélvicos já a adenomiose é a presença de células do endométrio infiltrada dentro da massa muscular do útero ela pode causar dor...
Métodos de imagemA ultrassonografia transvaginal e a ressonância magnética são ótimos métodos complementares para o diagnóstico da adeno -miose. Considerando-se a maior disponibilidade e o menor custo, a ultrassonografia é considerada o exame de primeira linha, com sensibilidade de até 82% e especificidade de até 84%....
Métodos de imagemA ultrassonografia transvaginal e a ressonância magnética são ótimos métodos complementares para o diagnóstico da adeno -miose. Considerando-se a maior disponibilidade e o menor custo, a ultrassonografia é considerada o exame de primeira linha, com sensibilidade de até 82% e especificidade de até 84%....
Métodos de imagemA ultrassonografia transvaginal e a ressonância magnética são ótimos métodos complementares para o diagnóstico da adeno -miose. Considerando-se a maior disponibilidade e o menor custo, a ultrassonografia é considerada o exame de primeira linha, com sensibilidade de até 82% e especificidade de até 84%....
Métodos de imagemA ultrassonografia transvaginal e a ressonância magnética são ótimos métodos complementares para o diagnóstico da adeno -miose. Considerando-se a maior disponibilidade e o menor custo, a ultrassonografia é considerada o exame de primeira linha, com sensibilidade de até 82% e especificidade de até 84%....
Métodos de imagemA ultrassonografia transvaginal e a ressonância magnética são ótimos métodos complementares para o diagnóstico da adeno -miose. Considerando-se a maior disponibilidade e o menor custo, a ultrassonografia é considerada o exame de primeira linha, com sensibilidade de até 82% e especificidade de até 84%....
Métodos de imagemA ultrassonografia transvaginal e a ressonância magnética são ótimos métodos complementares para o diagnóstico da adeno -miose. Considerando-se a maior disponibilidade e o menor custo, a ultrassonografia é considerada o exame de primeira linha, com sensibilidade de até 82% e especificidade de até 84%....
Métodos de imagemA ultrassonografia transvaginal e a ressonância magnética são ótimos métodos complementares para o diagnóstico da adeno -miose. Considerando-se a maior disponibilidade e o menor custo, a ultrassonografia é considerada o exame de primeira linha, com sensibilidade de até 82% e especificidade de até 84%....
2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética. 3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cis...
2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética. 3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cis...
2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética. 3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cis...
2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética. 3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cis...
2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética. 3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cis...
2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética. 3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cis...
2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética. 3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cis...
{"justificativa": "O contexto fornece informações detalhadas sobre adenomiose e seus achados ecográficos, incluindo sinais que podem ser observados na ultrassonografia transvaginal, como aumento do volume uterino e heterogeneidade do miométrio. Isso é altamente relevante para entender o que significa 'achados ecográfic...
19,568
risco gravidez anticoncepcional Yasmim Selene relação desprotegida fim cartela
eu tomava yasmim a anos parei de tomar a ano resolvi voltar tomar outro o selene ja tomo a meses porem no fim da cartela de dois dias eu fiz relacao sem camisinha há risco de estar gravida
olá nunca inicie ou troque uma medicação anticoncepcional sem a ajuda do seu médico nem todas as mulheres podem usar qualquer anticoncepcional essas medicações podem estar associadas a eventos graves como trombose o uso errado pode aumentar o risco de uma gravidez indesejadaconverse com o seu médico esclareça suas dúvi...
gov.br/portais/OBID/biblioteca/documentos/Relatorios/329786.pdf. Acesso em 27.ago.2015.;93. Sakamoto LC, Malavasi AL, Karasin AL, et al. Prevenção de gestações não planejadas com implante subdérmico em mulheres da Cracolândia, São Paulo. Reprod Clim, 2015; 30(3):102-7. 94. Brasiliano S, Hochgraf PB, Torres RS. Comporta...
gov.br/portais/OBID/biblioteca/documentos/Relatorios/329786.pdf. Acesso em 27.ago.2015.;93. Sakamoto LC, Malavasi AL, Karasin AL, et al. Prevenção de gestações não planejadas com implante subdérmico em mulheres da Cracolândia, São Paulo. Reprod Clim, 2015; 30(3):102-7. 94. Brasiliano S, Hochgraf PB, Torres RS. Comporta...
gov.br/portais/OBID/biblioteca/documentos/Relatorios/329786.pdf. Acesso em 27.ago.2015.;93. Sakamoto LC, Malavasi AL, Karasin AL, et al. Prevenção de gestações não planejadas com implante subdérmico em mulheres da Cracolândia, São Paulo. Reprod Clim, 2015; 30(3):102-7. 94. Brasiliano S, Hochgraf PB, Torres RS. Comporta...
gov.br/portais/OBID/biblioteca/documentos/Relatorios/329786.pdf. Acesso em 27.ago.2015.;93. Sakamoto LC, Malavasi AL, Karasin AL, et al. Prevenção de gestações não planejadas com implante subdérmico em mulheres da Cracolândia, São Paulo. Reprod Clim, 2015; 30(3):102-7. 94. Brasiliano S, Hochgraf PB, Torres RS. Comporta...
gov.br/portais/OBID/biblioteca/documentos/Relatorios/329786.pdf. Acesso em 27.ago.2015.;93. Sakamoto LC, Malavasi AL, Karasin AL, et al. Prevenção de gestações não planejadas com implante subdérmico em mulheres da Cracolândia, São Paulo. Reprod Clim, 2015; 30(3):102-7. 94. Brasiliano S, Hochgraf PB, Torres RS. Comporta...
gov.br/portais/OBID/biblioteca/documentos/Relatorios/329786.pdf. Acesso em 27.ago.2015.;93. Sakamoto LC, Malavasi AL, Karasin AL, et al. Prevenção de gestações não planejadas com implante subdérmico em mulheres da Cracolândia, São Paulo. Reprod Clim, 2015; 30(3):102-7. 94. Brasiliano S, Hochgraf PB, Torres RS. Comporta...
gov.br/portais/OBID/biblioteca/documentos/Relatorios/329786.pdf. Acesso em 27.ago.2015.;93. Sakamoto LC, Malavasi AL, Karasin AL, et al. Prevenção de gestações não planejadas com implante subdérmico em mulheres da Cracolândia, São Paulo. Reprod Clim, 2015; 30(3):102-7. 94. Brasiliano S, Hochgraf PB, Torres RS. Comporta...
■ ConsentimentoAs pacientes que estiverem avaliando consen-tir com esse procedimento devem estar cientes de que não será possível manter relação sexual vaginal. Assim, a decisão deve envolver o par-ceiro da paciente. Aquelas que demonstrarem dúvida ou hesitação devem ser excluídas. Os riscos relacionados com o procedi-...
■ ConsentimentoAs pacientes que estiverem avaliando consen-tir com esse procedimento devem estar cientes de que não será possível manter relação sexual vaginal. Assim, a decisão deve envolver o par-ceiro da paciente. Aquelas que demonstrarem dúvida ou hesitação devem ser excluídas. Os riscos relacionados com o procedi-...
Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? “Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? Não quero engravidar.” Se você teve uma relação sexual sem camisinha e não faz uso de outro método contraceptivo, a pílula do dia seguinte é a única forma de evitar uma gravidez nos primeir...
Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? “Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? Não quero engravidar.” Se você teve uma relação sexual sem camisinha e não faz uso de outro método contraceptivo, a pílula do dia seguinte é a única forma de evitar uma gravidez nos primeir...
■ ConsentimentoAs pacientes que estiverem avaliando consen-tir com esse procedimento devem estar cientes de que não será possível manter relação sexual vaginal. Assim, a decisão deve envolver o par-ceiro da paciente. Aquelas que demonstrarem dúvida ou hesitação devem ser excluídas. Os riscos relacionados com o procedi-...
■ ConsentimentoAs pacientes que estiverem avaliando consen-tir com esse procedimento devem estar cientes de que não será possível manter relação sexual vaginal. Assim, a decisão deve envolver o par-ceiro da paciente. Aquelas que demonstrarem dúvida ou hesitação devem ser excluídas. Os riscos relacionados com o procedi-...
■ ConsentimentoAs pacientes que estiverem avaliando consen-tir com esse procedimento devem estar cientes de que não será possível manter relação sexual vaginal. Assim, a decisão deve envolver o par-ceiro da paciente. Aquelas que demonstrarem dúvida ou hesitação devem ser excluídas. Os riscos relacionados com o procedi-...
{"justificativa": "O contexto apresentado não aborda diretamente a questão da gravidez após relações sexuais desprotegidas nem fornece informações sobre contracepção ou riscos associados a ela. Embora mencione algumas informações sobre contracepção e métodos de anticoncepção de emergência, não responde à situação espec...
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sintomas leves COVID-19, dor nas costas, azitromicina, interrupção de medicação, eficácia da azitromicina em sintomas leves
meus avós tiveram covid minha mãe pegou e minha irmã tbm tenho sintomas leves e senti um pouco de dor na costa e tomei comprimido de azitromicina no terceiro dia de sintomas o dr falou q ñ era mais tomar e para eu suspender a medicação mas se eu precisar tomar vai fazer efeito
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasnunca inicie uma medicação sem a ajuda do seu médico evite a automedicaçãoa sua avaliação clínica através da sua história clínica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretosco...
X: acitretina, metotrexato, tazaroteno. PruridoB: clorfeniramina, difenidramina, cetirizina, loratadina. C: fexofenadina, terfenadina, prometazina, hidroxizina. Infecções bacterianasB: penicilinas, cefalosporina, eritromicina, azitromicina, ácido fusídico. C: bacitracina, mupirocina, claritromicina, quinolonas. Infecçõ...
X: acitretina, metotrexato, tazaroteno. PruridoB: clorfeniramina, difenidramina, cetirizina, loratadina. C: fexofenadina, terfenadina, prometazina, hidroxizina. Infecções bacterianasB: penicilinas, cefalosporina, eritromicina, azitromicina, ácido fusídico. C: bacitracina, mupirocina, claritromicina, quinolonas. Infecçõ...
X: acitretina, metotrexato, tazaroteno. PruridoB: clorfeniramina, difenidramina, cetirizina, loratadina. C: fexofenadina, terfenadina, prometazina, hidroxizina. Infecções bacterianasB: penicilinas, cefalosporina, eritromicina, azitromicina, ácido fusídico. C: bacitracina, mupirocina, claritromicina, quinolonas. Infecçõ...
X: acitretina, metotrexato, tazaroteno. PruridoB: clorfeniramina, difenidramina, cetirizina, loratadina. C: fexofenadina, terfenadina, prometazina, hidroxizina. Infecções bacterianasB: penicilinas, cefalosporina, eritromicina, azitromicina, ácido fusídico. C: bacitracina, mupirocina, claritromicina, quinolonas. Infecçõ...
X: acitretina, metotrexato, tazaroteno. PruridoB: clorfeniramina, difenidramina, cetirizina, loratadina. C: fexofenadina, terfenadina, prometazina, hidroxizina. Infecções bacterianasB: penicilinas, cefalosporina, eritromicina, azitromicina, ácido fusídico. C: bacitracina, mupirocina, claritromicina, quinolonas. Infecçõ...
X: acitretina, metotrexato, tazaroteno. PruridoB: clorfeniramina, difenidramina, cetirizina, loratadina. C: fexofenadina, terfenadina, prometazina, hidroxizina. Infecções bacterianasB: penicilinas, cefalosporina, eritromicina, azitromicina, ácido fusídico. C: bacitracina, mupirocina, claritromicina, quinolonas. Infecçõ...
X: acitretina, metotrexato, tazaroteno. PruridoB: clorfeniramina, difenidramina, cetirizina, loratadina. C: fexofenadina, terfenadina, prometazina, hidroxizina. Infecções bacterianasB: penicilinas, cefalosporina, eritromicina, azitromicina, ácido fusídico. C: bacitracina, mupirocina, claritromicina, quinolonas. Infecçõ...
Quadro clínicoInicialmente, os sintomas são leves e inespecíficos. As pacientes podem relatar náuseas e vômitos, dorabdominal (principalmente epigástrica, mas também no quadrante superior direito), astenia e anorexia. A icteríciapode também estar presente especialmente com a progressão da doença, mas o prurido é rarame...
Quadro clínicoInicialmente, os sintomas são leves e inespecíficos. As pacientes podem relatar náuseas e vômitos, dorabdominal (principalmente epigástrica, mas também no quadrante superior direito), astenia e anorexia. A icteríciapode também estar presente especialmente com a progressão da doença, mas o prurido é rarame...
Quadro clínicoInicialmente, os sintomas são leves e inespecíficos. As pacientes podem relatar náuseas e vômitos, dorabdominal (principalmente epigástrica, mas também no quadrante superior direito), astenia e anorexia. A icteríciapode também estar presente especialmente com a progressão da doença, mas o prurido é rarame...
Quadro clínicoInicialmente, os sintomas são leves e inespecíficos. As pacientes podem relatar náuseas e vômitos, dorabdominal (principalmente epigástrica, mas também no quadrante superior direito), astenia e anorexia. A icteríciapode também estar presente especialmente com a progressão da doença, mas o prurido é rarame...
Quadro clínicoInicialmente, os sintomas são leves e inespecíficos. As pacientes podem relatar náuseas e vômitos, dorabdominal (principalmente epigástrica, mas também no quadrante superior direito), astenia e anorexia. A icteríciapode também estar presente especialmente com a progressão da doença, mas o prurido é rarame...
Quadro clínicoInicialmente, os sintomas são leves e inespecíficos. As pacientes podem relatar náuseas e vômitos, dorabdominal (principalmente epigástrica, mas também no quadrante superior direito), astenia e anorexia. A icteríciapode também estar presente especialmente com a progressão da doença, mas o prurido é rarame...
Quadro clínicoInicialmente, os sintomas são leves e inespecíficos. As pacientes podem relatar náuseas e vômitos, dorabdominal (principalmente epigástrica, mas também no quadrante superior direito), astenia e anorexia. A icteríciapode também estar presente especialmente com a progressão da doença, mas o prurido é rarame...
{"justificativa": "O contexto analisado não aborda diretamente a questão relacionada ao uso de azitromicina para sintomas específicos de covid-19 ou a eficácia da medicação após a orientação do médico. As informações sobre quadros clínicos de outras condições não são pertinentes ao sintoma leve que o usuário menciona."...
19,446
Uso de reuquinol na gravidez, riscos para o feto, efeitos teratogênicos, segurança na gestação.
o uso do reuquinol na gravidez tem poblemas para o bebê
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasnunca inicie uma medicação sem a ajuda do seu médico principalmente na gravidez e amamentação evite a automedicaçãofaça o prénatal corretamente use o ácido fólicoqual seria a indicação do uso do reuquinola sua aval...
O objetivo desta revisão é apresentar as principais características químicas, farmacológicas, doses, vias de administração e efeitos clínicos dos diferentes pro-gestagênios para escolha e uso adequado da TH em mulheres climatéricas. --- CaracterísticasCategoria AEstudos controlados em gestantes não mostram risco para ...
O objetivo desta revisão é apresentar as principais características químicas, farmacológicas, doses, vias de administração e efeitos clínicos dos diferentes pro-gestagênios para escolha e uso adequado da TH em mulheres climatéricas. --- CaracterísticasCategoria AEstudos controlados em gestantes não mostram risco para ...
O objetivo desta revisão é apresentar as principais características químicas, farmacológicas, doses, vias de administração e efeitos clínicos dos diferentes pro-gestagênios para escolha e uso adequado da TH em mulheres climatéricas. --- CaracterísticasCategoria AEstudos controlados em gestantes não mostram risco para ...
O objetivo desta revisão é apresentar as principais características químicas, farmacológicas, doses, vias de administração e efeitos clínicos dos diferentes pro-gestagênios para escolha e uso adequado da TH em mulheres climatéricas. --- CaracterísticasCategoria AEstudos controlados em gestantes não mostram risco para ...
O objetivo desta revisão é apresentar as principais características químicas, farmacológicas, doses, vias de administração e efeitos clínicos dos diferentes pro-gestagênios para escolha e uso adequado da TH em mulheres climatéricas. --- CaracterísticasCategoria AEstudos controlados em gestantes não mostram risco para ...
O objetivo desta revisão é apresentar as principais características químicas, farmacológicas, doses, vias de administração e efeitos clínicos dos diferentes pro-gestagênios para escolha e uso adequado da TH em mulheres climatéricas. --- CaracterísticasCategoria AEstudos controlados em gestantes não mostram risco para ...
O objetivo desta revisão é apresentar as principais características químicas, farmacológicas, doses, vias de administração e efeitos clínicos dos diferentes pro-gestagênios para escolha e uso adequado da TH em mulheres climatéricas. --- CaracterísticasCategoria AEstudos controlados em gestantes não mostram risco para ...
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- Tabela 76.2 Concentração fetal e efeitos nocivos para o feto dos quimioterápicos utilizados em gestantes. --- • O risco tromboembólico deve-se fundamenta...
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- Tabela 76.2 Concentração fetal e efeitos nocivos para o feto dos quimioterápicos utilizados em gestantes. --- • O risco tromboembólico deve-se fundamenta...
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- Tabela 76.2 Concentração fetal e efeitos nocivos para o feto dos quimioterápicos utilizados em gestantes. --- • O risco tromboembólico deve-se fundamenta...
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Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- Tabela 76.2 Concentração fetal e efeitos nocivos para o feto dos quimioterápicos utilizados em gestantes. --- • O risco tromboembólico deve-se fundamenta...
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional. --- Tabela 76.2 Concentração fetal e efeitos nocivos para o feto dos quimioterápicos utilizados em gestantes. --- • O risco tromboembólico deve-se fundamenta...
{"justificativa": "O contexto analisado não menciona o reuquinol, focando em outros medicamentos e suas contraindicações durante a gravidez, além de discutir teratogenicidade de forma geral. Assim, não fornece informações relevantes especificamente sobre o reuquinol e seus possíveis efeitos sobre o bebê.", "nota": 1}
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risco hidropsia fetal gravidez atual histórico perda gestacional
eu perdi uma filha com semana com hidropsia fetal estou grávida agora tem risco de novo
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasa sua avaliação clínica através da historia clinica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretosfaça o prénatal corretamente use o ácido fólico o seu médico é a melhor pessoa p...
A. Fetoscopia. B. Reparo fetoscópico. Pedreira et al. (2016b) interrogam em recente Editorial ser o reparo fetoscópico mais seguro e melhor. Oreparo fetoscópico apresenta prognóstico fetal superior ou igual ao da cirurgia fetal a “céu aberto) (Figura 102.6),sem muitas das complicações maternas associadas ao último p...
A. Fetoscopia. B. Reparo fetoscópico. Pedreira et al. (2016b) interrogam em recente Editorial ser o reparo fetoscópico mais seguro e melhor. Oreparo fetoscópico apresenta prognóstico fetal superior ou igual ao da cirurgia fetal a “céu aberto) (Figura 102.6),sem muitas das complicações maternas associadas ao último p...
A. Fetoscopia. B. Reparo fetoscópico. Pedreira et al. (2016b) interrogam em recente Editorial ser o reparo fetoscópico mais seguro e melhor. Oreparo fetoscópico apresenta prognóstico fetal superior ou igual ao da cirurgia fetal a “céu aberto) (Figura 102.6),sem muitas das complicações maternas associadas ao último p...
A. Fetoscopia. B. Reparo fetoscópico. Pedreira et al. (2016b) interrogam em recente Editorial ser o reparo fetoscópico mais seguro e melhor. Oreparo fetoscópico apresenta prognóstico fetal superior ou igual ao da cirurgia fetal a “céu aberto) (Figura 102.6),sem muitas das complicações maternas associadas ao último p...
A. Fetoscopia. B. Reparo fetoscópico. Pedreira et al. (2016b) interrogam em recente Editorial ser o reparo fetoscópico mais seguro e melhor. Oreparo fetoscópico apresenta prognóstico fetal superior ou igual ao da cirurgia fetal a “céu aberto) (Figura 102.6),sem muitas das complicações maternas associadas ao último p...
A. Fetoscopia. B. Reparo fetoscópico. Pedreira et al. (2016b) interrogam em recente Editorial ser o reparo fetoscópico mais seguro e melhor. Oreparo fetoscópico apresenta prognóstico fetal superior ou igual ao da cirurgia fetal a “céu aberto) (Figura 102.6),sem muitas das complicações maternas associadas ao último p...
A. Fetoscopia. B. Reparo fetoscópico. Pedreira et al. (2016b) interrogam em recente Editorial ser o reparo fetoscópico mais seguro e melhor. Oreparo fetoscópico apresenta prognóstico fetal superior ou igual ao da cirurgia fetal a “céu aberto) (Figura 102.6),sem muitas das complicações maternas associadas ao último p...
Passado obstétricoRiscos atuais podem ser suspeitados pela infor -mação de prematuridade anterior, história de filho de baixo peso ao nascer (abaixo de 2500g), partos complicados e infecção puerperal. Também o relato de distúrbios emocionais durante ou após a gesta-ção e dificuldades de aleitamento anterior é de valor ...
Passado obstétricoRiscos atuais podem ser suspeitados pela infor -mação de prematuridade anterior, história de filho de baixo peso ao nascer (abaixo de 2500g), partos complicados e infecção puerperal. Também o relato de distúrbios emocionais durante ou após a gesta-ção e dificuldades de aleitamento anterior é de valor ...
Passado obstétricoRiscos atuais podem ser suspeitados pela infor -mação de prematuridade anterior, história de filho de baixo peso ao nascer (abaixo de 2500g), partos complicados e infecção puerperal. Também o relato de distúrbios emocionais durante ou após a gesta-ção e dificuldades de aleitamento anterior é de valor ...
Passado obstétricoRiscos atuais podem ser suspeitados pela infor -mação de prematuridade anterior, história de filho de baixo peso ao nascer (abaixo de 2500g), partos complicados e infecção puerperal. Também o relato de distúrbios emocionais durante ou após a gesta-ção e dificuldades de aleitamento anterior é de valor ...
Passado obstétricoRiscos atuais podem ser suspeitados pela infor -mação de prematuridade anterior, história de filho de baixo peso ao nascer (abaixo de 2500g), partos complicados e infecção puerperal. Também o relato de distúrbios emocionais durante ou após a gesta-ção e dificuldades de aleitamento anterior é de valor ...
Passado obstétricoRiscos atuais podem ser suspeitados pela infor -mação de prematuridade anterior, história de filho de baixo peso ao nascer (abaixo de 2500g), partos complicados e infecção puerperal. Também o relato de distúrbios emocionais durante ou após a gesta-ção e dificuldades de aleitamento anterior é de valor ...
Passado obstétricoRiscos atuais podem ser suspeitados pela infor -mação de prematuridade anterior, história de filho de baixo peso ao nascer (abaixo de 2500g), partos complicados e infecção puerperal. Também o relato de distúrbios emocionais durante ou após a gesta-ção e dificuldades de aleitamento anterior é de valor ...
{"justificativa": "O contexto fornecido menciona riscos obstétricos e fatores relevantes, mas não aborda diretamente a questão da hidropsia fetal ou a possibilidade de recorrência em uma nova gravidez. Portanto, ele contém informações úteis, mas não é suficiente para responder completamente à pergunta sobre os riscos e...
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placenta prévia marginal, sem sangramento, evolução, acretismo placentário, exames de confirmação acretismo
olá s placenta prévia marginal confirmada sem sangramento pode evoluir para placenta acreditaqual exame para confirmar acretismo
olá boa tarde placenta acreta realmente é uma das complicações mais importantes da obstetricia e devemos ter uma atenção especial nos casos como o seu em que temos uma placenta prévia marginal em especial em pacientes com historia de cesarianas anteriores ou procedimentos uterinos como miomectomias e curetagens anterio...
• O principal fator de risco para placenta prévia é a cesárea anterior (A). • A migração placentária acontece em boa parte dos casos, e o diagnóstico de placenta prévia e de placenta de inserção baixa pode modi/f_i car durante a gestação (B). • A ultrassonogra/f_i a transvaginal é o melhor método para diag-nóstico de...
• O principal fator de risco para placenta prévia é a cesárea anterior (A). • A migração placentária acontece em boa parte dos casos, e o diagnóstico de placenta prévia e de placenta de inserção baixa pode modi/f_i car durante a gestação (B). • A ultrassonogra/f_i a transvaginal é o melhor método para diag-nóstico de...
• O principal fator de risco para placenta prévia é a cesárea anterior (A). • A migração placentária acontece em boa parte dos casos, e o diagnóstico de placenta prévia e de placenta de inserção baixa pode modi/f_i car durante a gestação (B). • A ultrassonogra/f_i a transvaginal é o melhor método para diag-nóstico de...
• O principal fator de risco para placenta prévia é a cesárea anterior (A). • A migração placentária acontece em boa parte dos casos, e o diagnóstico de placenta prévia e de placenta de inserção baixa pode modi/f_i car durante a gestação (B). • A ultrassonogra/f_i a transvaginal é o melhor método para diag-nóstico de...
• O principal fator de risco para placenta prévia é a cesárea anterior (A). • A migração placentária acontece em boa parte dos casos, e o diagnóstico de placenta prévia e de placenta de inserção baixa pode modi/f_i car durante a gestação (B). • A ultrassonogra/f_i a transvaginal é o melhor método para diag-nóstico de...
• O principal fator de risco para placenta prévia é a cesárea anterior (A). • A migração placentária acontece em boa parte dos casos, e o diagnóstico de placenta prévia e de placenta de inserção baixa pode modi/f_i car durante a gestação (B). • A ultrassonogra/f_i a transvaginal é o melhor método para diag-nóstico de...
• O principal fator de risco para placenta prévia é a cesárea anterior (A). • A migração placentária acontece em boa parte dos casos, e o diagnóstico de placenta prévia e de placenta de inserção baixa pode modi/f_i car durante a gestação (B). • A ultrassonogra/f_i a transvaginal é o melhor método para diag-nóstico de...
• O principal fator de risco para placenta prévia é a cesárea anterior (A). • A migração placentária acontece em boa parte dos casos, e o diagnóstico de placenta prévia e de placenta de inserção baixa pode modi/f_i car durante a gestação (B). • A ultrassonogra/f_i a transvaginal é o melhor método para diag-nóstico de...
• O principal fator de risco para placenta prévia é a cesárea anterior (A). • A migração placentária acontece em boa parte dos casos, e o diagnóstico de placenta prévia e de placenta de inserção baixa pode modi/f_i car durante a gestação (B). • A ultrassonogra/f_i a transvaginal é o melhor método para diag-nóstico de...
• O principal fator de risco para placenta prévia é a cesárea anterior (A). • A migração placentária acontece em boa parte dos casos, e o diagnóstico de placenta prévia e de placenta de inserção baixa pode modi/f_i car durante a gestação (B). • A ultrassonogra/f_i a transvaginal é o melhor método para diag-nóstico de...
• O principal fator de risco para placenta prévia é a cesárea anterior (A). • A migração placentária acontece em boa parte dos casos, e o diagnóstico de placenta prévia e de placenta de inserção baixa pode modi/f_i car durante a gestação (B). • A ultrassonogra/f_i a transvaginal é o melhor método para diag-nóstico de...
• O principal fator de risco para placenta prévia é a cesárea anterior (A). • A migração placentária acontece em boa parte dos casos, e o diagnóstico de placenta prévia e de placenta de inserção baixa pode modi/f_i car durante a gestação (B). • A ultrassonogra/f_i a transvaginal é o melhor método para diag-nóstico de...
• O principal fator de risco para placenta prévia é a cesárea anterior (A). • A migração placentária acontece em boa parte dos casos, e o diagnóstico de placenta prévia e de placenta de inserção baixa pode modi/f_i car durante a gestação (B). • A ultrassonogra/f_i a transvaginal é o melhor método para diag-nóstico de...
• O principal fator de risco para placenta prévia é a cesárea anterior (A). • A migração placentária acontece em boa parte dos casos, e o diagnóstico de placenta prévia e de placenta de inserção baixa pode modi/f_i car durante a gestação (B). • A ultrassonogra/f_i a transvaginal é o melhor método para diag-nóstico de...
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre o diagnóstico de acretismo placentário relacionado à placenta prévia, incluindo a importância da ultrassonografia e da ressonância magnética para confirmação do acretismo. Contudo, não aborda diretamente a possibilidade de evolução da placenta prévia marginal para...
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tipagem sanguínea, Rh negativo, vacina Rho(D) imunoglobulina, gravidez, exame de Coombs negativo, compatibilidade sanguínea, riscos gestacionais, hemorragia fetal, doença hemolítica neonatal
tive o meu primeiro filho e a típagem sanguinea estava errada ganhei o primeiro filho como o e não tomei a vacina matergan pois agora estou grávida novamente e a minha típagem e o e do meu esposo ab e do meu primeiro filho também e ab se eu tomar matergam com semanas não corro risco de a criança nascer com algum proble...
olá a imunoglobulina antid deverá ser feita se sangramento durante a gravidez como nos abortos durante a semana de gravidez e após o parto se o bebê for rh positivoconverse com o seu médico esclareça suas dúvidas discuta o seu tratamentofaça o prénatal corretamente
▶ Incompatibilidade sanguínea do casal. No sistema Rh, a discordância principal, gestante Rh-negativa emarido Rh-positivo, responde por mais de 90% das histórias clínicas de DHPN, embora se declare aloimunizaçãomaterna em apenas 1:20 casos. É significativa a proteção determinada pela incompatibilidade ABO. Quando o pa...
▶ Incompatibilidade sanguínea do casal. No sistema Rh, a discordância principal, gestante Rh-negativa emarido Rh-positivo, responde por mais de 90% das histórias clínicas de DHPN, embora se declare aloimunizaçãomaterna em apenas 1:20 casos. É significativa a proteção determinada pela incompatibilidade ABO. Quando o pa...
▶ Incompatibilidade sanguínea do casal. No sistema Rh, a discordância principal, gestante Rh-negativa emarido Rh-positivo, responde por mais de 90% das histórias clínicas de DHPN, embora se declare aloimunizaçãomaterna em apenas 1:20 casos. É significativa a proteção determinada pela incompatibilidade ABO. Quando o pa...
▶ Incompatibilidade sanguínea do casal. No sistema Rh, a discordância principal, gestante Rh-negativa emarido Rh-positivo, responde por mais de 90% das histórias clínicas de DHPN, embora se declare aloimunizaçãomaterna em apenas 1:20 casos. É significativa a proteção determinada pela incompatibilidade ABO. Quando o pa...
▶ Incompatibilidade sanguínea do casal. No sistema Rh, a discordância principal, gestante Rh-negativa emarido Rh-positivo, responde por mais de 90% das histórias clínicas de DHPN, embora se declare aloimunizaçãomaterna em apenas 1:20 casos. É significativa a proteção determinada pela incompatibilidade ABO. Quando o pa...
▶ Incompatibilidade sanguínea do casal. No sistema Rh, a discordância principal, gestante Rh-negativa emarido Rh-positivo, responde por mais de 90% das histórias clínicas de DHPN, embora se declare aloimunizaçãomaterna em apenas 1:20 casos. É significativa a proteção determinada pela incompatibilidade ABO. Quando o pa...
▶ Incompatibilidade sanguínea do casal. No sistema Rh, a discordância principal, gestante Rh-negativa emarido Rh-positivo, responde por mais de 90% das histórias clínicas de DHPN, embora se declare aloimunizaçãomaterna em apenas 1:20 casos. É significativa a proteção determinada pela incompatibilidade ABO. Quando o pa...
Cuidados adicionaisA determinação do grupo sanguíneo e fator Rh está indicada. As gestantes RH negativo não sensibilizadas (coombs indireto ne -gativo) deverão receber imunoglobulina anti-RH. relacionadas à gestação é denominado corioma ou doença tro-folástica gestacional. No entanto, existem formas diversas, que se di...
Cuidados adicionaisA determinação do grupo sanguíneo e fator Rh está indicada. As gestantes RH negativo não sensibilizadas (coombs indireto ne -gativo) deverão receber imunoglobulina anti-RH. relacionadas à gestação é denominado corioma ou doença tro-folástica gestacional. No entanto, existem formas diversas, que se di...
Cuidados adicionaisA determinação do grupo sanguíneo e fator Rh está indicada. As gestantes RH negativo não sensibilizadas (coombs indireto ne -gativo) deverão receber imunoglobulina anti-RH. relacionadas à gestação é denominado corioma ou doença tro-folástica gestacional. No entanto, existem formas diversas, que se di...
Cuidados adicionaisA determinação do grupo sanguíneo e fator Rh está indicada. As gestantes RH negativo não sensibilizadas (coombs indireto ne -gativo) deverão receber imunoglobulina anti-RH. relacionadas à gestação é denominado corioma ou doença tro-folástica gestacional. No entanto, existem formas diversas, que se di...
Cuidados adicionaisA determinação do grupo sanguíneo e fator Rh está indicada. As gestantes RH negativo não sensibilizadas (coombs indireto ne -gativo) deverão receber imunoglobulina anti-RH. relacionadas à gestação é denominado corioma ou doença tro-folástica gestacional. No entanto, existem formas diversas, que se di...
Cuidados adicionaisA determinação do grupo sanguíneo e fator Rh está indicada. As gestantes RH negativo não sensibilizadas (coombs indireto ne -gativo) deverão receber imunoglobulina anti-RH. relacionadas à gestação é denominado corioma ou doença tro-folástica gestacional. No entanto, existem formas diversas, que se di...
Cuidados adicionaisA determinação do grupo sanguíneo e fator Rh está indicada. As gestantes RH negativo não sensibilizadas (coombs indireto ne -gativo) deverão receber imunoglobulina anti-RH. relacionadas à gestação é denominado corioma ou doença tro-folástica gestacional. No entanto, existem formas diversas, que se di...
{"justificativa": "O contexto apresenta informações relevantes sobre a tipagem sanguínea e a administração de imunoglobulina anti-RH, o que pode abordar a preocupação da usuária sobre a vacina Matergam e os riscos associados a gravidez com RH negativo. No entanto, não oferece uma resposta direta ou clara sobre os risco...
13,773
sifilis, benzetacil, tratamento, cicatrização, feridas, contágio, cuidados com utensílios, lavagem adequada, transmissão.
fui diagnosticado com siflis e a médica me deu duas doses de benzetacil quanto tempo depois as feridas começam a sair e posso usar como por exemplo talheres e roupa do meu irmão e lavar bem depois
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta e esclareça suas dúvidasa sífilis é uma infecção sexualmente transmissível e contagiosa grave faça o tratamento corretopara ser considerada corretamente tratada você e seu parceiro sexual precisam realizar o tratamento correto com a dose correta do anti...
Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífi...
Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífi...
Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífi...
Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífi...
Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífi...
Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífi...
Considera-se tratamento inadequado:Tratamento realizado com qualquer medicamento que não seja a penicilina ouTratamento incompleto, mesmo tendo sido feito com penicilina ouTratamento inadequado para a fase clínica da doença ouTratamento instituído no prazo de até 30 dias antes do parto ouParceiro(s) sexual(is) com sífi...
■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível ooforopexia. Entretanto, achados de necrose anexial ou ruptura com hemorragia podem requerer a remoção das estruturas anexiais. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome...
■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível ooforopexia. Entretanto, achados de necrose anexial ou ruptura com hemorragia podem requerer a remoção das estruturas anexiais. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome...
■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível ooforopexia. Entretanto, achados de necrose anexial ou ruptura com hemorragia podem requerer a remoção das estruturas anexiais. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome...
■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível ooforopexia. Entretanto, achados de necrose anexial ou ruptura com hemorragia podem requerer a remoção das estruturas anexiais. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome...
■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível ooforopexia. Entretanto, achados de necrose anexial ou ruptura com hemorragia podem requerer a remoção das estruturas anexiais. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome...
■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível ooforopexia. Entretanto, achados de necrose anexial ou ruptura com hemorragia podem requerer a remoção das estruturas anexiais. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome...
■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível ooforopexia. Entretanto, achados de necrose anexial ou ruptura com hemorragia podem requerer a remoção das estruturas anexiais. --- Doenças congênitasDistúrbios cromossômicosSíndrome...
{"justificativa": "O contexto analisado é irrelevante para a pergunta do usuário, pois não fornece informações sobre a cura de feridas resultantes da sífilis, o efeito do tratamento com benzetacil, ou sobre a sua preocupação com o uso de talheres e roupas de outra pessoa. O conteúdo é principalmente técnico e não abord...
29,184
varicocele, oligospermia, espermograma, diferença de resultados laboratoriais, reavaliação de espermiograma, tratamento de varicocele, fertilidade masculina
meu marido foi diagnosticado com varicocele e o espermograma deu oligospermiapor orientação medica refez apos mês o exame de espermi em outro laboratório e deu dentro do normal é possível uma diferença tão grande entre um laboratório e outroo que é indicado nesse caso refazer
pode acontecer especialmente se for limítrofeo espermograma varia muito pois depende da excitação tempo de abstinência doenças ou febre ou mesmo uso de medicamentos nos últimos meseso ideal é fazer em um bom laboratório e repetir sempre no mesmo para ter uma média de confiançaa varicocele é a principal causa de alteraç...
1Espermatogônia 1Segunda divisãomeiótica3Espermátide42Capuz acrossômicoem desenvolvimentoEspermatócitosecundárioCapuz acrossômicoem desenvolvimentoCapuz acrossômicoEspermatogêneseEspermiogêneseNúcleo daespermátideMitocôndriasMicrotúbulosMitocôndrias Excesso decitoplasmaCélulasustentacularEspaçointersticialEspermatozoid...
1Espermatogônia 1Segunda divisãomeiótica3Espermátide42Capuz acrossômicoem desenvolvimentoEspermatócitosecundárioCapuz acrossômicoem desenvolvimentoCapuz acrossômicoEspermatogêneseEspermiogêneseNúcleo daespermátideMitocôndriasMicrotúbulosMitocôndrias Excesso decitoplasmaCélulasustentacularEspaçointersticialEspermatozoid...
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1Espermatogônia 1Segunda divisãomeiótica3Espermátide42Capuz acrossômicoem desenvolvimentoEspermatócitosecundárioCapuz acrossômicoem desenvolvimentoCapuz acrossômicoEspermatogêneseEspermiogêneseNúcleo daespermátideMitocôndriasMicrotúbulosMitocôndrias Excesso decitoplasmaCélulasustentacularEspaçointersticialEspermatozoid...
TeratozoospermiaA teratozoospermia, ou morfologia anormal dos espermatozoi-des, ocorre com maior frequência em conjunto com oligosper-mia, astenospermia e oligoastenospermia. Não há tratamentos diretos para teratozoospermia, sendo que as opções terapêuti-cas incluem IIU e TRA. Como, em geral, a teratozoospermia é acomp...
TeratozoospermiaA teratozoospermia, ou morfologia anormal dos espermatozoi-des, ocorre com maior frequência em conjunto com oligosper-mia, astenospermia e oligoastenospermia. Não há tratamentos diretos para teratozoospermia, sendo que as opções terapêuti-cas incluem IIU e TRA. Como, em geral, a teratozoospermia é acomp...
TeratozoospermiaA teratozoospermia, ou morfologia anormal dos espermatozoi-des, ocorre com maior frequência em conjunto com oligosper-mia, astenospermia e oligoastenospermia. Não há tratamentos diretos para teratozoospermia, sendo que as opções terapêuti-cas incluem IIU e TRA. Como, em geral, a teratozoospermia é acomp...
TeratozoospermiaA teratozoospermia, ou morfologia anormal dos espermatozoi-des, ocorre com maior frequência em conjunto com oligosper-mia, astenospermia e oligoastenospermia. Não há tratamentos diretos para teratozoospermia, sendo que as opções terapêuti-cas incluem IIU e TRA. Como, em geral, a teratozoospermia é acomp...
TeratozoospermiaA teratozoospermia, ou morfologia anormal dos espermatozoi-des, ocorre com maior frequência em conjunto com oligosper-mia, astenospermia e oligoastenospermia. Não há tratamentos diretos para teratozoospermia, sendo que as opções terapêuti-cas incluem IIU e TRA. Como, em geral, a teratozoospermia é acomp...
TeratozoospermiaA teratozoospermia, ou morfologia anormal dos espermatozoi-des, ocorre com maior frequência em conjunto com oligosper-mia, astenospermia e oligoastenospermia. Não há tratamentos diretos para teratozoospermia, sendo que as opções terapêuti-cas incluem IIU e TRA. Como, em geral, a teratozoospermia é acomp...
TeratozoospermiaA teratozoospermia, ou morfologia anormal dos espermatozoi-des, ocorre com maior frequência em conjunto com oligosper-mia, astenospermia e oligoastenospermia. Não há tratamentos diretos para teratozoospermia, sendo que as opções terapêuti-cas incluem IIU e TRA. Como, em geral, a teratozoospermia é acomp...
{"justificativa": "O contexto analisado contém informações sobre espermograma e fatores que podem afetar a fertilidade, mas não aborda diretamente a possibilidade de variação nos resultados de exames entre laboratórios ou recomendações específicas para refazê-los. Portanto, não oferece a resposta completa que o usuário...
13,598
VDRL não reagente, teste rápido sífilis negativo, sete meses após contato sexual, uso de camisinha.
olá fiz um vdrl que deu um índice nãoreagente também fiz um teste rápido para sífilis teste rápido da eco que deu negativo o que significa esse no meu exame ambos os exames foram feitos sete meses após contato sexual com camisinha
olá sempre siga as orientações do seu médico agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidasa sua avaliação clínica através da sua história clínica suas queixas e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretosfaça os seus exames periódicos e de rotinadeseja uma gravidez faça os seus e...
• Reações não treponêmicas: nesses exames o antígeno rea-tor sérico é a cardiolipina, evidenciando a formação de anti-corpos antilipídicos. Tornam-se positivos a partir da 4a ou 5ª semana após o contágio e são indicados tanto para o diagnós-tico como para o seguimento terapêutico, pois seus resultados, além de qualitat...
• Reações não treponêmicas: nesses exames o antígeno rea-tor sérico é a cardiolipina, evidenciando a formação de anti-corpos antilipídicos. Tornam-se positivos a partir da 4a ou 5ª semana após o contágio e são indicados tanto para o diagnós-tico como para o seguimento terapêutico, pois seus resultados, além de qualitat...
• Reações não treponêmicas: nesses exames o antígeno rea-tor sérico é a cardiolipina, evidenciando a formação de anti-corpos antilipídicos. Tornam-se positivos a partir da 4a ou 5ª semana após o contágio e são indicados tanto para o diagnós-tico como para o seguimento terapêutico, pois seus resultados, além de qualitat...
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• Reações não treponêmicas: nesses exames o antígeno rea-tor sérico é a cardiolipina, evidenciando a formação de anti-corpos antilipídicos. Tornam-se positivos a partir da 4a ou 5ª semana após o contágio e são indicados tanto para o diagnós-tico como para o seguimento terapêutico, pois seus resultados, além de qualitat...
• Reações não treponêmicas: nesses exames o antígeno rea-tor sérico é a cardiolipina, evidenciando a formação de anti-corpos antilipídicos. Tornam-se positivos a partir da 4a ou 5ª semana após o contágio e são indicados tanto para o diagnós-tico como para o seguimento terapêutico, pois seus resultados, além de qualitat...
{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre os testes VDRL e RPR, incluindo sua capacidade de detectar sífilis e o tempo após a exposição que esses testes podem tornar-se positivos. No entanto, não responde diretamente ao que um resultado não reagente indica no contexto específico da situação do usuário. Po...
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cisto dermoide ovário direito, ecografia transvaginal, cirurgia vídeo laparoscópica, preservação do ovário, necessidade de remoção do ovário, infertilidade, gravidez.
tenho anos fiz uma ecografia transvaginal e fui diagnostica com um cisto demoide no ovário direito que mede x estou tentando engravidar e o médico mandou eu retirar o cisto por cirurgia de video gostaria de saber se com esse tamanho é necessário retirar o ovário ou pode preservar
olá o cisto dermoide é um tumor benigno do ovário proveniente das células germinativasa cirurgia via melhora da dor pélvica associada ao cisto dermoide confirmar a benignidade da lesão e evitar que o crescimento da lesão danifique ainda mais o tecido normal do seu ovárioa cirurgia é a ooforoplastia isto é o cisto dermo...
Enumeram-se os riscos-chave:Anormalidades fetais evidenciadas por ultrassonografia de 1o e 2o trimestres, rastreamento decromossomopatias, biopsia de vilo corial e amniocenteseGestação ectópica tubária, cornual, cervical, na cicatriz de cesárea e heterotópicaInsuficiência cervical, devendo-se aumentar a vigilância nas ...
Enumeram-se os riscos-chave:Anormalidades fetais evidenciadas por ultrassonografia de 1o e 2o trimestres, rastreamento decromossomopatias, biopsia de vilo corial e amniocenteseGestação ectópica tubária, cornual, cervical, na cicatriz de cesárea e heterotópicaInsuficiência cervical, devendo-se aumentar a vigilância nas ...
Enumeram-se os riscos-chave:Anormalidades fetais evidenciadas por ultrassonografia de 1o e 2o trimestres, rastreamento decromossomopatias, biopsia de vilo corial e amniocenteseGestação ectópica tubária, cornual, cervical, na cicatriz de cesárea e heterotópicaInsuficiência cervical, devendo-se aumentar a vigilância nas ...
Enumeram-se os riscos-chave:Anormalidades fetais evidenciadas por ultrassonografia de 1o e 2o trimestres, rastreamento decromossomopatias, biopsia de vilo corial e amniocenteseGestação ectópica tubária, cornual, cervical, na cicatriz de cesárea e heterotópicaInsuficiência cervical, devendo-se aumentar a vigilância nas ...
Enumeram-se os riscos-chave:Anormalidades fetais evidenciadas por ultrassonografia de 1o e 2o trimestres, rastreamento decromossomopatias, biopsia de vilo corial e amniocenteseGestação ectópica tubária, cornual, cervical, na cicatriz de cesárea e heterotópicaInsuficiência cervical, devendo-se aumentar a vigilância nas ...
Enumeram-se os riscos-chave:Anormalidades fetais evidenciadas por ultrassonografia de 1o e 2o trimestres, rastreamento decromossomopatias, biopsia de vilo corial e amniocenteseGestação ectópica tubária, cornual, cervical, na cicatriz de cesárea e heterotópicaInsuficiência cervical, devendo-se aumentar a vigilância nas ...
Enumeram-se os riscos-chave:Anormalidades fetais evidenciadas por ultrassonografia de 1o e 2o trimestres, rastreamento decromossomopatias, biopsia de vilo corial e amniocenteseGestação ectópica tubária, cornual, cervical, na cicatriz de cesárea e heterotópicaInsuficiência cervical, devendo-se aumentar a vigilância nas ...
■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível ooforopexia. Entretanto, achados de necrose anexial ou ruptura com hemorragia podem requerer a remoção das estruturas anexiais. --- Exames de imagemOs teratomas císticos maduros (cis...
■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível ooforopexia. Entretanto, achados de necrose anexial ou ruptura com hemorragia podem requerer a remoção das estruturas anexiais. --- Exames de imagemOs teratomas císticos maduros (cis...
■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível ooforopexia. Entretanto, achados de necrose anexial ou ruptura com hemorragia podem requerer a remoção das estruturas anexiais. --- Exames de imagemOs teratomas císticos maduros (cis...
■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível ooforopexia. Entretanto, achados de necrose anexial ou ruptura com hemorragia podem requerer a remoção das estruturas anexiais. --- Exames de imagemOs teratomas císticos maduros (cis...
■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível ooforopexia. Entretanto, achados de necrose anexial ou ruptura com hemorragia podem requerer a remoção das estruturas anexiais. --- Exames de imagemOs teratomas císticos maduros (cis...
■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível ooforopexia. Entretanto, achados de necrose anexial ou ruptura com hemorragia podem requerer a remoção das estruturas anexiais. --- Exames de imagemOs teratomas císticos maduros (cis...
■ CondutaOs objetivos do tratamento são a recuperação dos anexos en-volvidos, a excisão de qualquer cisto ou tumor associado e a possível ooforopexia. Entretanto, achados de necrose anexial ou ruptura com hemorragia podem requerer a remoção das estruturas anexiais. --- Exames de imagemOs teratomas císticos maduros (cis...
{"justificativa": "O contexto aborda a conduta e os cuidados pré e pós-operatórios relacionados a cistos dermoides, mas não fornece uma resposta clara sobre a necessidade de remoção do ovário em relação ao tamanho do cisto. Ele menciona a recuperação dos anexos, mas não especifica se é possível preservar o ovário no ca...
4,549
nódulo sólido hipoecóico mama esquerda, ultrassonografia, tamanho 2 cm, crescimento, sintomas, indicação de biópsia ou ressecção
fiz uma ultra mamaria na mama esquerda deu nódulo sólidohipoecóicono qqssregularparalelo a pelemedindo x cmsó que já vinha sentindo desde outubro de sentia do tamanho de uma caroço de arrozquando fiz a ultra em já estava do tamanho de uma azeitona devo retirar
nódulos com características benignas ao ultrassom e crescimento rápido devem ser retirados sim procure um mastologista para uma melhor avaliação do seu caso
Grau CaracterísticasFrequência de malignidade(%)Grau I (benigno) Imagem anecoica arredondada, de paredes lisas ede conteúdo líquido0Grau II (benigno) Nódulo misto, predominantemente sólido oulíquido; nódulo sólido isoecoico ou hiperecoicocom ou sem calcificações grosseiras (densas),com ou sem componente líquido e com o...
Grau CaracterísticasFrequência de malignidade(%)Grau I (benigno) Imagem anecoica arredondada, de paredes lisas ede conteúdo líquido0Grau II (benigno) Nódulo misto, predominantemente sólido oulíquido; nódulo sólido isoecoico ou hiperecoicocom ou sem calcificações grosseiras (densas),com ou sem componente líquido e com o...
Grau CaracterísticasFrequência de malignidade(%)Grau I (benigno) Imagem anecoica arredondada, de paredes lisas ede conteúdo líquido0Grau II (benigno) Nódulo misto, predominantemente sólido oulíquido; nódulo sólido isoecoico ou hiperecoicocom ou sem calcificações grosseiras (densas),com ou sem componente líquido e com o...
Grau CaracterísticasFrequência de malignidade(%)Grau I (benigno) Imagem anecoica arredondada, de paredes lisas ede conteúdo líquido0Grau II (benigno) Nódulo misto, predominantemente sólido oulíquido; nódulo sólido isoecoico ou hiperecoicocom ou sem calcificações grosseiras (densas),com ou sem componente líquido e com o...
Grau CaracterísticasFrequência de malignidade(%)Grau I (benigno) Imagem anecoica arredondada, de paredes lisas ede conteúdo líquido0Grau II (benigno) Nódulo misto, predominantemente sólido oulíquido; nódulo sólido isoecoico ou hiperecoicocom ou sem calcificações grosseiras (densas),com ou sem componente líquido e com o...
Grau CaracterísticasFrequência de malignidade(%)Grau I (benigno) Imagem anecoica arredondada, de paredes lisas ede conteúdo líquido0Grau II (benigno) Nódulo misto, predominantemente sólido oulíquido; nódulo sólido isoecoico ou hiperecoicocom ou sem calcificações grosseiras (densas),com ou sem componente líquido e com o...
Grau CaracterísticasFrequência de malignidade(%)Grau I (benigno) Imagem anecoica arredondada, de paredes lisas ede conteúdo líquido0Grau II (benigno) Nódulo misto, predominantemente sólido oulíquido; nódulo sólido isoecoico ou hiperecoicocom ou sem calcificações grosseiras (densas),com ou sem componente líquido e com o...
Figura 102.21 Ultrassonografia do tórax fetal identificando macrocistos > 2 cm que caracterizam malformaçãoadenomatoide cística tipo I. --- Propedêutica – Exame clínico das mamasClassicamente, o autoexame das mamas detecta nódulos a partir de 2 cm, enquanto o exame clínico realizado pelo pro/f_i ssional de saúde habil...
Figura 102.21 Ultrassonografia do tórax fetal identificando macrocistos > 2 cm que caracterizam malformaçãoadenomatoide cística tipo I. --- Propedêutica – Exame clínico das mamasClassicamente, o autoexame das mamas detecta nódulos a partir de 2 cm, enquanto o exame clínico realizado pelo pro/f_i ssional de saúde habil...
Figura 102.21 Ultrassonografia do tórax fetal identificando macrocistos > 2 cm que caracterizam malformaçãoadenomatoide cística tipo I. --- Propedêutica – Exame clínico das mamasClassicamente, o autoexame das mamas detecta nódulos a partir de 2 cm, enquanto o exame clínico realizado pelo pro/f_i ssional de saúde habil...
Figura 102.21 Ultrassonografia do tórax fetal identificando macrocistos > 2 cm que caracterizam malformaçãoadenomatoide cística tipo I. --- Propedêutica – Exame clínico das mamasClassicamente, o autoexame das mamas detecta nódulos a partir de 2 cm, enquanto o exame clínico realizado pelo pro/f_i ssional de saúde habil...
Figura 102.21 Ultrassonografia do tórax fetal identificando macrocistos > 2 cm que caracterizam malformaçãoadenomatoide cística tipo I. --- Propedêutica – Exame clínico das mamasClassicamente, o autoexame das mamas detecta nódulos a partir de 2 cm, enquanto o exame clínico realizado pelo pro/f_i ssional de saúde habil...
Figura 102.21 Ultrassonografia do tórax fetal identificando macrocistos > 2 cm que caracterizam malformaçãoadenomatoide cística tipo I. --- Propedêutica – Exame clínico das mamasClassicamente, o autoexame das mamas detecta nódulos a partir de 2 cm, enquanto o exame clínico realizado pelo pro/f_i ssional de saúde habil...
Figura 102.21 Ultrassonografia do tórax fetal identificando macrocistos > 2 cm que caracterizam malformaçãoadenomatoide cística tipo I. --- Propedêutica – Exame clínico das mamasClassicamente, o autoexame das mamas detecta nódulos a partir de 2 cm, enquanto o exame clínico realizado pelo pro/f_i ssional de saúde habil...
{"justificativa": "O contexto fornecido não aborda diretamente a questão do nódulo sólido na mama esquerda do usuário, nem fornece informações específicas sobre a avaliação de nódulos mamários. A maioria das informações está relacionada a nódulos tireoidianos e a categorias de classificação de nódulos mamários, sem res...
16,380
diagnóstico síndrome dos ovários policísticos, tratamento Diane, tratamento Selene, ineficácia, tratamento Yasmin, alternativas terapêuticas SOP, métodos de tratamento síndrome dos ovários policísticos
aos anos fui diagnosticada com sop fiz tratamento com diane e a situação foi normalizada aos anos de novo comecei a ter sintoma e veio o diagnóstico fiz tratamento com selene e não obtive sucesso hoje tenho anos e tomando yasmin existe algum outro método além desse
a resposta depende de a paciente estar interessada ou não em engravidar considerando não haver desejo de engravidar neste momento existem sim outras medicações que podem ser associadas aos anticoncepcionais você pode discutir melhor suas opções com seu ginecologista ou endocrinologista independente do desejo de engravi...
INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infe...
INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infe...
INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infe...
INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infe...
INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infe...
INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infe...
INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infe...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísti...
{"justificativa": "O contexto discute a síndrome dos ovários policísticos (SOP), seus sintomas e tratamentos, mas não fornece informações específicas sobre métodos alternativos ao uso de Yasmin para tratar a SOP, que é a questão principal do usuário. Portanto, embora o contexto tenha alguma relevância, ele não é sufici...
24,013
miomas uterinos, tratamento, gravidez, mioma subseroso, mioma submucoso, volume uterino, fertilidade, cuidados pré-concepção
olá tenho anos e não sou mãe mas pretendo engravidar no ano que vem porém tenho alguns miomas que me atrapalhariam e estou em dúvida por onde começo o tratamento o meu útero tem volume aproximado de cm e tenho mioma subseroso medindo cm e submucoso de e cm o que me indicam
olá o mioma é um tumor benigno do útero com risco de malignidade muito baixo muito frequente nas mulheres com prevalência de a apenas das mulheres apresentam algum sintoma ou precisam de algum tratamento como sangramento uterino anormal dor pélvica cólicas menstruais dor na relação infertilidade etco mioma tem três loc...
A indicação de miomectomia pré-concepcional deve ser individualizada, considerando-se a idade da paciente,o passado reprodutivo, a gravidade dos sintomas e o tamanho e localização dos miomas. Em termosreprodutivos, há sentido em excisar miomas submucosos e intramurais que distorcem a cavidade uterina, emboramuitas vari...
A indicação de miomectomia pré-concepcional deve ser individualizada, considerando-se a idade da paciente,o passado reprodutivo, a gravidade dos sintomas e o tamanho e localização dos miomas. Em termosreprodutivos, há sentido em excisar miomas submucosos e intramurais que distorcem a cavidade uterina, emboramuitas vari...
A indicação de miomectomia pré-concepcional deve ser individualizada, considerando-se a idade da paciente,o passado reprodutivo, a gravidade dos sintomas e o tamanho e localização dos miomas. Em termosreprodutivos, há sentido em excisar miomas submucosos e intramurais que distorcem a cavidade uterina, emboramuitas vari...
A indicação de miomectomia pré-concepcional deve ser individualizada, considerando-se a idade da paciente,o passado reprodutivo, a gravidade dos sintomas e o tamanho e localização dos miomas. Em termosreprodutivos, há sentido em excisar miomas submucosos e intramurais que distorcem a cavidade uterina, emboramuitas vari...
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A indicação de miomectomia pré-concepcional deve ser individualizada, considerando-se a idade da paciente,o passado reprodutivo, a gravidade dos sintomas e o tamanho e localização dos miomas. Em termosreprodutivos, há sentido em excisar miomas submucosos e intramurais que distorcem a cavidade uterina, emboramuitas vari...
A indicação de miomectomia pré-concepcional deve ser individualizada, considerando-se a idade da paciente,o passado reprodutivo, a gravidade dos sintomas e o tamanho e localização dos miomas. Em termosreprodutivos, há sentido em excisar miomas submucosos e intramurais que distorcem a cavidade uterina, emboramuitas vari...
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A indicação de miomectomia pré-concepcional deve ser individualizada, considerando-se a idade da paciente,o passado reprodutivo, a gravidade dos sintomas e o tamanho e localização dos miomas. Em termosreprodutivos, há sentido em excisar miomas submucosos e intramurais que distorcem a cavidade uterina, emboramuitas vari...
A indicação de miomectomia pré-concepcional deve ser individualizada, considerando-se a idade da paciente,o passado reprodutivo, a gravidade dos sintomas e o tamanho e localização dos miomas. Em termosreprodutivos, há sentido em excisar miomas submucosos e intramurais que distorcem a cavidade uterina, emboramuitas vari...
A indicação de miomectomia pré-concepcional deve ser individualizada, considerando-se a idade da paciente,o passado reprodutivo, a gravidade dos sintomas e o tamanho e localização dos miomas. Em termosreprodutivos, há sentido em excisar miomas submucosos e intramurais que distorcem a cavidade uterina, emboramuitas vari...
A indicação de miomectomia pré-concepcional deve ser individualizada, considerando-se a idade da paciente,o passado reprodutivo, a gravidade dos sintomas e o tamanho e localização dos miomas. Em termosreprodutivos, há sentido em excisar miomas submucosos e intramurais que distorcem a cavidade uterina, emboramuitas vari...
{"justificativa": "O contexto fornece informações úteis sobre a miomectomia e o tratamento de miomas em mulheres que desejam engravidar. Embora não responda diretamente à dúvida inicial sobre por onde começar o tratamento, oferece uma base sobre as considerações a serem levadas em conta e os tipos de intervenções dispo...
20,363
verrugas vaginais, infecção sexualmente transmissível, condilomatoses, papilomavírus humano (HPV), diagnóstico ginecológico
eu sou virgem e tenho verrugas na vagina o que pode ser
olá a sua avaliação clínica através da história clínica e exame físico é fundamental para o diagnóstico e tratamentonem todas as verrugas genitais são doenças sexualmente transmissíveis e nem todas as verrugas genitais são provocadas pelo hpvo hpv é uma doença estritamente sexualmente transmissível e não é contraída at...
■ Tratamento de infecção por HPVAs indicações para tratamento de doença do TGI relacionada a HPV são verrugas sintomáticas que causem desconforto físico ou psicológico, neoplasia de alto grau ou câncer invasivo. A infecção por HPV diagnosticada a partir de impressão clínica ou testes citológicos, histológicos ou de DNA...
■ Tratamento de infecção por HPVAs indicações para tratamento de doença do TGI relacionada a HPV são verrugas sintomáticas que causem desconforto físico ou psicológico, neoplasia de alto grau ou câncer invasivo. A infecção por HPV diagnosticada a partir de impressão clínica ou testes citológicos, histológicos ou de DNA...
■ Tratamento de infecção por HPVAs indicações para tratamento de doença do TGI relacionada a HPV são verrugas sintomáticas que causem desconforto físico ou psicológico, neoplasia de alto grau ou câncer invasivo. A infecção por HPV diagnosticada a partir de impressão clínica ou testes citológicos, histológicos ou de DNA...
■ Tratamento de infecção por HPVAs indicações para tratamento de doença do TGI relacionada a HPV são verrugas sintomáticas que causem desconforto físico ou psicológico, neoplasia de alto grau ou câncer invasivo. A infecção por HPV diagnosticada a partir de impressão clínica ou testes citológicos, histológicos ou de DNA...
■ Tratamento de infecção por HPVAs indicações para tratamento de doença do TGI relacionada a HPV são verrugas sintomáticas que causem desconforto físico ou psicológico, neoplasia de alto grau ou câncer invasivo. A infecção por HPV diagnosticada a partir de impressão clínica ou testes citológicos, histológicos ou de DNA...
■ Tratamento de infecção por HPVAs indicações para tratamento de doença do TGI relacionada a HPV são verrugas sintomáticas que causem desconforto físico ou psicológico, neoplasia de alto grau ou câncer invasivo. A infecção por HPV diagnosticada a partir de impressão clínica ou testes citológicos, histológicos ou de DNA...
■ Tratamento de infecção por HPVAs indicações para tratamento de doença do TGI relacionada a HPV são verrugas sintomáticas que causem desconforto físico ou psicológico, neoplasia de alto grau ou câncer invasivo. A infecção por HPV diagnosticada a partir de impressão clínica ou testes citológicos, histológicos ou de DNA...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
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Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV. ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo...
{"justificativa": "O contexto descreve as verrugas genitais associadas ao HPV e menciona que são uma infecção comum transmitida sexualmente, o que é relevante para a pergunta do usuário. No entanto, não discute diretamente a condição de ser virgem ou as implicações de ter verrugas sem atividade sexual anterior. Portant...
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atraso segunda dose vacina HPV um mês, imunização dengue
bom diagostaria de saber se posso atrasar por um mês a segunda dose da hpvo motivo da pergunta é pq já está chegando a data da segunda dose da hpv mas eu gostaria de dar da dengue
atrasar a segunda dose por um mês provavelmente não terá um impacto significativo na eficácia da vacina ainda mais no momento que vivemos de epidemia de dengue priorizar a doença mais prevalente seja uma boa estratégia mas de qualquer forma sempre recomendamos discutir isso com o profissional de saúde responsável pelo ...
ValoR ClínICo Da VaCInaçãoA imunidade protetora induzida pela infecção natural pelo DENV é predominante-mente sorotipo específica após os primeiros meses. No entanto, indivíduos com tal imunidade protetora têm um risco aumentado para formas mais graves de dengue durante uma segunda infecção com um DENV sorotipo heteró...
ValoR ClínICo Da VaCInaçãoA imunidade protetora induzida pela infecção natural pelo DENV é predominante-mente sorotipo específica após os primeiros meses. No entanto, indivíduos com tal imunidade protetora têm um risco aumentado para formas mais graves de dengue durante uma segunda infecção com um DENV sorotipo heteró...
ValoR ClínICo Da VaCInaçãoA imunidade protetora induzida pela infecção natural pelo DENV é predominante-mente sorotipo específica após os primeiros meses. No entanto, indivíduos com tal imunidade protetora têm um risco aumentado para formas mais graves de dengue durante uma segunda infecção com um DENV sorotipo heteró...
ValoR ClínICo Da VaCInaçãoA imunidade protetora induzida pela infecção natural pelo DENV é predominante-mente sorotipo específica após os primeiros meses. No entanto, indivíduos com tal imunidade protetora têm um risco aumentado para formas mais graves de dengue durante uma segunda infecção com um DENV sorotipo heteró...
ValoR ClínICo Da VaCInaçãoA imunidade protetora induzida pela infecção natural pelo DENV é predominante-mente sorotipo específica após os primeiros meses. No entanto, indivíduos com tal imunidade protetora têm um risco aumentado para formas mais graves de dengue durante uma segunda infecção com um DENV sorotipo heteró...
ValoR ClínICo Da VaCInaçãoA imunidade protetora induzida pela infecção natural pelo DENV é predominante-mente sorotipo específica após os primeiros meses. No entanto, indivíduos com tal imunidade protetora têm um risco aumentado para formas mais graves de dengue durante uma segunda infecção com um DENV sorotipo heteró...
ValoR ClínICo Da VaCInaçãoA imunidade protetora induzida pela infecção natural pelo DENV é predominante-mente sorotipo específica após os primeiros meses. No entanto, indivíduos com tal imunidade protetora têm um risco aumentado para formas mais graves de dengue durante uma segunda infecção com um DENV sorotipo heteró...
RefeRênCIas1. Rey C. Dengue. In: Ballalai I. Manual prático de imunizações. 2a ed. São Paulo: A. C. Farmacêutica; 2016. 2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Monitoramento dos casos de dengue, febre de chikungunya e febre pelo vírus Zika até a Semana Epidemiológica 49, 2016. Bol Epidemiol. ...
RefeRênCIas1. Rey C. Dengue. In: Ballalai I. Manual prático de imunizações. 2a ed. São Paulo: A. C. Farmacêutica; 2016. 2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Monitoramento dos casos de dengue, febre de chikungunya e febre pelo vírus Zika até a Semana Epidemiológica 49, 2016. Bol Epidemiol. ...
RefeRênCIas1. Rey C. Dengue. In: Ballalai I. Manual prático de imunizações. 2a ed. São Paulo: A. C. Farmacêutica; 2016. 2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Monitoramento dos casos de dengue, febre de chikungunya e febre pelo vírus Zika até a Semana Epidemiológica 49, 2016. Bol Epidemiol. ...
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RefeRênCIas1. Rey C. Dengue. In: Ballalai I. Manual prático de imunizações. 2a ed. São Paulo: A. C. Farmacêutica; 2016. 2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Monitoramento dos casos de dengue, febre de chikungunya e febre pelo vírus Zika até a Semana Epidemiológica 49, 2016. Bol Epidemiol. ...
{"justificativa": "O contexto fornecido analisa a dengue e a vacinação relacionada a essa doença, mas não aborda diretamente a questão do atraso na aplicação da segunda dose da vacina contra HPV. Embora mencione informações sobre vacinas, falta uma análise ou recomendações específicas que se apliquem a troca de vacinas...
23,407
dor pélvica, cólicas, DIU Mirena, aderências pélvicas, cisto ovariano direito, ressonância magnética normal, diagnóstico diferencial.
tive minha bebê há dois anos com meses coloquei o diu mirena e há cerca de meses sinto muitas dores tipo cólicas principalmente do lado direito fiz a transv que acusou sinais de aderência pélvica e um cisto no ovário direito mas a ressonância está normal o que me faz ter tanta dor
é muito importante uma consulta ginecológica inicial completa para identificar sinais e sintomas relacionados à sua dor na tentativa de diagnosticar as possíveis patologias doenças após a anamnese entrevista médica e exame físico correto o médico poderá solicitar exames específicos que podem ajudálo a descobrir a causa...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
Anormalidades anatômicas do útero: útero bicorno, estenose cervical e grandes miomas que distorçam acavidade uterina são fatores que impedem o uso do DIUInfecção ginecológica ativa: mulheres com infecções do tipo DIP (doença inflamatória pélvica), endometrite,cervicite, tuberculose pélvica, vaginose, gonorreia ou clam...
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AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
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{"justificativa": "O contexto fornece informações sobre dor pélvica, diagnosticando possíveis causas e critérios para doenças como a DIP, que podem estar relacionadas à situação da usuária. No entanto, não oferece uma análise específica sobre aderências pélvicas ou cistos ovarianos, limitando a resposta a aspectos gera...
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candidíase bucal, especialista, estomatologista, dermatologista, otorrinolaringologista
candidíase bucal qual especialista procuro
o médico infectologista é o especialista que tratada das infecções inclusive as fúngicascontudo infecções simples podem até mesmo ser tratadas pelo clinico geralo problema é que se for confirmado o diagnóstico e você for um adulto devese investigar as possíveis causas se está apenas na boca ou já desceu para esôfago et...
Agente etiológicoCandida albicans é a responsável por mais de 90% dos quadros de candidíase. O restante deve-se àinfecção por outras cândidas não albicans. A cândida é fungo oportunista, que vive como comensal na mucosa doaparelho digestivo e da vagina. É levedura desprovida de clorofila, gram-positiva, que se desenvol...
Agente etiológicoCandida albicans é a responsável por mais de 90% dos quadros de candidíase. O restante deve-se àinfecção por outras cândidas não albicans. A cândida é fungo oportunista, que vive como comensal na mucosa doaparelho digestivo e da vagina. É levedura desprovida de clorofila, gram-positiva, que se desenvol...
Agente etiológicoCandida albicans é a responsável por mais de 90% dos quadros de candidíase. O restante deve-se àinfecção por outras cândidas não albicans. A cândida é fungo oportunista, que vive como comensal na mucosa doaparelho digestivo e da vagina. É levedura desprovida de clorofila, gram-positiva, que se desenvol...
Agente etiológicoCandida albicans é a responsável por mais de 90% dos quadros de candidíase. O restante deve-se àinfecção por outras cândidas não albicans. A cândida é fungo oportunista, que vive como comensal na mucosa doaparelho digestivo e da vagina. É levedura desprovida de clorofila, gram-positiva, que se desenvol...
Agente etiológicoCandida albicans é a responsável por mais de 90% dos quadros de candidíase. O restante deve-se àinfecção por outras cândidas não albicans. A cândida é fungo oportunista, que vive como comensal na mucosa doaparelho digestivo e da vagina. É levedura desprovida de clorofila, gram-positiva, que se desenvol...
Agente etiológicoCandida albicans é a responsável por mais de 90% dos quadros de candidíase. O restante deve-se àinfecção por outras cândidas não albicans. A cândida é fungo oportunista, que vive como comensal na mucosa doaparelho digestivo e da vagina. É levedura desprovida de clorofila, gram-positiva, que se desenvol...
Agente etiológicoCandida albicans é a responsável por mais de 90% dos quadros de candidíase. O restante deve-se àinfecção por outras cândidas não albicans. A cândida é fungo oportunista, que vive como comensal na mucosa doaparelho digestivo e da vagina. É levedura desprovida de clorofila, gram-positiva, que se desenvol...
Candidíase mamilo-areolar (4,2,8,10)Trata-se de uma infecção da mama por fungo, favorecida principalmente pela pre -sença de umidade e cuidados inadequados com a mama. A mulher refere presença de prurido local, sensação de queimação e dor em agulhadas que persiste apóshiperemiada e com pequena descamação. Na cavidade o...
Candidíase mamilo-areolar (4,2,8,10)Trata-se de uma infecção da mama por fungo, favorecida principalmente pela pre -sença de umidade e cuidados inadequados com a mama. A mulher refere presença de prurido local, sensação de queimação e dor em agulhadas que persiste apóshiperemiada e com pequena descamação. Na cavidade o...
Candidíase mamilo-areolar (4,2,8,10)Trata-se de uma infecção da mama por fungo, favorecida principalmente pela pre -sença de umidade e cuidados inadequados com a mama. A mulher refere presença de prurido local, sensação de queimação e dor em agulhadas que persiste apóshiperemiada e com pequena descamação. Na cavidade o...
Candidíase mamilo-areolar (4,2,8,10)Trata-se de uma infecção da mama por fungo, favorecida principalmente pela pre -sença de umidade e cuidados inadequados com a mama. A mulher refere presença de prurido local, sensação de queimação e dor em agulhadas que persiste apóshiperemiada e com pequena descamação. Na cavidade o...
Candidíase mamilo-areolar (4,2,8,10)Trata-se de uma infecção da mama por fungo, favorecida principalmente pela pre -sença de umidade e cuidados inadequados com a mama. A mulher refere presença de prurido local, sensação de queimação e dor em agulhadas que persiste apóshiperemiada e com pequena descamação. Na cavidade o...
Candidíase mamilo-areolar (4,2,8,10)Trata-se de uma infecção da mama por fungo, favorecida principalmente pela pre -sença de umidade e cuidados inadequados com a mama. A mulher refere presença de prurido local, sensação de queimação e dor em agulhadas que persiste apóshiperemiada e com pequena descamação. Na cavidade o...
Candidíase mamilo-areolar (4,2,8,10)Trata-se de uma infecção da mama por fungo, favorecida principalmente pela pre -sença de umidade e cuidados inadequados com a mama. A mulher refere presença de prurido local, sensação de queimação e dor em agulhadas que persiste apóshiperemiada e com pequena descamação. Na cavidade o...
{"justificativa": "O contexto analisa candidíase mamilo-areolar e menciona a candidíase oral apenas em relação a crianças, sem abordar especificamente quais especialistas devem ser procurados para tratamento de candidíase bucal. Assim, embora tenha informação sobre candidíase, não responde diretamente à pergunta do usu...
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Transmissão de sífilis, modos de contágio, relação sexual, contato não sexual.
sífilis pega só na relação ou tem outras forma de pega sifilis
a sífilis pode ser transmitida pela relação sexual sexual mas também pelo sangue através de transfusão sanguínea ou compartilhamento de agulhas contaminadas no caso de usuário de usuários de drogas injetáveis
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
Definição de caso de sífilis congênitaPrimeiro critérioCriança cuja mãe apresente, durante o pré-natal ou no momento do parto, testes para sífilis não treponêmicoreagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, que não tenha sido tratada ou tenha recebidotratamento inadequadoCriança cuja mãe não foi diagno...
Embora essas lesões sejam habitadas portreponemas, a transmissibilidade através da pele não é usual. Figura 62.6 Lesões de condiloma plano (sifílides papulosos) em gestante. Notar quadro de candidíasevulvovaginal associado. •••Figura 62.7 A. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando palidez e anasarca, edema fa...
Embora essas lesões sejam habitadas portreponemas, a transmissibilidade através da pele não é usual. Figura 62.6 Lesões de condiloma plano (sifílides papulosos) em gestante. Notar quadro de candidíasevulvovaginal associado. •••Figura 62.7 A. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando palidez e anasarca, edema fa...
Embora essas lesões sejam habitadas portreponemas, a transmissibilidade através da pele não é usual. Figura 62.6 Lesões de condiloma plano (sifílides papulosos) em gestante. Notar quadro de candidíasevulvovaginal associado. •••Figura 62.7 A. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando palidez e anasarca, edema fa...
Embora essas lesões sejam habitadas portreponemas, a transmissibilidade através da pele não é usual. Figura 62.6 Lesões de condiloma plano (sifílides papulosos) em gestante. Notar quadro de candidíasevulvovaginal associado. •••Figura 62.7 A. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando palidez e anasarca, edema fa...
Embora essas lesões sejam habitadas portreponemas, a transmissibilidade através da pele não é usual. Figura 62.6 Lesões de condiloma plano (sifílides papulosos) em gestante. Notar quadro de candidíasevulvovaginal associado. •••Figura 62.7 A. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando palidez e anasarca, edema fa...
Embora essas lesões sejam habitadas portreponemas, a transmissibilidade através da pele não é usual. Figura 62.6 Lesões de condiloma plano (sifílides papulosos) em gestante. Notar quadro de candidíasevulvovaginal associado. •••Figura 62.7 A. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando palidez e anasarca, edema fa...
Embora essas lesões sejam habitadas portreponemas, a transmissibilidade através da pele não é usual. Figura 62.6 Lesões de condiloma plano (sifílides papulosos) em gestante. Notar quadro de candidíasevulvovaginal associado. •••Figura 62.7 A. Recém-nascido com sífilis congênita apresentando palidez e anasarca, edema fa...
{"justificativa": "O contexto menciona que a sífilis é uma doença que ocorre por transmissão sexual e por outros contatos íntimos, além de mencionar a transmissão de mãe para filho. Isso indica que existem formas de transmissão além da relação sexual, respondendo parcialmente à pergunta. No entanto, não fornece detalhe...
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gravidez, teste positivo, menstruação ausente, síndrome dos ovários policísticos, micropolicistos, sintomas de gravidez
é possivel engravidar sem tratamento pra micropolicisto por que estou centido centomas de gravidez fiz o teste e deu positivo mas não tava mestruando
olá nunca inicie ou troque uma medicação anticoncepcional sem a ajuda do seu médico nem todas as mulheres podem usar qualquer anticoncepcional essas medicações podem estar associadas a eventos graves como trombose o uso errado pode aumentar o risco de uma gravidez indesejadaconverse com o seu médico esclareça suas dúvi...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
Síndrome do ovário policístico (SOP)PorJoAnn V. Pinkerton, MD, University of Virginia Health SystemRevisado/Corrigido: fev. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEA síndrome do ovário policístico é caracterizada por menstruação irregular ou ausente e, com frequência, obesidade ou sintomas causados ​​por uma...
DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional...
Síndrome do ovário policístico (SOP)PorJoAnn V. Pinkerton, MD, University of Virginia Health SystemRevisado/Corrigido: fev. 2023VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDEA síndrome do ovário policístico é caracterizada por menstruação irregular ou ausente e, com frequência, obesidade ou sintomas causados ​​por uma...
Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional d...
Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional d...
Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional d...
Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional d...
Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional d...
Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional d...
Hiperandrogenismo ouhiperandrogenemiaDisfunção menstrualPresença de 2 dos 3 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrualOvários policísticosPresença dos 2 critérios:Hiperandrogenismo ou hiperandrogenemiaDisfunção menstrual ou ováriospolicísticos+ Exclusão de outras causasNIH: Instituto Nacional d...
{"justificativa": "O contexto aborda a síndrome dos ovários policísticos (SOP) e suas implicações, mas não fornece informações específicas sobre a possibilidade de engravidar sem tratamento ou sobre os sintomas relacionados à gravidez em detalhes. Portanto, é útil, mas insuficiente para responder completamente à pergun...
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ultrassonografia, diagnóstico, adenomioma, adenomiose, acompanhamento, sintoma, preocupação
fiz uma ultrassonografia e o diagnostico foi adenomioma e adenomiose o medico disse que não devo me preocupar e por enquanto necessito fazer um acompanhamento de três e três meses não sinto nenhumsintoma mas estou meio assustada é algo preocupante
adenomiose é doença benigna que pode causar dores nas menstruações prolongamento das mesmas ou aumento da intensidade do fluxona pergunta não há menção a idade ou se já tem filhospode ser também causa de infertilidadeno mais siga com as orientações de seu médico
2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética. 3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cis...
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{"justificativa": "O contexto apresenta informações sobre adenomiose, métodos de diagnóstico e tratamento, mas não aborda diretamente a preocupação ou o impacto emocional de ter a condição ou a recomendação do médico. Portanto, mesmo que seja informativo, não responde completamente à questão de se é algo preocupante ou...
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cisto anexial lobulado esquerdo, diagnóstico, ultrassonografia transvaginal, tratamento cisto ovariano, evolução rápida cisto ovariano
há ano ao fazer usg transvaginal estava normal todavia ao fazer esse ano me deparei com o diagnóstico de cisto alongado lobulado na região anexial esquerda para ovariana qual tratamento e eles podem evoluir de forma rápida
apenas a ultrasonografia não definiu exatamente qual é a origem de tal cisto sugiro a realização de uma ressonância magnética de pelve para avaliar melhor qual é a origem dele e assim poder definir qual seria o melhor tratamentoatenciosamentedr renato gil nisenbaum
A ultrassonografia transvaginal frequentemente é usada como ferramenta primária para a avaliação de mulheres sin-tomáticas, e, em sua maioria, esses cistos apresentam paredes finas e lisas, assim com centro anecoico. No entanto, o exame ultrassonográfico apresenta limitações na diferenciação en-tre patologia paraovaria...
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AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana para...
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{"justificativa": "O contexto fornece algumas informações sobre cistos ovarianos, incluindo sua avaliação e possíveis complicações. Contudo, não aborda especificamente o diagnóstico de cisto lobulado, tratamento adequado ou a evolução rápida dos cistos. Portanto, é útil, mas incompleto para responder à pergunta.", "not...